Revista Educação e Filosofia aims to encourage research and academic debate about education and philosophy.Publisher: Universidade Federal de Uberlândia (Brasil). A Revista Educação e Filosofia tem como propósito o incentivo à investigação e ao debate acadêmico acerca da educação e da filosofia em seus diversos aspectos, prestando-se como um instrumento de divulgação do conhecimento, especialmente dessas duas áreas, sendo, pois, objetivos da Revista: I- Divulgar pesquisas e textos de caráter científico e didático nas áreas de Educação e Filosofia; II- Manter relacionamento acadêmico interdisciplinar entre as Unidades Acadêmicas da UFU; III- Aumentar o intercâmbio com outras instituições nacionais e internacionais.

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  • ENTRE A RELIGIÃO E A POLÍTICA: HANNAH ARENDT, LEITORA DE KIERKEGAARD

    de Paula, Marcio Gimenes; Universidade de Brasília (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2013-07-16)
    Hannah Arendt (1906-1975), mulher, judia e pensadora foi uma das figuras mais desafiadoras do século XX. Sua sólida formação filosófico-teológica e sua percepção aguçada dos totalitarismos foram fundamentais para o respeito adquirido junto ao ambiente acadêmico e político. Múltiplas foram as interpretações de sua obra e os estudiosos seguem, até os dias atuais, debruçados sobre todos os possíveis desdobramentos da sua filosofia. Desse modo, o intuito do nosso trabalho é avaliar aqui uma dessas questões, a saber, a influência de Kierkegaard no seu pensamento. Para tanto, a executaremos através das seguintes subdivisões: (1) um breve panorama da vida e obra da autora; (2) Hannah Arendt, leitora de Søren Aabye Kierkegaard; (3) Hannah Arendt e a época moderna: a questão da dúvida; (4) Considerações finais.
  • A modernidade da infância e a infância da modernidade em Walter Benjamin*

    Fonte de financiamento: FAPESP Processo: 2013/21152-3/CAPES Processo: BEX 7915/14-4.; Sanches, Eduardo Oliveira; Silva, Divino José da (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2019-01-30)
    * Fonte de financiamento: FAPESP Processo: 2013/21152-3/CAPES Processo: BEX 7915/14-4.** Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP - Presidente Prudente).*** Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Professor de Filosofia da Educação no Departamento de Educação e no Programa de Pós-Graduação- Mestrado e Doutorado da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FCT/UNESP/Presidente Prudente). http://dx.doi.org/10.14393/REVEDFIL.issn.0102-6801.v32n66a2018-10A modernidade da infância e a infância da modernidade em Walter Benjamin*Resumo: Este estudo de natureza teórica busca investigar o que Bolle (1984) denominou de cultura da criança no contexto da modernidade na Obra de Walter Benjamin. Para direcionarmos nossa investigação, recorremos à análise dos ensaios benjaminianos em que, privilegiadamente, o tema da infância aparece, em especial as obras “Reflexões sobre a criança, o brinquedo, a educação” (2002) e “Infância berlinense: 1900” (2013). A cultura da criança constitui-se e é apresentada nos ensaios de Benjamin por meio de caminhos em que memória e história se cruzam, portanto, aparece diluída nos elementos históricos que registram uma temporalidade em transformação e reacomodação dos papéis sociais na sociedade em que a própria ideia de infância é redefinida como moderna.Palavras-chaves: Infância. Cultura da criança. Modernidade. Protagonismo infantil. Walter Benjamin.The modernity of childhood and the childhood of modernity in Walter Benjamin Abstract: This theoretical study seeks to investigate what Bolle (1984) called the child's culture in the context of modernity in Walter Benjamin's Work. In order to direct our research, we have recourse to the analysis of the Benjamin’s  essays in which, in particular, the theme of childhood appears, especially the works "Reflections on the child, the toy, the education" (2002) and "Berlin childhood: 1900" (2013 ). The culture of the child is constituted and presented in Benjamin's essays by means of paths in which memory and history intersect, and thus appears diluted in the historical elements that register a temporality in transformation and re-arrangement of social roles in society in which the very The idea of childhood is redefined as modern.Keywords: Childhood. Culture of the child. Modernity. Child protagonism. Walter Benjamin.La modernidad de la infancia y la infancia de la modernidad en Walter Benjamin Resumen: Este estudio de naturaleza teórica busca investigar lo que Bolle (1984) denominó de cultura del niño en el contexto de la modernidad en la Obra de Walter Benjamin. Para orientar nuestra investigación, recurrimos al análisis de los ensayos benjaminianos en que, privilegiadamente, el tema de la infancia aparece, en especial las obras "Reflexiones sobre el niño, el juguete, la educación" (2002) y "Infancia berlinesa: 1900" (2013) ). La cultura del niño se constituye y se presenta en los ensayos de Benjamin por medio de caminos en que memoria e historia se cruzan, por lo tanto, aparece diluida en los elementos históricos que registran una temporalidad en transformación y reacomodación de los papeles sociales en la sociedad en que la propia la idea de la infancia es redefinida como moderna.Palabras-claves: Infancia. Cultura del niño. Modernidad. Protagonismo infantil. Walter Benjamin.Data de registro: 09/06/2017Data de aceite: 21/03/2018ReferênciasAGAMBEN, Gilles. Infância e História: destruição da experiência e origem da história. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.AGAMBEN, Gilles. Profanações. São Paulo: Boitempo, 2007.BENJAMIN, Walter. Paris, capital do século XIX. Exposé de 1939. In: Passagens. Belo Horizonte: UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2006. p. 53-63.BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas I. São Paulo: Brasiliense, 1994.BENJAMIN, W. Passagens. Belo Horizonte: editora UFMG, São Paulo: imprensa oficial do Estado de São Paulo, 2007.BENJAMIN, Walter. Reflexões: sobre a criança, o brinquedo e o brincar, a educação. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2002.BENJAMIN, Walter. Rua de mão única: Infância berlinense: 1900. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.BOLLE, Willi. Walter Benjamin e a cultura da criança. In. BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo e o brincar, a educação. São Paulo: Summus, 1984. p. 13-16.TIEDEMANN, Rolf. Introdução à edição alemã (1882). In: BENJAMIN, Walter. Passagens. Belo Horizonte: Ed. da UFMG; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2006.
  • O "homo faber", de usuário de ferramentas a objeto tecnológico¹

