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  • AI, Big Data, e-Health and the Right to be Forgotten

    Nordberg, Ana (Gyldendal Norsk Forlag A/S, 2019-10)
    This paper examines the rights of users of health, fitness and wellness e-services concerning the use, re-use and conservation of their health and health related data. In particular, it will analyse the scope and limits of the ‘right to be forgotten’ recently codified under Article 17 in the General Data Protection Regulation. It will address generally patience records and clinical trial data, and focus on health and health related data provided outside a traditional health care and medical research setting. Big data, machine learning and artificial intelligence promise to enable great advances in personalised medicine, public health and generally in bio-medical research. Already we start to see a proliferation of e-health, e-fitness and e-wellness services. These are emerging inserted in strategies to optimise and personalize public health services, in particular in the areas of general health information and pre-clinical advice, emergency services triage, pre-screening, long-term monitoring of patients, elderly care, etc. Some types of e-health services start to be offered by or subcontracted to private entities, such as insurance companies, private clinics, long term care facilities and e-health care providers. Also in the market, we can already observe emerging a long list of other e-services with health relevance, offered by a variety of heterogeneous commercial enterprises with different goals and business models, but which include inter alia genetic testing, biometric data monitoring, sample analyses and health, wellness and fitness questionnaires. Mostly data flows multidirectional, using a combination of testing devises, ‘apps’ and machine learning tools. Physiologic and psychologic health indicators can also be retrieved from social networks, using e.g. language, speech pattern and biometrics analysis. Digitalization of medical journals, biobanks, clinical trials and medical research, also offers possibilities for personalised and precision medicine, public health decision making and bio-pharmaceutical innovation. Since most non-communicable diseases are caused, aggravated or mitigated by social-economic conditions, life-style, cultural factors and socialization habits, comprehensive health data will likely tend to include highly private information. In theory, in the near future it will be possible to predict, detect and prevent or treat at an early stage an increase number of health conditions. It will also be possible to more accurately tailor treatments and health interventions to specific individual needs. As recently stressed by the EU Parliament in the resolution on the fundamental rights implications of big data, public health interest in creation and access to health big data will necessarily interface and need to be balanced with the protection of other fundamental rights. Such will be particularly pertinent to consider in cases where the supply and/or creation of such data involves commercial entities and other actors operating outside the scope of the traditional confidentiality protected relationship between a patient and a health care professional or medical researcher.
  • "Blockchain and Land Administration"

    Makala, Baloko; Anand, Aanchal (UNOPS, 2019-03-19)
    Blockchain is the technology that powers the much-talked
 about cryptocurrency, Bitcoin. However, Bitcoin is just one
 application of the blockchain. Blockchain is essentially
 a “chain of blocks,” where each block represents a set
 of records. Each such record could, in turn, represent a
 cryptocurrency, a land plot, a diamond, or even an identity.
 In this sense, if the traditional Internet is an Internet of
 information, blockchain is considered the “Internet of
 value.” Therefore, the technology has the potential to
 revolutionize the way value is stored and exchanged.
  • INTERNET MEMES AS PUBLIC POLICY INSTRUMENTS

    V. А. Glukhikh; S. M. Elisejev (Saint Petersburg Electrotechnical University, 2017-08-01)
    The tendency to reduce electoral activity is one of the acute problems in the sphere of political relations. This trend can be observed not only in the countries of the new, but also in the "old" democracy. Models of economic and political behavior are changing with the development of the information society. People spend more and more time in social networks, plunging into virtual reality, going away from problems of social reality or first-order reality. The problem of using Internet memes in election companies is studied here. This phenomenon has emerged relatively recently and represents a new tendency in modern politics. The main ideas of the theory of memes and the practice of their use in modern politics are briefly described in the article.
  • Cloud computing e direito das sucessões : direito de privacidade como critério de acesso aos dados pelos herdeiros

    Noronha, Carlos Silveira; Colombo, Cristiano (2015-08-05)
    O presente estudo volta-se à reflexão acerca da sucessão causa mortis de dados armazenados na Cloud Computing, buscando traçar alternativas jurídicas para, em caso de morte, permitir ou, ainda, vedar o acesso pelos herdeiros aos dados do falecido. Nesse sentido, no primeiro capítulo, estudou-se a Cloud Computing como meio hodierno de armazenamento de dados, reprisando os demais que se apresentaram ao longo da história, bem como a relação estabelecida entre a Sociedade da Informação e o Direito, analisando a posição não-intervencionista e, posteriormente, a intervencionista. No segundo capítulo, analisou-se o conceito de pessoa humana, na história, e o direito de privacidade, este como critério norteador para a pesquisa. No terceiro capítulo, apresentou-se a evolução do Direito das Sucessões da pré-história à denominada sucessão telemática, tendo sido reconhecido o direito de privacidade póstumo, inclusive, tratando-se de direito autônomo, em relação aos interesses dos herdeiros. No quarto capítulo, enfrentou-se a lege lata e se projetou a lege ferenda, acerca da sucessão telemática na Cloud Computing, com a observância do direito de privacidade. Finalizou-se o capítulo com o estudo de casos, aplicando-se a construção teórica realizada às hipóteses. O método de abordagem foi o dedutivo, de uma perspectiva geral para a particular, do teórico ao concreto, valendo-se do método histórico. A fundamentação teórica decorreu de pesquisa doutrinária nacional e estrangeira e, neste ponto, em especial, estadunidense e europeia. A partir do estudo, pôde-se verificar as seguintes conclusões específicas: a possibilidade de promover a defesa do direito de privacidade póstumo, independentemente da existência de sujeito, em decorrência de direitos fundamentais, estendendo o direito de privacidade para após a morte; a limitação de acesso aos herdeiros a dados de cunho personalíssimo, que atinjam a privacidade do falecido, mesmo em desfavor de seus herdeiros, podendo ser possível estabelecer regulamentação que imponha vedação ou mesmo acesso aos dados armazenados na Cloud Computing; a intervenção do Estado, no sentido de determinar a inserção de cláusulas contratuais aos provedores de conteúdo que desenvolvam meios para que a vontade presumida ou expressa do falecido venha a ser observada, seja no sentido de transmitir dados, chegando a quem de direito; ou, ainda, caso contrário, haja, em determinadas hipóteses, a incomunicabilidade dos dados, em desfavor de seus herdeiros; diante da lege lata, no particular, da morte e a Cloud Computing, o acesso aos dados aos herdeiros dar-se-ia, em caso de autorização expressa ou, ainda, no caso de sucessão, em que haveria a busca pela vontade expressa do usuário falecido (sucessão testamentária) ou presumida (sucessão legal) que, de qualquer maneira, deverá ser respeitado o direito de privacidade póstumo, inclusive, como espécie do direito de esquecimento, póstumo, como critério para acesso aos dados; em caso de inobservância pelos provedores de conteúdo do acima referido, poderão sofrer sanções, a teor do artigo 12 da Lei 12.965/2014, o Marco Civil da Internet, sendo que o provedor de conteúdo poderá, inclusive, sofrer advertência, suspensão ou mesmo proibição de atividades no país.
  • Brazilian Foreign Policy Towards Internet Governance

    Maurício Santoro; Bruno Borges
    Abstract Snowden´s whistleblowing on the NSA program had a powerful impact in Brazil, prompting Dilma Rousseff´s administration to promote, at the United Nations, resolutions on Internet privacy, freedom of expression, as well as to host important multistakeholder conferences and, domestically, to approve the innovative legislation known as Marco Civil. These answers were only possible due to a network of officials and activists. However, Brazil´s global leadership in Internet governance is fragile, with many internal contradictions.

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