• A "bildung" hegeliana ainda nos é uma proposta possível?

      Nicolau, Marcos Fábio Alexandre (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-03-21)
      *Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professor Assistente do Curso de Filosofia e Colaborador no Mestrado Profissional em Saúde da Família da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA).A bildung hegeliana ainda nos é uma proposta possível?Resumo: Meu intuito neste artigo é saber se a Bildung, em seu matiz hegeliano, pode ser ainda uma proposta válida e fornecedora de valores capazes de viabilizar uma alternativa a problemas do âmbito educacional. Isso porque o ideal da Bildung em Hegel não deixa de ser marcado pela esperança de um progresso, de um aperfeiçoamento, que alguns descartam por não poder tomá-lo como algo efetível, realizável ou concretizável, além de estabelecer um necessitarismo formativo que constrange os indivíduos a um determinado tipo de formação. A partir de uma leitura pedagógica da obra hegeliana, almejo apresentar elementos que ainda tornam sua proposta formativa válida na contemporaneidade, rebatendo algumas críticas quanto a sua viabilidade.Palavras-chave: Bildung. Aperfeiçoamento. Reconhecimento. Educação contemporânea.A bildung hegeliana ainda nos é uma proposta possível?Abstract: My purpose in this article is to know if the Bildung in its Hegelian hue, can still be a valid tender and provider of values that are capable to enable an alternative to problems of the educational context. That’s because the ideal of Bildung in Hegel does not let not be marked by the hope of a progress, an improvement that some cast off because they can not take it as something effective, achievable or realizable, besides to establish a formative need which constrains individuals a specific kind of training. From a pedagogical reading of Hegel’s work I intend to introduce elements that still make his formative proposal valid in the con­temporary society, rebutting some criticism regarding its viability.Keywords: Bildung. Improvement. Acknowledgement. Contemporary education.Data de registro: 26/03/2014Data de aceite: 21/01/2015Referências:ARISTÓTELES. Metafísica – Livros I e II. São Paulo: Abril Cultural, 1974 (Coleção Os Pensadores).BARBOSA, R. A formação pela ciência: Schelling e a ideia de universidade. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.GADAMER, H.-G. Verdad y método. Salamanca: Sígueme, 1984.GUR-ZE’EV, I. A Bildung e a teoria crítica na era da educação pós-moderna. Linhas Críticas, Brasília, V. 12, n. 22, p. 5-22, jul./dez. 2006.HEGEL, G. W. F. Correpondance I – 1785-1812. Tradução de Jean Carrère. Paris: Gallimard, 1962._____. Fenomenologia do espírito. V. I. Tradução de Paulo Meneses com colaboração de Karl-Heinz Efken. Petrópolis: Vozes, 2001._____. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio III: filosofia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. São Paulo: Loyola, 1995._____. Rede zum Schuljahrabschluss am 14. September 1810. In: MOLDENHAUER,E.; MICHEL, K. M. (Org.). Hegel Werke in 20 Bänden – V. 4 – Nürnberger und Heidelberger Schriften: 1808-1917. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1996._____. Lições sobre a história da filosofia. Tradução Joaquim Nabuco. São Paulo: Abril Cultural, 1974. (Coleção Os Pensadores)._____. Filosofia do direito. Tradução de Paulo Meneses, et al. São Paulo: Edições Loyola, 2010.HOUAISS. A; VILLAR, M. de S; FRANCO, F. M. de. M. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.HUIZINGA, J. Homo ludens. Tradução de Eugenio Imaz. Madrid: Alianza Editorial, 2007.LESSING, G. E. Escritos filosóficos y teológicos. Tradução Augustin Andreu Rodrigo. Madrid: Editora Nacional, 1982.QUINTALE NETO, F. Para uma interpretação do conceito de Bildungsroman.Pandemonium Germanicum, São Paulo, v. 8, n. 9, p. 185-205, Out. 2005.SCHMIED-KOWARZIK, W. Pedagogia dialética: de Aristóteles a PauloFreire. São Paulo: Brasiliense, 1988._____. Hegel e a pedagogia. In: DALBOSCO, C.A.; FLICKINGER, H.G.(Org.). Educação e maioridade: dimensões da racionalidade pedagógica.São Paulo / PassoFundo: Cortez / Ed. da Universidade de Passo Fundo, p.153-179, 2005.SPEIGHT, A. Hegel, Literature and the problem of agency. Cambridge:Cambridge University Press, 2001. https://doi.org/10.1017/CBO9780511612831SUAREZ, R. Nota sobre o conceito de Bildung (formação cultural). Kriterion, Belo Horizonte, n. 12, p. 191-198, Dez. 2005.VATTIMO, G. Da Nietzsche a Huntington, como evitare lo scontro de civiltà nella Babbel postmoderna: Solo l’estetica ci puó salvare. La Stampa, 31 de Ottobre 2001, p. 32. Disponível em: <http://www.archiviolastampa.it/component/option,com_lastampa/task,search/mod,libera/action,viewer/Itemid,3/page,32/articleid,0346_01_2001_0300_0032_3091573/anews,-true/>. Acesso em: 02 Dez. 2014. 