    Fundação Araucária; Oliveira, Jelson Roberto de (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-11-08)
    [1] Esse artigo é produto de pesquisa apoiada pela Fundação Araucária, que vem sendo desenvolvida na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).* Doutor em Filosofia. Professor do programa de pós-graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).Apoio: Fundação AraucáriaO homo faber, de usuário de ferramentas a objeto tecnológicoResumo: Pretende-se nesse artigo analisar a figura do homo faber segundo a filosofia de Hans Jonas e sua visão descritivo-analítica e valorativa da técnica. Como, segundo o autor, a história da técnica poderia ser dividida em duas partes, a pré-moderna e a moderna, então é possível situar o homo faber segundo essas duas perspectivas: na era pré-moderna, ele é um usuário de ferramentas e na era moderna, um produto ou objeto tecnológico. Liga-se, assim, a antropologia filosófica à ética.Palavras-chave: Homo faber. Hans Jonas. Técnica. Antropologia.The homo faber, from tools user to technological objectAbstract: The aim of this paper is to analyze the ideia of the homo faber according to Hans Jonas’s philosophy and his descriptive-analytical and evaluative view of technology. According to the author, the history of the technique could be divided in two parts, the pre-modern and modern, so it’s possible to understand the homo faber under these two perspectives: in the first case, he is an user of tools and, in the second, a product or a technological object. Binds thus, the philosophical anthropology to ethics.Keywords: Homo faber. Hans Jonas. Technology. Anthropology.L'homo faber, de utilisateur de outils à objet technologiqueRésumé: Le but de cet article est d’analyser la idée de l’homo faber selon la philosophie de Hans Jonas et sa perspective descriptive-analytique et évaluative de la technique. Selon l'auteur, l'histoire de la technique pourrait être divisé en deux parties, pré-modernes et modernes, de sorte que c’est possible comprendre l'homo faber selon ces deux points de vue: dans la première, il est un utilisateur d’outil et d'autre part, un produit ou un objet technologique. Le homo faber relie ainsi, l'anthropologie philosophique à l'éthique.Mots-clés: Homo faber. Hans Jonas. Technologie. Anthropologie.Data de registro: 29/06/2014Data de aceite: 17/12/2014Referências:JONAS, Hans. Change and Permanence: on the possibility of understanding history. Social Research, New York, v. 38, n. 3, 1971, p. 498-528.______. Essais Philosophiques. Du credo ancien à l’homme technologique. Édité par Damien Bazin et Olivier Depré. Paris: Vrin, 2013. (Col. Bibliothèque des textes philosophiques).______. Herramienta, imagen y tumba. Lo transanimal en el ser humano. In: _____. Pensar sobre Dios y otros ensayos. Tradução de Angela Ackermann. Barcelona: Herder, 1998, p. 39-55.JONAS, Hans. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Tradução de Marijane Lisboa, Luiz Barros Montez. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006.______. Organismus und Freiheit: Ansätze zu einer philosophischen Biologie. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht, 1973.______. Pensar sobre Dios y otros ensayos. Tradução de Angela Ackermann. Barcelona: Herder, 1998.______. Técnica, medicina e ética. Sobre a prática do princípio responsabilidade. Tradução de Grupo de Trabalho Hans Jonas da ANPOF. São Paulo: Paulus, 2013. (Col. Ethos).PINSART, Marie-Geneviève. Hans Jonas. Une réflexion sur la civilization technologique. In: ______. Les philosophes et la technique. Éd. Pascal Chabot et Gilbert Hottois. Paris: Vrin, 2003, p. 187-215. (Col. Pour Demain).______. Penser les objets vivants intégratifs à partir de Hans Jonas. In: ______. L’Éthique de la vie chez Hans Jonas. Actes du Colloque internacional organisé par Catherine Larrère et Éric Pommier à l’université Paris 1 Panthéon-Sorbonne les 25 et 26 février 2011. Paris: Publications de la Sorbonne, 2013, p. 181-198. (Col. La Philosophie à l’oeuvre, 4).POMMIER, Eric. Hans Jonas et le Principe Responsabilité. Paris: PUF, 2012. (Col. Philosophies). SÉRIS, Jean-Pierre. La technique. Paris: PUF, 1994. (Col. Quadrage).  
  • Corpo(i)ética: educação dos afetos e produção de modos expressivos

