• A arte pela vida: a vida pela arte

      Lawal, Babatunde (UFBA, 1983-01-19)
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    • A África negra e o movimento de solidariedade dos povos afro-asiáticos

      Kimche, David (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-17)
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    • A ÁFRICA TEM UMA HISTÓRIA

      Lima, Mônica (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-29)
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    • A África tem uma história

      Lima, Mônica (UFBA, 2012-01-29)
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    • A África vista do Brasil

      Dzidzienyo, Anani (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-18)
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    • A África vista do Brasil

      Dzidzienyo, Anani (UFBA, 1970-01-18)
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    • A Bahia vista por Carybé (1911-1997)

      Matos, Matilde (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-27)
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    • A Bahia vista por Carybé (1911-1997)

      Matos, Matilde (UFBA, 2003-01-27)
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    • A boa ventura anti-lusotropicalista de uma tese moçambicana

      Cahen, Michel (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-29)
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    • A capoeira está nas escolas: o que ocurrículo de história tem a ver com isso?

      Barcellos, Vitor Andrade; Gabriel, Carmen Teresa (Universidade Federal da Bahia, 2017-06-04)
      Em face das demandas de diferença, formuladas pelo movimento negro, que interpelam as escolas em relação às reivindicações sobre a introdução do ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira e à crescente presença da capoeira nessas instituições, este artigo tem por objetivo analisar os efeitos nos processos de produção da narrativa histórica nacional no currículo da disciplina História provocados pela pressão dessas demandas e pela presença dessa manifestação cultural afro-brasileira. Em diálogo com autores dos Estudos Culturais e Pós-Coloniais, da Teoria Pós-Fundacional do Discurso e da Teoria da História, o texto busca explorar os deslocamentos das fronteiras definidoras de “conhecimento histórico escolar” validado e legitimado para ser ensinado nas escolas brasileiras.Palavras-chave:currículo - cultura afro-brasileira - capoeira - ensino de História.
    • A capoeira está nas escolas: o que ocurrículo de história tem a ver com isso?

      Barcellos, Vitor Andrade; Gabriel, Carmen Teresa (UFBA, 2016-06-04)
      Em face das demandas de diferença, formuladas pelo movimento negro, que interpelam as escolas em relação às reivindicações sobre a introdução do ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira e à crescente presença da capoeira nessas instituições, este artigo tem por objetivo analisar os efeitos nos processos de produção da narrativa histórica nacional no currículo da disciplina História provocados pela pressão dessas demandas e pela presença dessa manifestação cultural afro-brasileira. Em diálogo com autores dos Estudos Culturais e Pós-Coloniais, da Teoria Pós-Fundacional do Discurso e da Teoria da História, o texto busca explorar os deslocamentos das fronteiras definidoras de “conhecimento histórico escolar” validado e legitimado para ser ensinado nas escolas brasileiras.Palavras-chave:currículo - cultura afro-brasileira - capoeira - ensino de História.
    • A capoeiragem baiana na Corte Imperial (1863-1890)

      Soares, Carlos Eugênio Líbano (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-26)
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    • A capoeiragem baiana na Corte Imperial (1863-1890)

      Soares, Carlos Eugênio Líbano (UFBA, 1998-01-26)
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    • A cara da escravidão e a cara da liberdade: honra e infâmia (Corte do Brasil, 1809-1833)

      CNPq, FAPERJ, Ana Paula Souza Rodrigues Machado; Ferreira, Roberto Guedes; Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; Boscaro, Ana Paula; Universidade Federal de Juiz de Fora / Doutoranda em História (Universidade Federal da Bahia, 2020-02-22)
      Referente ao Sul-Sudeste escravista do Brasil nas três primeiras décadas do século XIX, o artigo aborda assunto pouco conhecido pela historiografia: literalmente, a cara da escravidão e a cara da liberdade. A construção da face nesta sociedade escravista estava relacionada à infâmia da escravidão e à honra da liberdade, o que levou a diferentes percepções/classificações dos rostos por agentes da Polícia da Corte do Brasil. Protagonistas de suas aparências, homens livres, forros e escravos, de diferentes naturalidades, tiveram seus “retratos falados” descritos conforme suas condições jurídicas, origens e faixas etárias. Eram homens em trânsito que saíam do Rio de Janeiro para vários destinos. A barba era um atributo crucial para atestar honra-liberdade, e sua ausência ou pouco volume caracterizavam faces escravas. Para aferir a hipótese, utilizamos despachos de escravos e passaportes de viajantes emitidos pela Polícia da Corte entre os anos de 1809 a 1833, cruzados a gravuras de viajantes e dicionários de época. 
    • A cara da escravidão e a cara da liberdade: honra e infâmia (Corte do Brasil, 1809-1833)