    • A APROPRIAÇÃO DE ARISTÓTELES POR JOHN DEWEY

      As pesquisas que originaram este trabalho foram subsidiadas pelo Conselho Nacionalde Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).; Pimenta de Araújo, Rita de Cássia; da Cunha, Marcus Vinicíus (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2011-07-20)
      * Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista e Professora Adjunto da Universidade Federal do Piauí.** Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista e Professor de Filosofia da Educação e História da Educação do Curso de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo.As pesquisas que originaram este trabalho foram subsidiadas pelo Conselho Nacionalde Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).A apropriação de aristóteles por john deweyResumo: Este artigo analisa as relações entre as filosofias de John Dewey e Aristóteles, tomando como objeto de estudo o livro Logic: the theory of inquiry. Nesse livro, publicado em 1938, Dewey conclui suas reflexões sobre a teoria lógica apresentadas principalmente em Como pensamos, obra que mostra a relevância desse tema para a educação. A primeira parte do artigo é composta por um breve histórico da lógica, desde Aristóteles até o início do século XX; as duas partes seguintes apresentam o argumento do autor acerca da lógica aristotélica; a quarta parte expõe a teoria proposta por Dewey e as duas últimas seções analisam como Dewey vê Aristóteles, considerando a via interpretativa oriunda da escolástica e o movimento contemporâneo de revisão das ideias aristotélicas. No intuito de oferecer contribuições para futuros estudos, o trabalho também discute a apropriação de Aristóteles por Dewey e sugere algumas hipóteses sobre esse tema.Palavras-chave: John Dewey. Aristóteles. Lógica. Teoria da Investigação.Abstract: This article analyses the relationship between John Dewey’s and Aristotle’s philosophies, adopting as reference the book Logic: the theory of inquiry. In this book, published in 1938, Dewey concludes his reflexions about logic theory, specially presented in How we think, a work that shows the relevance of this theme for education. The first part of the article is composed by a brief history of logic, since Aristotle until the early 1950s; the two subsequent parts explain the author’s arguments about Aristotelian logic; the fourth presents the theory proposed by Dewey and the last two analyses how Dewey sees Aristotle, considering the interpretative way originated from scholastic and also the contemporary movement that review the Aristotelian ideas. In order to offer contributions to future studies, the article also discusses the appropriation of Aristotle by Dewey and suggests some hypothesis about this theme.Keywords: John Dewey. Aristotle. Logic. Theory of Inquiry.Referências:ABBAGNANO, N. Dicionário de filosofia. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.ARAÚJO, R. C. P. Lógica, investigação e democracia no discurso educacional de John Dewey. 2009. 180f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2009.ARAÚJO, R. C. P. & CUNHA, M. V. Lógica e educação em John Dewey. In: PAGNI, P. A. (Org.). II Simpósio Internacional em Educação e Filosofia. Faculdade de Filosofia e Ciências, Unesp, 2008. CD-ROM.ARISTÓTELES. Órganon. Tradução Edson Bini. Bauru/SP: EDIPRO, 2005.______. Metafísica. Tradução Edson Bini. Bauru/SP: EDIPRO, 2006.BERTI, E. Aristóteles no século XX. Tradução Dion Davi Macedo. São Paulo: Loyola, 1997._______. As razões de Aristóteles. Tradução Dion Davi Macedo. 2 edição. São Paulo: Loyola, 2002.CHAMBLISS, J. J. The influence of Plato and Aristotle on John Dewey’s philosophy. Lewinston: The Edwin Mellen, 1990.COPI, I. M. Introdução à lógica. 2. ed. Tradução Álvaro Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1978.BINI, E. Dados biográficos. In: ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 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II. 2. ed. Tradução Henrique C. de Lima Vaz e Marcelo Perine. São Paulo: Loyola, 2002.Data de Registro: 16/09/2009Data de Aceite: 08/08/2010
    • A ARTE DA PERSUASÃO: RETÓRICA E MODOS CORRETOS DE FALAR E ESCREVER NA COMPANHIA DE JESUS NO SÉCULO XVI