    Yonezawa, Fernando H. (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2017-12-31)
    * Doutor em Psicologia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES-PPGPSI).Corpo(i)ética: educação dos afetos e produção de modos expressivosResumo: Neste texto compartilharemos nossa experiência de trabalho com experimentações corporais-artísticas, as quais estão baseadas em conceitos deleuzo-guattarianos e spinozanos. São experimentações oferecidas para grupos de pessoas de diversas faixas etárias e formações. Ao longo deste trabalho[1], viemos forjando a noção conceitual de educação dos afetos, a qual denomina a produção de um conhecimento acerca dos insuspeitos afetos engendrados nas experimentações. Trata-se de uma forma de educação constituída a partir da problematização de tais afetos em conexão com os modos de vida instituídos e respectivas maneiras de sentir, mover-se, expressar-se. Assim, nos questionamos sobre a possiblidade de produção de mais e novos modos expressivos. Baseados em conceitos de Guattari e Deleuze, entendemos que a força expressiva dos corpos sempre se constitui sobre uma problemática estético-artística e não fisiológico-funcional. Então, estaremos descrevendo aqui os procedimentos adotados em nossas experimentações, bem como os efeitos relatados pelos participantes e os conceitos filosóficos mobilizados.Palavras-chave: Gilles Deleuze. Spinoza. Corpo. Artes. Educação.[1] Trabalho realizado e desenvolvido juntamente com as parceiras e profissionais Ângela Vieira, Juliana Bom-Tempo (Psicologia) e Lisiane Yonezawa (Terapia Ocupacional).Bodyethics: affections education and expressive modes productionAbstract: In this text, we would like our work of bodily-artistic experiments, which are based on Deleuze-Guattarian and Spinozian concepts. These experiments are offered to groups of people of varying age groups and backgrounds: Humanities students, health professionals, and public school teachers. With Spinoza and Deleuze we understand that affections are modes and characterize the expressive forms of the power to be affected of bodies. Also with these authors, we take these modes as possessing an educational force, that is, of intending new bodies in expressive ways, since there are affections that violate the relationship of sensible cohesion between the faculties of thought. So we will be describing here the procedures adopted in our experiments, as well as the effects reported by the participants and the mobilized philosophical conceptualization.Keywords: Gilles Deleuze. Spinoza. Body. Affection. Education. Cuerpo(i)ética: educacion de los afectos y produccion de modos expressivosResumen: En éste texto, nuestro trabajo de experimentación corporales-artísticas, las cuales están basadas en conceptos deleuzo-guattarianos y espinozianos. Dichas experimentaciones son ofrecidas para grupos de personas de diversas edades y formaciones: estudiantes del área de Humanidades, profesionales de la salud y profesores de escuelas públicas. Con Espinosa y Deleuze entendemos que los afectos son modos y caracterizan las formas expresivas de la potencia de ser afectado por los cuerpos. Como en esos autores, también tomamos los modos como poseedores de una fuerza educativa, sea cual sea, la de tensionar en los cuerpos nuevas maneras expresivas, ya que hay afectos que violentan la relación de cohesión sensata entre las facultades del pensamiento. Entonces, estaremos describiendo aquí los procedimientos adoptados en nuestras experimentaciones, bien como los efectos relatados por los participantes y la conceptualización filosófica movilizada.Palabras-clave: Gilles Deleuze. Spinoza. Cuerpo. Afecto. Educación.Referências ARTAUD, A. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 2006.DELEUZE, G. Cursos sobre Spinoza. Forataleza: Eduece, 2009.______. Diferença e Repetição, Rio de Janeiro: Graal, 2006.______. Espinosa – Filosofia Prática. São Paulo: Escuta, 2002.______. Spinoza et Le Problème de L´Expression. Paris: Minuit, 2010.______;GUATTARI, F. Mil Platôs: Capitalismo e Esquizofrenia, v.3, São Paulo: Editora 34, 1996.______; GUATTARI, F. Mil Platôs: Capitalismo e Esquizofrenia, v.4, São Paulo: Editora 34, 1997.______; GUATTARI, F. O que é a Filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.SPINOZA, B. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.Data de registro: 05/12/2017Data de aceite: 22/02/2018 
  • Philosophie des gartens. Zu Immanuel Kant kritik der urteilskraft

    Shneider, Jacob Hans Josef (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2009-08-21)
  • Catarse e educação dos sentidos: A contribuição da filosofia estética de Theodor Adorno