      Ferreira, Roberto Guedes; Boscaro, Ana Paula (UFBA, 2019-02-22)
      Referente ao Sul-Sudeste escravista do Brasil nas três primeiras décadas do século XIX, o artigo aborda assunto pouco conhecido pela historiografia: literalmente, a cara da escravidão e a cara da liberdade. A construção da face nesta sociedade escravista estava relacionada à infâmia da escravidão e à honra da liberdade, o que levou a diferentes percepções/classificações dos rostos por agentes da Polícia da Corte do Brasil. Protagonistas de suas aparências, homens livres, forros e escravos, de diferentes naturalidades, tiveram seus “retratos falados” descritos conforme suas condições jurídicas, origens e faixas etárias. Eram homens em trânsito que saíam do Rio de Janeiro para vários destinos. A barba era um atributo crucial para atestar honra-liberdade, e sua ausência ou pouco volume caracterizavam faces escravas. Para aferir a hipótese, utilizamos despachos de escravos e passaportes de viajantes emitidos pela Polícia da Corte entre os anos de 1809 a 1833, cruzados a gravuras de viajantes e dicionários de época. 
    • A CHEGADA PORTUGUESA À COSTA OCIDENTAL AFRICANA E A IMAGEM DOS NEGROS SEGUNDO A CRÔNICA DE GOMES EANES DE ZURARA (1453)

      Eugenio, Alisson; Universidade Federal de Alfenas; Marcelino, Mara Lúcia de Cabral (Universidade Federal da Bahia, 2018-03-29)
      O objetivo deste artigo é compreender as narrativas como uma forma de ação política, ou seja, como elas foram utilizadas como instrumento de poder; nesse caso, o poder de construir uma imagem sobre o outro e, a partir dessa construção, justificar a dominação sobre ele. Assim, analisa-se como Gomes Eanes de Zurara, autor da Crônica da Guiné, narrou o processo inicial da chegada portuguesa à costa ocidental africana e construiu uma imagem detratora dos seus habitantes, a fim de obter do papado autorização para explorar a região.Palavras-chave: Zurara -  Crônica da Guiné - África e negros.AbstractThe purpose of this article is to understand narratives as a form of political action, that is, how they were used as an instrument of power; In this case the power to build one image on the other and, from this construction, justify domination over it. Thus, it will be analyzed how Gomes Eanes de Zurara, author of the Chronicle of Guinea, narrated the initial process of the Portuguese arrival of the West African coast and built a detractive image of its inhabitants, in order to obtain from the papacy to explore the region.Keywords: Zurara - Chronicle of Guinea -  Africa and blacks.    
    • A chegada portuguesa à Costa Ocidental Africana e a imagem dos negros segundo a crônica de Gomes Eanes de Zurara (1453)

      Eugenio, Alisson; Marcelino, Mara Lúcia de Cabral (UFBA, 2018-03-29)
      O objetivo deste artigo é compreender as narrativas como uma forma de ação política, ou seja, como elas foram utilizadas como instrumento de poder; nesse caso, o poder de construir uma imagem sobre o outro e, a partir dessa construção, justificar a dominação sobre ele. Assim, analisa-se como Gomes Eanes de Zurara, autor da Crônica da Guiné, narrou o processo inicial da chegada portuguesa à costa ocidental africana e construiu uma imagem detratora dos seus habitantes, a fim de obter do papado autorização para explorar a região.Palavras-chave: Zurara -  Crônica da Guiné - África e negros.AbstractThe purpose of this article is to understand narratives as a form of political action, that is, how they were used as an instrument of power; In this case the power to build one image on the other and, from this construction, justify domination over it. Thus, it will be analyzed how Gomes Eanes de Zurara, author of the Chronicle of Guinea, narrated the initial process of the Portuguese arrival of the West African coast and built a detractive image of its inhabitants, in order to obtain from the papacy to explore the region.Keywords: Zurara - Chronicle of Guinea -  Africa and blacks.
    • A comida dos baianos no sabor amargo de Vilhena

      Bacelar, Jeferson (Universidade Federal da Bahia, 2017-01-29)
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