      Capes e Fapemig; de Faria*, Marcos Roberto (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2014-09-24)
      * Doutor em Educação: História, Política, Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com Bolsa Sanduíche (CAPES) pelo Dipartimento di Filosofia da Università degli Studi di Udine – Itália (2008-2009). Professor de História e Filosofia da Educação no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Alfenas – MG. E-mail: marcosfaria07@yahoo.com.brResumoO objetivo deste artigo é apresentar a relação entre retórica e os modos corretos de falar e escrever, a partir de documentos do período de fundação da Companhia de Jesus. O artigo aponta que, assim como ocorreu nos séculos XII e XIII, os jesuítas combinaram a arte de escrever cartas com a de fazer discursos. Herdada da tradição retórica, a formalidade do discurso contido nas missivas jesuíticas dá-lhes credibilidade. Para verificar como se dava a arte da persuasão pela fala, o artigo faz uso de algumas cartas jesuíticas que demonstravam as técnicas usadas pelos inacianos para se aproximarem dos nativos da América portuguesa, a fim de que a pregação da doutrina fosse assimilada por eles. Por fim, o texto apresenta algumas missivas que determinaram os modos corretos de escrever no início da organização da Companhia de Jesus.Palavras-chave: Retórica. Contra-Reforma. Companhia de Jesus.AbstractThis paper explains the relationship between rhetoric and the correct ways of speaking and writing, based on documents from the time when the Society of Jesus was founded. It shows that, as happened in the twelfth and thirteenth centuries, the Jesuits combined the art of writing letters and making speeches. Inherited from the rhetorical tradition, the formality of discourse contained in Jesuit letters lent them credibility. To investigate the art of persuasion through speech, this paper makes useof some Jesuit letters demonstrating the techniques used by the Jesuits to build relationships with Portuguese-speaking Latin Americans so the doctrine they preached was assimilated by them. Finally, the paper presents some letters that establish the correct ways to write in the early day of the Society of Jesus.Keywords: Rhetoric. Counter-Reformation. The Society of Jesus.Apoio: CAPES e FAPEMIGReferênciasADVERSE, Helton. Maquiavel: política e retórica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.BARROS, Maria Candida Drumond Mendes. “O ofício de falar: o perfil do ‘Língua’ (intérprete) no Brasil do século XVI”. In: NEGRO, Sandra; MARZAL, Manuel M. (Org.). Un Reino en la frontera: las missiones jesuitas en la América Colonial. Lima: Fondo Editorial de la Pontificia Universidad Católica del Perú, 1999.BROUWER, Desclee de. Ignace de Loyola: Écrits. Collection Christus, n. 76. Paris, 1991.CARVALHO, L. R. de. Descartes e os ideais de uma pedagogia moderna. Revista de História. São Paulo, São Paulo, v. 5, n. 12, p. 449-453, out./dez. 1952.CASTELNAU-L’ESTOILE, C. Operários de uma vinha estéril: os jesuítas e a conversão dos índios no Brasil – 1580-1620. Bauru: Edusc, 2006.EISENBERG, J. As missões jesuíticas e o pensamento político moderno: encontros culturais, aventuras teóricas. Belo Horizonte: UFMG, 2000.GINZBURG, C. Relações de força: história, retórica, prova. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.HAMILTON, D. Notas de lugar nenhum: sobre os primórdios da escolarização moderna. Revista Brasileira de História da Educação. Campinas, v.1, n. 1, p. 45-73 , jan./jun. 2001.HANSEN, J. A. Ratio studiorume política católica ibérica no século XVII. In: VIDAL, Diana G.; HILSDORF, Maria Lúcia S. (Org.). Tópicas em história da educação. São Paulo: Edusp, 2001a.______. A civilização pela palavra. In: LOPES, E. M. T.; FARIA FILHO, L. M.; VEIGA, C. G. (Org.). 500 anos de educação no Brasil. 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    • A Atlandida e os ciclos em Vico

      dos Santos, Vladimir Chaves (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2010-05-11)
      A teoria ciclica da historia tem muitas variantes. Em Vico a teoria ciclica é adaptada a teoria do progresso.