    CAPES. NEPEFIL. PPGE-UFES; Loureiro, Robson; Della Fonte, Sandra Soares; de Oliveira, Tamiris Souza (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2017-08-30)
     * Doutor em Educação: História e Política – pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor de Filosofia da Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo. Pós-doutorado em Filosofia pela School of Philosophy da University College Dublin. E-mail: robbsonn@uol.com.br ** Doutora em Educação: História e Política (UFSC). Professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). E-mail: sdellafonte@uol.com.br *** Mestre em Educação: Educação e Linguagens (UFES). Professora da Rede Pública da Serra (ES). E-mail: tamyrys1706@yahoo.com.br  Apoio: CAPES. NEPEFIL. PPGE-UFES Catarse e educação dos sentidos: A contribuição da filosofia estética de Theodor Adorno Resumo: Este artigo indaga a potencialidade da categoria catarse presente na teoria estética do filósofo Theodor Adorno. O objetivo é dimensionar o debate sobre formação estético-cultural e apropriação crítica dos produtos da indústria cultural no espaço escolar. Em Adorno, o tratamento dado à catarse sofre pelo menos um duplo deslocamento: a) em relação à psicanálise, reata o vínculo com a objetividade da história; b) em relação a Aristóteles, deixa de ser uma experiência do sujeito e é tratado como traço da obra de arte. Sugerem-se dois eixos de análise: 1) um vínculo mais direto entre a concepção de catarse em Adorno e a experiência estética de ensino de artes na escola e 2) a extensão dos traços da obra artística autêntica para os conhecimentos a serem tratados pedagogicamente pela instituição escolar. Palavras-chave: Catarse. Theodor Adorno. Teoria educacional crítica. Catharsis and education of senses: The contribution of aesthetic philosophy of Theodor Adorno Abstract: This article investigates the potential of catharsis as an important concept present in Theodor Adorno´s Aesthetic Theory. It aims to scale the debate on aesthetic-cultural training and critical appropriation of culture industry products at school. In Adorno, the treatment given to catharsis suffers at least a double shift: a) in relation to psychoanalysis, reattaches the link to the objectivity of history; b) in relation to Aristotle, no longer an experience of the subject and is treated as a trait of the artwork. It proposes two lines of analysis: 1) a more direct link between the concept of catharsis in Adorno and aesthetic experience of arts education in school; 2) the extent of the authentic artistic work traces for knowledge to be treated pedagogically by the academic institution. Keywords: Catharsis. Theodor Adorno. Critical educational theory. Catharsis et éducation des sens: La contribution de la philosophie esthétique de Theodor Adorno Résumé: Cet article pose des questions sur la potentialité de la catégorie catharsis présente dans la théorie esthétique du philosophe Theodor Adorno. L'objectif est de dimensionner le débat sur la formation esthétique-culturelle et l'appropriation critique des produits de l'industrie culturelle dans l'espace scolaire. A Adorno, le traitement accordé à la catharsis subit au moins un double déplacement: a) par rapport à la psychanalyse, ele reprend le lien avec l'objectivité de l'histoire; b) par rapport à Aristote, elle cesse d'être une expérience du sujet et est traitée comme un trait de l'œuvre d'art. Nous proposons deux axes d’analyse: 1) un lien plus direct entre la conception de la catharsis à Adorno et l& #39;expérience esthétique de l'enseignement des arts à l'école; 2) l'extension des traces de l'œuvre artistique authentique aux savoirs à traiter pédagogiquement par l'institution scolaire. Mots-clés: Catharsis. Theodor Adorno. Théorie de l'éducation critique.  
  • AS APORIAS DA DIDÁTICA EM DELEUZE E SPINOZA

    CNPq; Pinheiro, Ulysses (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-03-17)
    Em 1968, Gilles Deleuze redigiu dois de seus livros mais importantes, Diferença e repetição e Spinoza e o problema da expressão. Apesar de a questão do aprendi­zado ser central no primeiro, ela não aparece – pelo menos, não explicitamente –, no segundo. Veremos, porém, que essa questão desempenha um papel relevante na filosofia spinozana, inclusive no Spinoza “de Deleuze”, ou seja, aquele que emerge à luz dos problemas formulados pelo filósofo francês para construir sua apropriação do pensamento spinozano.AbstractIn 1968, Gilles Deleuze wrote two of his most important books, Difference and Repetition and Spinoza and the Problem of Expression. Even if the question of learning is central in the former, it does not appear – at least, not explicitly –, in the latter. It will be shown, however, that this question plays a relevant role in the philosophy of Spinoza, including in “Deleuze’s” Spinoza, i.e., the one that emerges illuminated by the problems formulated by the French philosopher in order to construct his appropriation of Spinozistic thought.Keywords: Deleuze. Spinoza. Pedagogy. ReferênciasBLANCHOT, Maurice. L’infini et l’infini. In: ______. La condition critique. Articles 1945-1998. Les Cahiers de la NRF. Paris: Gallimard, 2010. 502 p.______. O pensamento e a exigência de descontinuidade. In: ______. A conversa infinita I. A palavra plural. Tradução de Aurélio Guerra Neto. São Paulo: Escuta, 2001. p. 29-40.______. A literatura e o direito à morte. In: ______. A parte do fogo. Tradução de Ana Maria Scherer. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. 330 p. 283DELEUZE, Gilles. Spinoza. Philosophie pratique. Paris: Éditions de Minuit, 1981. 177 p.______. Diferença e repetição. Tradução de Luiz Orlandi e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 1988. 499 p.______. Conversações. Tradução de Peter Pál Pelbart. Rio de Janeiro: Editora 34, 1992. 232 p.______. Crítica e clínica. Tradução de Pter Pál Pelbart. São Paulo: Ed. 34, 1997. 176 p.______. L’abécédaire de Gilles Deleuze. Entrevista feita por Claire Parnet, filmada e dirigida por Pierre-André Boutang. Paris: Vidéo Éditions Montparnasse, 1996.______; PARNET, C. Diálogos. Tradução de José Gabriel Cunha. Lisboa: Relógio d’Água, 2004. 179 p.DOSSE, François. Gilles Deleuze & Félix Guattari. Biografia cruzada. Tradução de Fatima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2010. 440 p.FOUCAULT, Michel. Dits et écrits, I: 1954-1988. Paris: Éditions Gallimard, 1994. 847 p.SASSO, Robert; VILLANI, Arnaud (Org.).Le vocabulaire de Gilles Deleuze. Paris: Série Spéciale de la revue Noésis, No 3, 2003. 376 p.SPINOZA, Baruch. Epistolae Doctorum Quorundam Virorum. Et Auctoris Responsiones; Ad aliorum ejus Operum elucidationem non parùm facientes. Editado por Carl Gebhard. In: Opera IV. Im Auftr. d. Heidelberger Akad. d. Wiss. Heidelberg: Winter, 1987. 341 p.______. Tratado teológico-político. Tradução de Diogo Pires Aurélio. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 375 p.Data de registro: 02/07/2013Data de aceite: 22/01/2014 
  • LINEAMENTOS SOBRE A INCONSISTÊNCIA DA CRÍTICA DE ARENDT A MARX

