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  • Legitimacy and Expertise in Global Internet Governance

    Sylvain, Olivier (FLASH: The Fordham Law Archive of Scholarship and History, 2015-01-01)
    Over the course of the past decade or so, attention among Internet policymakers and scholars has shifted gradually from substantive design principles to the structure of Internet governance. The Internet Corporation for Assigning Names and Numbers in particular now faces a new skepticism about its legitimacy to administer the essential Internet Assigned Numbers Authority function. ICANN has responded to these doubts by proposing a series of major governance reforms that would bring nation-states more into the organization's decisionmaking. After all, transnational governance institutions in other substantive areas privilege nation-states as a matter of course. This Symposium Essay shows that these changes reflect a new era in which ICANN and other Internet policymakers no longer view the Internet as uniquely immune from the geopolitics of the physical world.
  • Geoblocking, Technical Standards and the Law

    Trimble, Marketa (Scholarly Commons @ UNLV Law, 2016-01-01)
    The idea that geoblocking could be used as a compliance tool is one part of the development of the relationship between geoblocking and legal compliance. This chapter outlines the three stages through which this development will proceed. In the first stage, geoblocking will be accepted as a tool of regulation and enforcement. While acceptance has already occurred in some countries in some contexts, this acceptance is certainly not yet general or widespread. In the second stage, minimum standards for geoblocking will be promulgated because the use of geoblocking for purposes of legal compliance necessarily calls for minimum technological standards that geoblocking tools must meet in order to create virtual borders sufficiently precise and impermeable to satisfy the law. In the third stage, circumvention of geoblocking and the tools that facilitate circumvention will be targeted by countries’ regulation. The three stages will likely begin at different times in different countries, industries, and contexts, but will eventually overlap and thereafter develop concurrently.
  • O regime internacional da internet: construções argumentativas sobre sua especialidade

    Amaral Junior, Alberto do; Brito, Adriane Sanctis de (Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPUniversidade de São PauloFaculdade de Direito, 2014-12-15)
    A pergunta que move este trabalho é se existem indícios, na atual construção argumentativa sobre a regulação internacional da internet, da conformação de um regime internacional da internet. Para respondê-la, o primeiro passo é explorar os significados do fenômeno da fragmentação do direito internacional. A partir da identificação de algumas linhas de pensamento, este trabalho adota o diagnóstico de que a fragmentação do direito internacional se liga a uma transposição da diferenciação funcional social para o campo do direito. Dessa forma, trabalhar com o direito internacional fragmentado exige levar em conta a presença de regimes diversos, constituídos por construções argumentativas movidas por um ethos próprio. Esses regimes produzem linguagem técnica que leva a um gerencialismo e que se volta contra outras linguagens, gerando disputas hegemônicas. Para o jurista, é essencial assumir seu papel dentro das construções argumentativas, tomando consciência da política dos regimes e utilizando instrumentos interdisciplinares que atinjam também o que é rotulado como não-direito. Uma vez definida, esta abordagem é aplicada para o estudo da regulação internacional da internet, como um segundo passo deste trabalho. A análise começa pelas batalhas que foram travadas pela alma da internet desde sua criação e os atores envolvidos nessas batalhas. Depois, aborda as representações sobre a regulação da internet durante os períodos de desenvolvimento dessa tecnologia. Diante de uma previsão sobre o último período, começa a olhar para as construções sobre a internet desde 2011. Na literatura analisada, a internet é definida de acordo com o que compõe sua regulação, sua extensão e seus limites. A literatura aponta vários atores e instituições que participam dessa regulação e o Estado aparece com papéis variados, mas a governança multissetorial tem destaque. Os autores divergem ao falarem sobre a aplicação do direito internacional às questões que consideram mais importantes na internet. Eles discordam sobre os problemas da regulação, sobre se e quais direitos deveriam ser aplicados e como os atores devem agir para essa regulação. Contudo, todos têm o movimento de suas argumentações em comum. Todos constroem exceções quanto ao direito em geral quando pensam na melhor regulação para a internet. O terceiro passo da pesquisa é então analisar o que isso significa, tendo em mente o quadro teórico de que partiu. Ela conclui que há indícios da conformação de um regime internacional da internet, tendo em vista que a defesa da especialização do direito para a internet se move com um propósito comum de diferenciar o mundo online do mundo off-line. Finalmente, ela indica algumas agendas de pesquisa que podem ser adotadas a partir desses resultados
  • Governing the Internet - A Process-Oriented Study of the Evolution of the Internet Governance Regime

    Kahan-Czarny, Julia (Lunds universitet/Statsvetenskapliga institutionen, 2006)
    The main purpose of this thesis is to study the Internet governance regime. In order to achieve this, I have a theoretical and an empirical ambition. The first is to develop a process-oriented theoretical framework for studying the evolution of the Internet governance regime, which I argue is necessary in order to capture the dynamics of regime evolution. The framework is based on the structuration theory, which states that actors and structures are mutually constitutive, and theories of power affirming that the Internet technology is both a power resource and one of our globalized society's main infrastructures. The issue's politicization I aim to illustrate by outlining the ongoing normative conflict between the US and the EU and the developing countries over Internet governance. Moreover, I argue that the specific nature of the Internet technology has been important for the regime's development. The second ambition is, because of the novelty of the subject, to provide comprehensive explorative account of the Internet governance regime. I conclude that the theoretical framework is well-suited to explain the Internet governance regime and that, because of the general character of the framework, it might be able to explain other regime developments.
  • The Internet is a Semicommons

    Grimmelmann, James (Scholarship@Cornell Law: A Digital Repository, 2010-05-01)
    The Internet is a semicommons. Private property in servers and network links coexists with a shared communications platform. This distinctive combination both explains the Internet's enormous success and illustrates some of its recurring problems. Building on Henry Smith's theory of the semicommons in the medieval open-field system, this essay explains how the dynamic interplay between private and common uses on the Internet enables it to facilitate worldwide sharing and collaboration without collapsing under the strain of misuse. It shows that key technical features of the Internet, such as its layering of protocols and the Web's division into distinct "sites," respond to the characteristic threats of strategic behavior in a semicommons. An extended case study of the Usenet distributed messaging system shows that not all semicommons on the Internet succeed; the continued success of the Internet depends on our ability to create strong online communities that can manage and defend the infrastructure on which they rely. Private and common both have essential roles to play in that task, a lesson recognized in David Post's and Jonathan Zittrain's recent books on the Internet.

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