    • A ATUAÇÃO DA CONGREGAÇÃO DO SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA DE BERLAAR EM MINAS GERAIS, BRASIL (1907-1971): APONTAMENTOS HISTÓRICOS E HISTOGRÁFICOS DA EDUCAÇÃO A PARTIR DE ARQUIVOS E FONTES

      Apoio: CNPq. FAPEMIG.; Lima, Geraldo Gonçalves de; Gatti Júnior, Décio (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-11-08)
      Resumo:  O intuito da presente exposição consiste em abordar as evidências disponíveis para os pesquisadores que pretendem investigar a chegada e a atuação da Congregação do Sagrado Coração de Maria de Berlaar na educação católica, considerando o período entre a chegada das missionárias ao Brasil (1907) e a publicação da Lei nº. 5692/1971 (Reforma de 1º e 2º graus), com destaque para as seguintes fontes, dispostas em arquivos: documentos eclesiais, legislações, manuais, registros (cadernos; boletins; livros de atas; diários; correspondências). Consistem em documentação de grande importância para o entendimento da educação católica ao longo do século XX, destacadamente em Minas Gerais. A fundação da Congregação das irmãs do Sagrado Coração de Maria de Berlaar ocorre em 1845, na Bélgica, no contexto de renovação e de propagação eclesial missionária católica, destacando-se a educação como forma de difusão doutrinária. Em Minas Gerais, a expansão escolar da congregação abrange destacadamente cidades como Montes Claros, Araguari, Patrocínio, Pará de Minas e Belo Horizonte.Palavras-chave: Educação. História da Educação. Educação Católica. Fontes e arquivos. Congregação das Irmãs do Sagrado Coração de Maria de Berlaar.THE PERFORMANCE OF THE CONGREGATION OF THE SACRED HEART OF MARY BERLAAR IN MINAS GERAIS, BRAZIL (1907-1971): HISTORICAL NOTES AND EDUCATIONB HISTORIOGRAPHICAL FROM THES FILES AND SOURCESAbstract:  The aim of this exhibition is to address the evidence available to researchers intend to investigate the arrival and the work of the Congregation of the Sacred Heart of Mary Berlaar in catholic education, considering the period between the arrival of the missionaries to Brazil (1907) and the publication of Law n. 5692/1971 (Reform 1st and 2nd degrees), with emphasis on the following sources, arranged in files: church documents, laws, manuals, records (books, newsletters, books of minutes, diaries, correspondence). Consist of documentation of great importance for the understanding of catholic education throughout the twentieth century, notably in Minas Gerais. The foundation of the sisters of the Congregation of the Sacred Heart of Mary Berlaar occurs in 1845, in Belgium, in the context of ecclesial renewal and missionary catholic propagation, emphasizing education as a form of doctrinal dissemination. In Minas Gerais, the school expanding congregation covers prominently cities like Montes Claros, Araguari, Patrocínio, Pará de Minas and Belo Horizonte.Keywords: Education. History of Education. Catholic Education. Sources and archives. Congregation of the Sisters of the Sacred Heart of Mary Berlaar.La actuación de la Congregación del Sagrado Corazón de María de Berlaar en Minas Gerais, Brasil (1907-1971): apuntes históricos e historiográficos de la Educación a partir de archivos y fuentesResumen:  El objetivo del presente trabajo consiste en comprender la actuación de la Congregación del Sagrado Corazón de María de Berlaar en el campo educativo, a partir de fuentes sistematizadas y dirigidas hacia la Historia de las Instituciones Escolares (JULIA, 2001) y, destacadamente, para la Historia de las Disciplinas Escolares (CHERVEL, 1990). Como recorte temporal, se consideró el periodo entre la llegada de las misionarias (1907) y la publicación de la Ley nº 5.692/1971. Las fuentes disponibles del acervo son documentos eclesiásticos, legislaciones, manuales, periódicos, iconografía, registros manuscritos y/o impresos. El tratamiento de las fuentes corrobora la relevancia del entendimiento de la actuación educativa católica a lo largo del siglo XX, teniendo en vista que la referida Congregación fue influenciada por el contexto de renovación y de propagación eclesial misionera, entendida la educación como forma estratégica de difusión doctrinaria. En Minas Gerais (Brasil), la expansión escolar de la congregación abrazo los municipios de Montes Claros, Araguari, Patrocinio, Pará de Minas e Belo Horizonte.Palabras clave: Educación. Historia de la Educación. Educación Católica. Fuentes y archivos. Congregación de las Hermanas del Sagrado Corazón de María de Berlaar.Apoio: CNPq. FAPEMIG.