    Fortes, Ronaldo Vielmi (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-03-17)
    Dentre as críticas mais difundidas do pensamento de Karl Marx, encontra-se Han­nah Arendt, que tece ao longo de várias obras comentários que impugnam grande parte de seu pensamento. O artigo se propõe a avaliar a validade das críticas por ela construídas, procurando demonstrar as diferenças na compreensão do político em ambos pensadores. AbstractAmong the most widespread criticism of the thought of Karl Marx, is Hannah Arendt, which weaves over several comments that impugn works much of his thinking. The paper aims to assess the validity of the criticism for her built, seeking to demonstrate the differences in the understanding of both political thinkers.Keywords: Karl Marx. Hannah Arendt. Political philosophy. ReferênciasARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1991a.________. De la historia a la acción. Barcelona: Paidós, 1995.________. ¿Qué es política?. Traducido por Rosa Sala Carbó. Ediciones Paidós: Barcelona, 1997.________. Tra passato e futuro. Roma: Garzanti Editori, 1991b.CHASIN, José. Marx: estatuto ontológico e resolução metodológica. In: _______. Pensando com Marx. São Paulo: Ensaio, 1995._______. O futuro ausente. In: ______. A determinação onto-negativa da politicidade. Revista Ad Hominen, Tomo III – Política. São Paulo: Estudos e Edições Ad Hominen, 2000.JAGUARIBE, Helio. A democracia de Péricles. In: _______. (Org.). A democracia grega. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1981.LUKÁCS, George. Per l’ontologia dell’essere sociale. Roma: Editori Riuniti, 1976.MAGALHÃES, Teresa Calvet. A categoria de trabalho (labor) em H. Arendt, Revista Ensaio, São Paulo, n. 14, p. 131-168, 1985.MARX, Karl. Das Kapital - kritik der politischen Ökonomie (Buch I). Marx-Engels Werke, Band 23. Berlin/DDR: Dietz Verlag, 1969._______. Die deutsche Ideologie. Marx-Engels Werke, Band 3. Berlin/DDR: Dietz Verlag, 1969a._______. Kritische Randglossen zu dem Artikel »Der König von Preußen und die Sozialreform. Von einem Preußen«. Marx-Engels Werke, Band 1. Berlin/DDR: Dietz Verlag, 1976._______. Lineamenti fondamentali della critica dell’economia politica. In: ______. Opere (XXIX - XXX) Scritti economici de Karl Marx 1857-1859. Roma: Editori Riuniti, 1986.______.Ökonomisch-philosophische Manuskripte; MEGA I, 2; Berlin: Dietz Verlag, 1982.______. Storia delle teorie economiche. Torino: Giulio Einaudi Editori, 1954.SMITH, Adam. Inquiry into the nature and causes of the wealth of nations. The Glasgow Edition of the Works of Adam Smith, v. 2/I-II. Indianapolis: Liberty Classics, 1976.Data de registro: 27/09/2013Data de aceite: 20/08/2014  
  • HISTÓRIA E LIBERDADE: A ESPERANÇA DE FREIRE E DE SPINOZA.

    Merçon, Juliana (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2012-07-19)
    A noção de esperança ocupa uma posição central na obra de Paulo Freire. Por compreendê-la como motora da mudança, necessidade ontológica e ato político, Freire conclui que é preciso educar a esperança para que não se converta em desesperança infértil ou desespero trágico. Em espírito freireano, meu propósito neste artigo é o de tecer um diálogo entre o pensamento deste grande educador e a filosofia de Spinoza. Este encontro impossível entre esses dois homens que se rebelaram, em pensamento e ato, contra as opressões de seus tempos, transcorrerá através da investigação dos seguintes temas: 1. o papel da esperança na noção freireana de história; 2. relações entre liberdade e necessidade; 3. funções sociais da esperança; e 4. a proposta de ‘educação da esperança’. Duas noções de esperança serão discutidas: a esperança ingênua e a esperança crítica. A provocação spinozana consistirá em sugerir uma postura ética e política que, movida por nossa potência para pensar e agir, prescinde da esperança.ReferênciasCHAUÍ, Marilena. Poder e liberdade: a política em Espinosa. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, n. 4, 2002.FREIRE, Paulo. Pedagogía de la esperanza. México: Siglo Veintiuno, 1993.______. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2000.SPINOZA, Benedictus de. Tratado Político. Coleção Os Pensadores. Tradução de Manuel de Castro. São Paulo: Abril Cultural, 1677/1997.______. Ética. Tradução de Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica, 1677/2007.Data de registro: 21/07/2011Data de aceite: 19/10/2011
  • IDEOLOGIA EM MARX E EM GRAMSCI

