• Elogio da mestiçagem

      Pereira, Cláudio Luiz (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-27)
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    • Elogio da mestiçagem

      Pereira, Cláudio Luiz (UFBA, 2004-01-27)
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    • Em busca da "redenção de Cam": racialidade e interseccionalidade numa prisão de mulheres

      Rodrigues, Wallesandra Souza; Teixeira, Alessandra (UFBA, 2021-06-25)
      O artigo tem como objetivo discutir os atravessamentos do constructo racial no Brasil e sua configuração em espaços intramuros, reconhecendo a prisão como um dos lócus que permanece pouco permeável ao processo de construção da identidade negra vivenciado nas últimas décadas no país. Discute-se os elementos formadores do racismo moderno, levando em conta as especificidades do contexto brasileiro frente à experiência fundante do sequestro e da escravização africana no período colonial e seus prolongamentos, através dos conceitos branqueamento, contrato racial e dispositivo da racialidade, como categorias de inteligibilidade do racismo contemporâneo e suas reinvenções em sociedades que vivenciaram a escravidão moderna. Tais categorias são analisadas a partir dos relatos sobre relações inter-raciais elaborados por uma mulher cisgênero e um homem transgênero, reclusas (os) numa prisão em São Paulo, e revelam como as opressões vividas de modo interseccional, pelas presas racializadas, lhes impõem dificuldades adicionais ao processo de reconhecimento da identidade negra. Looking for the “Redemption of Cam”: Raciality and Intersectionality in a Women’s PrisonThis article discusses the overlap between racial constructs in Brazil and their configuration in intramural environments, recognizing the prison as a relatively impermeable locus in the process of Black identity construction in Brazil during recent decades. The paper discusses the formative elements of modern racism, taking into account specificities of the Brazilian context in the face of foundational experiences of African kidnapping and enslavement in the colonial period and their legacies, the concepts of whitening, racial contract and raciality device, as intelligibility categories of contemporary racism and its reinventions in societies that have experienced modern slavery. These categories are analyzed based on the reports on interracial relations elaborated by a cisgender woman and a transgender man, inmates in a female penitentiary in São Paulo, and show how the oppression experienced in an intersectional way, by racialized prisoners, imposes additional difficulties on them in their process of recognizing a Black identity.Interracial relations | Intersectionality | Whitening ideology | Gender | Prison
    • EM BUSCA DOS AGUDÁS DA BAHIA TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO SÉCULO XIX

      Castillo, Lisa Louise Earl; Universidade Estadual de Campinas (Universidade Federal da Bahia, 2017-12-05)
      Resumo Este texto analisa o movimento oitocentista de africanos que voltaram ao continente de nascimento. São identificadas três etapas principais de migração. A primeira e mais intensa foi entre 1835-37, na esteira da revolta dos Malês em Salvador. Nos anos 1840, números menores de africanos viajaram à África, geralmente empregados no comércio atlântico. Uma terceira fase surgiu depois do fim da importação de novos cativos africanos ao Brasil em 1850. Essas informações, complementadas por dados demográficos sobre gênero e nação, formam um pano de fundo para uma análise micro-histórica de trajetórias individuais. Na primeira e na terceira fases, os viajantes eram de ambos os sexos e frequentemente embarcavam em grupos ligados por diversos laços sociais, desde parentesco consanguíneo até relação senhorial, enquanto na segunda fase a maioria eram homens que voltaram posteriormente ao Brasil. Os dados aqui apresentados proporcionam novas reflexões sobre os variados motivos que impulsionaram africanos egressos do cativeiro a deixar o Brasil e levantam questionamentos sobre a permanência da instituição da escravidão nas suas vidas depois de libertos. Abstract Mapping the nineteenth-century Brazilian returnee movement: Demographics, life stories and the question of slavery This paper examines Brazil's century return to Africa movement from both qualitative and quantitative perspectives, identifying three main stages. The largest single wave of voyages came after an 1835 slave uprising in the province of Bahia, when around 200 freed Africans were deported and roughly a thousand others left voluntarily, fleeing anti-African legislation. In the 1840s, smaller numbers of Africans also traveled to the continent of their birth, many as employees on slave vessels. A new phase of migrations came after 1850, with the end of the Atlantic slave trade to Brazil and the British seizure of Lagos a year later. Previous estimates of the volume of travelers are examined in combination with demographic data on passport recipients, in order to frame micro-historical analysis of individual travelers. In the first and third stages, Africans often traveled with their households, comprising not only blood kin but also their slaves and former slaves, while in the second phase many of those who left for Africa were men travelling alone who later returned to Brazil. The resulting portrait of changes over time offers insights into the varying reasons that led freed Africans to leave Brazil, also raising questions about the continued presence of the institution of slavery in their lives.
    • EM BUSCA DOS AGUDÁS DA BAHIA TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO SÉCULO XIX