    • A atualidade da crítica de Adorno à indústria Cultural

      Silva, Rafael Cordero (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2015-10-06)
    • A AUTONOMIA DO ALUNO NAS CONCEPÇÕES CLÁSSICA E ILUMINISTA DE EDUCAÇÃO

      Mendonça, Samuel; Filho, Armando Lourenço (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2012-07-12)
      Neste artigo, procuramos investigar e discutir a questão da autonomia do educando em dois diferentes momentos históricos: o período clássico e o moderno. O problema do artigo diz respeito à pergunta: Como a questão da autonomia discente foi discutida nos períodos clássico e moderno? Baseamo-nos, sobretudo, nas concepções platônicas acerca da Paidéia e, na concepção educacional pensada por Rousseau e por Kant, no período iluminista, orientada por um novo ideal de formação humana que priorizava o desenvolvimento da razão. Ambas as concepções (clássica e iluminista) apontam para a humanização e para o aperfeiçoamento do homem por meio da educação, destacando, nesse processo, a importância da formação autônoma. O método diz respeito à revisão bibliográfica por se tratar de exame realizado no contexto da filosofia da educação. Como resultados, pudemos perceber que a autonomia constitui-se de base fundamental para a educação clássica e moderna.ReferênciasABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução de Alfredo Bosi. Revisão de Ivone Castilho Benedetti. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.BRAGA, Marco. A nova paidéia: ciência e educação na construção da modernidade. Rio de Janeiro: E-papers, 2000.DALBOSCO, Claudio A. Kant & a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.________. Educação natural em Rousseau - das necessidades da criança e dos cuidados do adulto. São Paulo: Cortez, 2011.FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Mini Aurélio: o dicionário da língua portuguesa. 8. ed. Curitiba: Positivo, 2010.GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2002.JAEGER, Werner Wilhelm. Paidéia: a formação do homem grego. Tradução de Artur M. Parreira, adaptação para a edição brasileira Monica Stahel, revisão do texto grego Gilson Cesar Cardoso de Souza. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1994.KANT, Immanuel. Resposta à pergunta: o que é o esclarecimento? Tradução de Luiz Paulo Rouanet. Brasília: Casa das musas, 2008._______. Sobre a pedagogia. Tradução de Francisco Cock Fontanella. Piracicaba: Unimep, 1996.KOHAN, Walter Omar. Sócrates & a Educação: o enigma da filosofia. Tradução de Ingrid Müller Xavier. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.MARROU, Henri Irénée. História da educação na antiguidade. Tradução de Mário Leônidas Casanova. São Paulo: EPU, 1975.MÄRZ, Fritz. Grandes educadores: perfis de grandes educadores e pensadores pedagógicos. Tradução de Edwino A. Royer. São Paulo: EPU, 1987.MORANDI, Franc. Introdução à pedagogia. São Paulo: Ática, 2008.PLATÃO. Apologia de Sócrates. Tradução de Enrico Corvisieri. In: ______. Sócrates: vida e obra. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1999.ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da educação. 3.ed. São Paulo: Difel, 1979.SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2008.WEBER, José Fernandes. Formação (Bildung), educação e experimentação em Nietzsche. Londrina: Eduel, 2011.Data de registro: 16/01/2012Data de aceite: 21/03/2012
    • A AUTORIDADE PEDAGÓGICA EM TEMPOS DE CULTURA DIGITAL

      CNPq; FAPESP; Soares Zuin, Antônio Alvaro (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-03-21)