    Frosini*, Fabio (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2014-09-24)
    * Pesquisador em História da Filosofia no Departamento de Ciências do Homem da Universidade de Urbino-Itália. Membro da International Gramsci Society-Italia, membro de Comitê Científico da Fundação Instituto Gramsci-Roma-Itália. E-mail: fabio.frosini@uniurb.itResumoA tese mais difundida sobre a noção gramsciana de ideologia é que ela depende mais de Lênin que de Marx, enquanto é uma concepção neutra e descritiva e não crítica. Neste artigo, demonstra-se que esta tese é falsa. Para chegar a esta conclusão, mostrarei que: A) a noção de ideologia como “falsa consciência” é o resultado de uma simplificação realizada por Engels, e que a noção de ideologia elaborada nos anos 1840 por Marx e Engels é muito mais complexa; B) esta inclui, de fato, a capacidade de substituir de modo imaginário a práxis social real. Enquanto tal, a ideologia implica também que a sua crítica não pode ser um “desvelamento” teórico, mas a construção política, prática de um substituto real deste substituto imaginário; C) a conclusão é que só Gramsci, entre os marxistas, apreendeu a complexidade do conceito de ideologia e o desenvolveu de modo consequente como sinônimo de um processo de constituição de verdade/realidade.Palavras-chave: Karl Marx. Antônio Gramsci. Ideologia e verdade. Hegemonia.AbstractAccording to the accepted reading, Gramsci’s notion of ideology arises more from Lenin than from Marx, since it is neutral and descriptive rather than critical. In this paper, however, we show this argument to be incorrect. To reach to this conclusion we shall argue that: A) the notion of ideology as “false consciousness” results from a simplification made by Engels, whereas the concept of ideology, as it is elaborated by Marx and Engels in the 1840s, is much more multifaceted; B) the concept of ideology includes in fact the ability to substitute the real social praxis with an imaginary one. As such, the notion of ideology implies also that its critique cannot be reduced to a mere theoretical “unveiling”, but rather it must consist in the political, practical production of a real substitute for the imaginary one; and C) the conclusion is that only Gramsci, among marxists, grasped the complexity of the notion of ideology and developed it in a consistent manner as a synonym for a process of truth/reality constitution.Keywords: Karl Marx. Antonio Gramsci. Ideology and truth. Hegemony.*referênciasBALIBAR, E. La philosophie de Marx. Paris: La Découverte, 1993.BASSO, L. Socialità e isolamento. 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  • HABERMAS LEITOR DE MARX: ANÁLISE DOS ESCRITOS DOS ANOS DE 1960

    CAPES. Instituto Federal de Goiás/Campus de Goiânia. Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Faculdade de Filosofia e Ciências.; Silva, Marcelo Lira (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-11-08)
    Resumo: Objetiva-se com este artigo evidenciar o quadro referencial teórico presente na obra de Jürgen Habermas (1929 – ), a partir dos quais se possa analisar em que medida tal pensador estabeleceu relações de aproximação e ou distanciamento com a teoria social marxiana. Tratar-se-ia, portanto, de tentar evidenciar Jürgen Habermas enquanto leitor de Karl Marx (1818 – 1883), de tal forma a identificar as possíveis influências marxianas em sua obra. Nesse sentido, poder-se-ia levantar a seguinte questão: Seria possível pensar a obra de Jürgen Habermas, a partir do prisma marxiano? Para responder a tal questão, tentar-se-á desenvolver um trabalho genealógico acerca da teoria social de Jürgen Habermas, como forma de expor seus principais pontos de contato com a teoria social de Karl Marx, de tal forma que se possibilite ler a Theorie des Kommunikativen a partir das lentes marxianas. Portanto, o movimento desse trabalho é duplo: a) no primeiro, trata-se de identificar as categorias analíticas marxianas na obra de Jürgen Habermas; b) no segundo, tratar-se-ia de cotejá-las, comparando o sentido e o significado que possuem na obra de um e outro; e, por final c) buscar-se-ia diagnosticar e expor as relações de aproximação e distanciamento entre as teorias sociais dos dois filósofos alemães em questão.Palavras-chave: Jürgen Habermas (1929 – ). Karl Marx (1818 – 1883). Teoria Crítica.HABERMAS’ MARX READER: ANALISYS OF 60’ S WRITINGSAbstract: Objective with this article show the theoretical framework present in the work of Jürgen Habermas (1929 – ), from which you can examine to what extent such a thinker established closer relations and or estrangement with the Marxian social theory. Treat it would therefore try to show Jürgen Habermas as Karl Marx player (1818 – 1883), in such a way to identify possible Marxian influences in his work. In this sense, power would raise the question: Is it possible to think the work of Jürgen Habermas, from the Marxian prism? To answer this question, try to will develop a genealogical work on the social theory of Jürgen Habermas as a way to expose your main points of contact with the social theory of Karl Marx in such a way that enables read the Theorie des Kommunikativen from Marxian lenses. Therefore, the movement of this work is twofold: a) in the first, it is to identify the Marxian analytical categories in the work of Jürgen Habermas; b) in the second deal would of collates them, comparing the meaning and significance that have the work of one and the other; and, by the end c) seek would diagnose and explain the approach relationships and distancing between social theories of the two german philosophers in question.Keywords: Jürgen Habermas (1929 – ). Karl Marx (1818 – 1883). Critical Theory.Habermas lecteur du marx: analyse des éscrites de l’année 1960Résumé: L'objectif de cet article montrent le cadre théorique présente dans les travaux de Jürgen Habermas (1929 -), à partir de laquelle vous pouvez examiner dans quelle mesure un tel penseur établi des relations plus étroites et ou l'éloignement avec la théorie sociale marxiste. Treat il serait donc essayer de montrer Jürgen Habermas comme Karl Marx player (1818 à 1883), de manière à identifier les possibles influences marxistes dans son travail. En ce sens, le pouvoir serait poser la question: Est-il possible de penser le travail de Jürgen Habermas, du prisme marxienne? Pour répondre à cette question, essayer de se développer un travail généalogique sur la théorie sociale de Jürgen Habermas comme un moyen d'exposer vos principaux points de contact avec la théorie sociale de Karl Marx de telle manière qui permet de lire la Theorie des Kommunikativen de lentilles marxienne. Par conséquent, le mouvement de ce travail est double: a) dans le premier, il est d'identifier les catégories d'analyse marxiste dans les travaux de Jürgen Habermas; b) dans la deuxième affaire serait d'entre eux collationne, comparant le sens et la signification qui ont le travail de l'un et l'autre; et, à la fin c) chercher serait diagnostiquer et expliquer les relations d'approche et de distanciation entre les théories sociales des deux philosophes allemands en question.Mots-clés: Jürgen Habermas (1929 -). Karl Marx (1818 à 1883). Théorie Critique.* Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista – “Júlio de Mesquita Filho”. Professor no Instituto Federal de Goiás/Campus de Goiânia. E-mail: marcelo_lira@marilia.unesp.br Apoio: CAPES. Instituto Federal de Goiás/Campus de Goiânia. Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Faculdade de Filosofia e Ciências.
  • O HOMO FABER, DE USUÁRIO DE FERRAMENTAS A OBJETO TECNOLÓGICO 1