      Castillo, Lisa Louise Earl (Universidade Federal da Bahia, 2018-01-26)
      Este texto analisa o movimento oitocentista de africanos que voltaram ao continente de nascimento. São identificadas três etapas principais de migração. A primeira e mais intensa foi entre 1835-37, na esteira da revolta dos Malês em Salvador. Nos anos 1840, números menores de africanos viajaram à África, geralmente empregados no comércio atlântico. Uma terceira fase surgiu depois do fim da importação de novos cativos africanos ao Brasil em 1850. Essas informações, complementadas por dados demográficos sobre gênero e nação, formam um pano de fundo para uma análise micro-histórica de trajetórias individuais. Na primeira e na terceira fases, os viajantes eram de ambos os sexos e frequentemente embarcavam em grupos ligados por diversos laços sociais, desde parentesco consanguíneo até relação senhorial, enquanto na segunda fase a maioria eram homens que voltaram posteriormente ao Brasil. Os dados aqui apresentados proporcionam novas reflexões sobre os variados motivos que impulsionaram africanos egressos do cativeiro a deixar o Brasil e levantam questionamentos sobre a permanência da instituição da escravidão nas suas vidas depois de libertos.
    • EM BUSCA DOS AGUDÁS DA BAHIA TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO SÉCULO XIX

      Castillo, Lisa Earl (Universidade Federal da Bahia, 2017-10-03)
      Este texto analisa o movimento oitocentista de africanos que voltaram ao continente de nascimento. São identificadas três etapas principais de migração. A primeira e mais intensa foi entre 1835-37, na esteira da revolta dos Malês em Salvador. Nos anos 1840, números menores de africanos viajaram à África, geralmente empregados no comércio atlântico. Uma terceira fase surgiu depois do fim da importação de novos cativos africanos ao Brasil em 1850. Essas informações, complementadas por dados demográficos sobre gênero e nação, formam um pano de fundo para uma análise micro-histórica de trajetórias individuais. Na primeira e na terceira fases, os viajantes eram de ambos os sexos e frequentemente embarcavam em grupos ligados por diversos laços sociais, desde parentesco consanguíneo até relação senhorial, enquanto na segunda fase a maioria eram homens que voltaram posteriormente ao Brasil. Os dados aqui apresentados proporcionam novas reflexões sobre os variados motivos que impulsionaram africanos egressos do cativeiro a deixar o Brasil e levantam questionamentos sobre a permanência da instituição da escravidão nas suas vidas depois de libertos.
    • EM BUSCA DOS AGUDÁS DA BAHIA TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO SÉCULO XIX

      Castillo, Lisa Louise Earl (UFBA, 2017-10-03)
      Este texto analisa o movimento oitocentista de africanos que voltaram ao continente de nascimento. São identificadas três etapas principais de migração. A primeira e mais intensa foi entre 1835-37, na esteira da revolta dos Malês em Salvador. Nos anos 1840, números menores de africanos viajaram à África, geralmente empregados no comércio atlântico. Uma terceira fase surgiu depois do fim da importação de novos cativos africanos ao Brasil em 1850. Essas informações, complementadas por dados demográficos sobre gênero e nação, formam um pano de fundo para uma análise micro-histórica de trajetórias individuais. Na primeira e na terceira fases, os viajantes eram de ambos os sexos e frequentemente embarcavam em grupos ligados por diversos laços sociais, desde parentesco consanguíneo até relação senhorial, enquanto na segunda fase a maioria eram homens que voltaram posteriormente ao Brasil. Os dados aqui apresentados proporcionam novas reflexões sobre os variados motivos que impulsionaram africanos egressos do cativeiro a deixar o Brasil e levantam questionamentos sobre a permanência da instituição da escravidão nas suas vidas depois de libertos.
    • EM BUSCA DOS AGUDÁS DA BAHIA: TRAJETÓRIAS INDIVIDUAIS E MUDANÇAS DEMOGRÁFICAS NO SÉCULO XIX

      Castillo, Lisa Earl (Universidade Federal da Bahia, 2017-10-03)
      Este texto analisa o movimento oitocentista de africanos que voltaram ao continente de nascimento. São identificadas três etapas principais de migração. A primeira e mais intensa foi entre 1835-37, na esteira da revolta dos Malês em Salvador. Nos anos 1840, números menores de africanos viajaram à África, geralmente empregados no comércio atlântico. Uma terceira fase surgiu depois do fim da importação de novos cativos africanos ao Brasil em 1850. Essas informações, complementadas por dados demográficos sobre gênero e nação, formam um pano de fundo para uma análise micro-histórica de trajetórias individuais. Na primeira e na terceira fases, os viajantes eram de ambos os sexos e frequentemente embarcavam em grupos ligados por diversos laços sociais, desde parentesco consanguíneo até relação senhorial, enquanto na segunda fase a maioria eram homens que voltaram posteriormente ao Brasil. Os dados aqui apresentados proporcionam novas reflexões sobre os variados motivos que impulsionaram africanos egressos do cativeiro a deixar o Brasil e levantam questionamentos sobre a permanência da instituição da escravidão nas suas vidas depois de libertos.
    • Em defesa da propriedade: Antonio Pereira Rebouças e a escravidão

      Grinberg, Keila (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-26)
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    • Emaranhados de relações e participações no candomblé

      Mello, Marcelo Moura (Universidade Federal da Bahia, 2017-04-03)
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    • Emaranhados de relações e participações no candomblé

      Mello, Marcelo Moura (UFBA, 2015-04-03)
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