      O professor sempre se caracterizou como um importante modelo de referência, sobretudo no transcorrer do processo de socialização escolar e da configuração da identidade dos alunos. Mas, e se houvesse uma sociedade cujas relações materiais de produção determinassem transformações radicais na produção e disseminação do conhecimento, a ponto de alterarem decisivamente o modo como as relações entre professores e alunos se desenvolveriam? Tem-se, como principal objetivo deste artigo, refletir filosófica e educacionalmente sobre essa questão, de modo que se pretende desenvolver a seguinte linha argumentativa: em tempos da disseminação da cultura digital, há modificações nucleares em relação ao conceito de autoridade pedagógica, o que acarreta alterações decisivas nas relações entre professores e alunos.Abstract The teacher was always characterized as an important model of reference, especially during the student’s process of scholar socialization and identity configuration. But what would happen if there was a society whose material relations of production determined radical transformation in the production and reproduction of knowledge, so that the development of the relations between teachers and students were decisively altered? The aim of this article is to critically reflect on the philosophical and educational aspects of this question. Therefore the author would like to defend the following argument: in times of the dissemination of the digital culture, there are decisive modifications on the concept of pedagogic authority and this fact produces radical transformations in the relations between teachers and students.Keywords: Pedagogic authority. Digital culture. Critical theory. Culture industry. Internet.  Apoio: CNPq.  FAPESP ReferênciasADORNO, T. W. Erziehung zur Mündigkeit. Frankfurt am Main: Suhrkamp Verlag, 1971.ANDERS, G. Die Antiquiertheit des Menschen I. München: C. H. Beck, 2002.BACON, F. Novum Organum, coleção: Os pensadores. 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Students’ Consent to a teacher‘s pedagogical authority, Scandinavian Journal of Educational Research, Finland, v. 55, n. 4, p. 403-424, 2011. <<http://dx.doi.org/10.1080/00313831.2011.587325 >>HOPE, A. Student resistance to the surveillance curriculum. International Studies in Sociology of Education, London, v.20, n. 4, p.319-334, 2011. << http://dx.doi.org/10.1080/09620214.2010.530857>>HERBART, J. F. Pedagogia geral. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003.HORKHEIMER, M. Autoridade e família. Lisboa: Apáginastantas, 1983.KANT, I. Idéia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. São Paulo: Brasiliense, 1986.KYRIACOU, C. Effective teaching in schools: theory and practice. Cheltenham: Stanley Thornes, 2009.LIMA, L. Rio branco suspende 107 alunos após protesto contra câmeras em sala de aula. Estadao.com.br, São Paulo, 25 de setembro de 2012. 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    • A avaliação no contexto da ação pedagógica do professor de história

      Turini, Leide Divina Alvarenga (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2008-10-15)
    • A BILDUNG HEGELIANA AINDA NOS É UMA PROPOSTA POSSÍVEL?

      Nicolau, Marcos Fábio Alexandre (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2016-03-21)
      Meu intuito neste artigo é saber se a Bildung, em seu matiz hegeliano, pode ser ainda uma proposta válida e fornecedora de valores capazes de viabilizar uma alternativa a problemas do âmbito educacional. Isso porque o ideal da Bildung em Hegel não deixa de ser marcado pela esperança de um progresso, de um aperfeiçoamento, que alguns descartam por não poder tomá-lo como algo efetível, realizável ou concretizável, além de estabelecer um necessitarismo formativo que constrange os indivíduos a um determinado tipo de formação. A partir de uma leitura pedagógica da obra hegeliana, almejo apresentar elementos que ainda tornam sua proposta formativa válida na contemporaneidade, rebatendo algumas críticas quanto a sua viabilidade.Abstract My purpose in this article is to know if the Bildung in its Hegelian hue, can still be a valid tender and provider of values that are capable to enable an alternative