    Fundação Araucária; Oliveira, Jelson Roberto de (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-11-08)
    Resumo: Pretende-se nesse artigo analisar a figura do homo faber segundo a filosofia de Hans Jonas e sua visão descritivo-analítica e valorativa da técnica. Como, segundo o autor, a história da técnica poderia ser dividida em duas partes, a pré-moderna e a moderna, então é possível situar o homo faber segundo essas duas perspectivas: na era pré-moderna, ele é um usuário de ferramentas e na era moderna, um produto ou objeto tecnológico. Liga-se, assim, a antropologia filosófica à ética.Palavras-chave: Homo faber. Hans Jonas. Técnica. Antropologia.THE HOMO FABER, FROM TOOLS USER TO TECHNOLOGICAL OBJECTAbstract: The aim of this paper is to analyze the ideia of the homo faber according to Hans Jonas’s philosophy and his descriptive-analytical and evaluative view of technology. According to the author, the history of the technique could be divided in two parts, the pre-modern and modern, so it’s possible to understand the homo faber under these two perspectives: in the first case, he is an user of tools and, in the second, a product or a technological object. Binds thus, the philosophical anthropology to ethics.Keywords: Homo faber. Hans Jonas. Technology. Anthropology.L'HOMO FABER, DE UTILISATEUR DE OUTILS À OBJET TECHNOLOGIQUERésumé: Le but de cet article est d’analyser la idée de l’homo faber selon la philosophie de Hans Jonas et sa perspective descriptive-analytique et évaluative de la technique. Selon l'auteur, l'histoire de la technique pourrait être divisé en deux parties, pré-modernes et modernes, de sorte que c’est possible comprendre l'homo faber selon ces deux points de vue: dans la première, il est un utilisateur d’outil et d'autre part, un produit ou un objet technologique. Le homo faber relie ainsi, l'anthropologie philosophique à l'éthique.Mots-clés: Homo faber. Hans Jonas. Technologie. Anthropologie.[1] Esse artigo é produto de pesquisa apoiada pela Fundação Araucária, que vem sendo desenvolvida na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).* Doutor em Filosofia. Professor do programa de pós-graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). E-mail: jelson.oliveira@pucpr.brApoio: Fundação Araucária
  • A CONCEPÇÃO CARTESIANA DE SUJEITO: A ALMA E O ANIMAL RACIONAL

    Forlin, Enéias; Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2015-04-27)
    A concepção cartesiana de subjetividade é frequentemente mal compreendida. Passados quatros séculos, e depois de milhares de estudos feitos sobre a filosofia de Descartes, ainda se faz uma imagem significativamente distorcida do sujeito cartesiano. Segundo meu ponto de vista, a concepção cartesiana de sujeito é alvo de quatro grandes equívocos de interpretação: o primeiro é que Descartes seria o inventor da distinção real entre a natureza do espírito e da matéria. O segundo é que ele teria feito isso orientando-se por uma intenção primordialmente espiritualista, de ranço teológico e mesmo cristão, de quem pretendia mostrar que a mente ou consciência – sendo de natureza puramente imaterial, feita à imagem e semelhança de Deus – consistia numa realidade mais nobre e elevada que a realidade corpórea. O terceiro é de que a vontade, ou livre arbítrio, seria mesmo a faculdade essencial da alma. Por fim, o quarto é de que a concepção cartesiana de alma ou espírito consiste fundamentalmente na concepção cartesiana de homem ou animal racional. Ora, pretendo mostrar, ao longo de minha exposição sobre a concepção cartesiana de subjetividade, que essas quatro crenças ou opiniões são falsas e, em alguns aspectos, até mesmo contrárias às intenções de Descartes, de modo que são incompatíveis com a concepção cartesiana de sujeito.
  • O FENÔMENO DE DEUS A PARTIR DA IDEA INFINITATIS EM HUSSERL, SARTRE, LEVINAS E MARION

    Starzynski, Wojciech; Institute of Philosophy and Sociology of the Polish Academic of Sciences. (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2012-07-19)
    O termo “virada teológica da fenomenologia francesa” foi introduzido por D. Janicaud para estigmatizar certa tendência da teologização da fenomenologia. Se retiramos dessa expressão a significação negativa, uma questão mais séria se põe, já não de desqualificar tal ou qual autor, mas aquela de um lugar ou de uma maneira de acontecer essa “virada” na via fenomenológica do pensamento. Pode-se indicar tal momento em que se produz o evento da ocorrência ou de uma revelação de Deus? Pondo à parte a solução metafísica das provas da existência de um ente privilegiado, eu apresento a hipótese que será o fio condutor deste trabalho: o pensamento filosófico sobre Deus, sua eventual revelação, pode racionalizar-se essencialmente no domínio da filosofia do infinito, e mais precisamente, inspirando-se do pensamento cartesiano, em que a ideia do infinito aparece à subjetividade. Servindo-me deste motivo, gostaria de examinar as variantes de suas interpretações fenomenológicas, seguindo os exemplos-chave de Husserl, Sartre, Levinas, para enfim pôr em questão a fenomenologia da doação de J.-L. Marion.
  • EDUCAÇÃO SUPERIOR PRESBITERIANA NO BRASIL

    Almiro Schulz; Universidade Federal de Uberlandia (Uberlândia, MG, Brasil) (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2010-11-19)
    0 texto tern coma objetivto mostrar a origem e a evolução das ações voltadas para a educação superior, no contexto confessional presbiteriano no Brasil.
  • Confiança na educação - fundamento para o ato educativo protestante no Brasil

    Almiro Schulz (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2008-03-26)
  • Die Theologischen Traktate - A.M.S Boethius

    Marcio Chaves- Tannus; Universidade Federal de Uberlandia (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2008-03-26)
  • Da árvore e do rizoma: pensar para além do método o encontro da filosofia com a infância.

    CNPq. Bolsista PDE 2017'2018. University of British Columbia. FAPERJ.; Kohan, Walter Omar; Costa Carvalho, Magda (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2018-08-30)
    * Doutora em Filosofia pela Universidade dos Açores (UAc). Professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade dos Açores (UAc) e investigadora do Núcleo Interdisciplinar da Criança e do Adolescente da Universidade dos Açores (NICA-UAc).** Doutor em Filosofia pela Universidade Iberoamericana (IBERO). Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação (PROPEd) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador do CNPq e da FAPERJ.Apoio: CNPq, Bolsista PDE 2017'2018. University of British Columbia. FAPERJ.1 Os autores agradecem às vozes que, a partir do fora, ajudaram na tarefa do pensar...http://dx.doi.org/10.14393/REVEDFIL.issn.0102-6801.v32n65a2018-04Da árvore e do rizoma: pensar para além do método o encontro da filosofia com a infância1Resumo: Este trabalho busca pensar filosoficamente a questão do método nas práticas filosóficas com crianças. Analisa algumas influencias recebidas pelos criadores da Filosofia para Crianças, Matthew Lipman e Ann Margaret Sharp, como o pragmatismo de J. Dewey. Descreve os sentidos de três expressões afins na obra de Lipman: metódico, metodologia e método. Oferece algumas críticas a leituras do método: Hans-Georg Gadamer, mas sobretudo Henri Bergson e Gilles Deleuze. Finalmente, problematiza a necessidade de um método para fazer filosofia com crianças ou, de um modo mais geral, para pensar infantilmente na educação.Palavras chave: Método. Filosofia para crianças. Infância do pensamento.On the tree and rhizome: thinking beyond the method the encounter of philosophy with childrenAbstract: This work aims to consider philosophically the issue of the method in philosophical practices with children. It analyzes some influences received by the creators of Philosophy for Children, Matthew Lipman and Ann Margaret Sharp, like the pragmatism of J. Dewey. It describes the meanings of three similar expressions in Lipman's work: methodical, methodological and method. It offers some criticisms of method: Hans-Georg Gadamer, but especially Henri Bergson and Gilles Deleuze. Finally, he questions the need of a method for doing philosophy with children or, more broadly, for thinking childishly in education.Keywords: Method. Philosophy for children. Childhood of thought.Sobre el árbol y el rizoma: pensar el encuentro de la filosofía y la infancia más allá del métodoResumen: Este trabajo tiene como objetivo pensar filosóficamente el tema del método en las prácticas filosóficas con niñas y niños. Analiza algunas influencias recibidas por los creadores de Filosofía para Niños, Matthew Lipman y Ann Margaret Sharp, como el pragmatismo de J. Dewey. Describe los significados de tres expresiones similares en el trabajo de Lipman: metódico, metodológico y metodológico. Ofrece algunas críticas del método: Hans-Georg Gadamer, pero especialmente Henri Bergson y Gilles Deleuze. Finalmente, cuestiona la necesidad de un método para hacer filosofía con niñas y niños o, más ampliamente, para pensar infantilmente en educación.Palabras clave: Método. Filosofía para niños. Infancia del pensamento. I am verticalBut I would rather be horizontalSylvia PlathData de registro: 18/01/2018Data de aceite: 18/04/2018ReferênciasBadiou, A. Deleuze. O clamor do Ser. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.Bergson, H. Correspondances. Paris: Presses Universitaires de France, 2002.______. L’Évolution Créatrice. Paris: Presses Universitaires de France, 2007.______. Deux Sources de la Morale et de la Religion. Paris: Presses Universitaires de France, 2008.Bergson, H. La Pensée et le Mouvant. Paris: Presses Universitaires de France, 2009.______. Écrits Philosophiques. Paris: Presses Universitaires de France, 2011a.______. Introduction à la Metaphysique. 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