to problems of the educational context. That’s because the ideal of Bildung in Hegel does not let not be marked by the hope of a progress, an improvement that some cast off because they can not take it as something effective, achievable or realizable, besides to establish a formative need which constrains individuals a specific kind of training. From a pedagogical reading of Hegel’s work I intend to introduce elements that still make his formative proposal valid in the con­temporary society, rebutting some criticism regarding its viability.Keywords: Bildung. Improvement. Acknowledgement. Contemporary education.ReferênciasARISTÓTELES. Metafísica – Livros I e II. São Paulo: Abril Cultural, 1974 (Coleção Os Pensadores).BARBOSA, R. A formação pela ciência: Schelling e a ideia de universidade. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.GADAMER, H.-G. Verdad y método. Salamanca: Sígueme, 1984.GUR-ZE’EV, I. A Bildung e a teoria crítica na era da educação pós-moderna. Linhas Críticas, Brasília, V. 12, n. 22, p. 5-22, jul./dez. 2006.HEGEL, G. W. F. Correpondance I – 1785-1812. Tradução de Jean Carrère. Paris: Gallimard, 1962._____. Fenomenologia do espírito. V. I. Tradução de Paulo Meneses com colaboração de Karl-Heinz Efken. Petrópolis: Vozes, 2001._____. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio III: filosofia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. São Paulo: Loyola, 1995._____. Rede zum Schuljahrabschluss am 14. September 1810. In: MOLDENHAUER,E.; MICHEL, K. M. (Org.). Hegel Werke in 20 Bänden – V. 4 – Nürnberger und Heidelberger Schriften: 1808-1917. Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1996._____. Lições sobre a história da filosofia. Tradução Joaquim Nabuco. São Paulo: Abril Cultural, 1974. (Coleção Os Pensadores)._____. Filosofia do direito. Tradução de Paulo Meneses, et al. São Paulo: Edições Loyola, 2010.HOUAISS. A; VILLAR, M. de S; FRANCO, F. M. de. M. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.HUIZINGA, J. Homo ludens. Tradução de Eugenio Imaz. Madrid: Alianza Editorial, 2007.LESSING, G. E. Escritos filosóficos y teológicos. Tradução Augustin Andreu Rodrigo. Madrid: Editora Nacional, 1982.QUINTALE NETO, F. Para uma interpretação do conceito de Bildungsroman.Pandemonium Germanicum, São Paulo, v. 8, n. 9, p. 185-205, Out. 2005.SCHMIED-KOWARZIK, W. Pedagogia dialética: de Aristóteles a PauloFreire. São Paulo: Brasiliense, 1988._____. Hegel e a pedagogia. In: DALBOSCO, C.A.; FLICKINGER, H.G.(Org.). Educação e maioridade: dimensões da racionalidade pedagógica.São Paulo / PassoFundo: Cortez / Ed. da Universidade de Passo Fundo, p.153-179, 2005.SPEIGHT, A. Hegel, Literature and the problem of agency. Cambridge:Cambridge University Press, 2001. <<http://dx.doi.org/10.1017/CBO9780511612831>>SUAREZ, R. Nota sobre o conceito de Bildung (formação cultural). Kriterion, Belo Horizonte, n. 12, p. 191-198, Dez. 2005.VATTIMO, G. Da Nietzsche a Huntington, como evitare lo scontro de civiltà nella Babbel postmoderna: Solo l’estetica ci puó salvare. La Stampa, 31 de Ottobre 2001, p. 32. Disponível em: <http://www.archiviolastampa.it/component/option,com_lastampa/task,search/mod,libera/action,viewer/Itemid,3/page,32/articleid,0346_01_2001_0300_0032_3091573/anews,-true/>. Acesso em: 02 Dez. 2014.Data de registro: 26/03/2014Data de aceite: 21/01/2015  
    • A BIOGRAFIA DA NAÇÃO COMO PEDAGOGIA DA FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO NO BRASIL IMPÉRIO: JOAQUIM MANUEL DE MACEDO DO I.H.G.B E SUAS LIÇÕES DE HISTÓRIA DO BRASIL A PARTIR DO IMPERIAL COLÉGIO DE PEDRO II.

      Gatti Junior, Decio (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2010-11-19)
      RESENHA : MATTOS, SELMA RINALDI DE. (2000). O BRASIL EM LIÇÕES: A HISTORIA COMO DISCIPLINA ESCOLAR EM JOAQUIM MANUEL DE MACEDO. (COLEÇÃO APRENDIZADO DO BRASIL; RIO DE JANEIRO. ACCES.2000.141 P.).
    • A CENTELHA SE ACENDE NA AÇÃO: A AUTOEDUCAÇÃO DOS TRABALHADORES NO PENSAMENTO DE ROSA LUXEMBURGO

      Löwy, Michael (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2014-09-22)
      * Diretor de pesquisas emérito do CNRS (Centre National de Recherche Scientifique), Paris. E-mail: michael.lowy@orange.fr. RESUMO: Encontramos em Rosa Luxemburgo uma ampla reflexão, filosófica e política, sobre uma forma especifica de educação, que a seu ver é a mais importante, do ponto de vista da emancipação das classes subalternas: a autoeducação pela práxis, a autoeducação dos explorados e oprimidos pela experiência da ação coletiva. Sua oposição irreconciliável ao capitalismo e ao imperialismo, sua concepção de um socialismo ao mesmo tempo revolucionário e democrático, baseado na práxis autoemancipadora dos trabalhadores, na autoeducação pela experiência de luta social das grandes massas populares é de uma impressionante atualidade, sobretudo aqui, no Brasil e na América Latina.Palavras-chave: Autoeducação. Emancipação das classes subalternas. Rosa Luxemburgo.RESUMÉ: Nous trouvons chez Rosa Luxemburg une ample réfléxion, philosophique et politique, sur une forme spécifique d’éducation, qui est, à son avis, la plus importante du point de vue de l’émancipation des classes subalternes: l’ auto-éducation des exploités et opprimés par l’expérience de l’action collective. Son opposition irréconciliable au capitalism et à l’impérialisme, sa conception d’un socialisme em même temps révolutionnaire et démocratique, fondé sur la praxis auto-émancipatrice des travailleurs, dans l’auto-éducation par l’expérience de lutte sociale des grandes masses populaires et d’une impressionnante actualité, surtout ici, au Brésil et em Amérique latine.Mots-clés: Auto-éducation. Émancipation des classes subalternes. Rosa Luxemburg.ReferênciasLIEBKNECHT, Karl. A Rosa Luxemburg: remarques à propos de son projet de thèses pour le groupe “Internationale”. Partisans, n. 45, jan.1969.LOUREIRO, Isabel. Rosa Luxemburg: os dilemas da ação revolucionária. São Paulo: Unesp, 1995.LUKACS, Georg. Histoire et conscience de classe (1923).Paris: Minuit, 1960.LUXEMBURGO, Rosa. Die Krise der Sozialdemokratie, von Junius. Bern: Unionsdruckerei, 1916.______. Massenstreik, Partei und Gewerkschaften. In: ______. Gewerkschaftskampf und Massenstreik:Eingeleitet und Bearbeitet von Paul Frölich. Berlin: Vereinigung Internationaler Verlagsanstalten Berlin, 1928.______. Rede zum Programm der KPD (Spartakusbund). Ausgewählten Reden und Schriften, Band II. Berlin: Dietz Verlag, 1953.______. Die Russische Revolution. Frankfurt: Europäische Verlaganstalt, 1963.______. Brochura Juniusem Rosa a vermelha. São Paulo: Busca Vida, 1988.______. A l’ecole du socialisme. In: ______. Œuvres Complètes: Tome II. Trad. Lucie Roignant. Paris: Agone, 2012.Data de registro: 06/03/2014Data de aceite:23/04/2014
    • A cidadania dos brasileiros sendo forjada nos bastidores - será este o real conteúdo que a escola quer ensinar? -

      de Medeiros, Marilú Fontoura; Colla, Anamaria Lopes; Lima, Carmem Lúcia; de Oliveira, Leunice Martins; de Medeiros, Fernanda; de Oliveira, Lenôra (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2015-10-06)
    • A CIÊNCIA PÓS-MODERNA, OS INTELECTUAIS E O ENGAJAMENTO SOCIAL: APONTAMENTOS SOBRE A PRODUÇÃO ACADÊMICA DE AUTORIA SURDA

      FAPEMIG; Ribeiro, Maria Clara Maciel de Araújo (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2014-09-22)
      Este estudo reflete sobre um fazer acadêmico que se mostra mesclado a um fazer social, político e militante: o fazer acadêmico empreendido por sujeitos surdos na pós-graduação stricto-sensu. Compreendido como representante de um modelo de racionalidade científica emergente, tal fazer apresenta a particularidade de ser autorreferenciável e, em alguma medida, autobiográfico. A partir da focalização da tensão estabelecida entre o discurso acadêmico e o discurso ativista, este estudo lança luz sobre um fato social e acadêmico notadamente pós-moderno.ReferênciasECO, Humberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1992.FOUCAULT, M. Microfisica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 2004GOMES, N. Intelectuais negros e a produção de conhecimento: algumas reflexões sobre a realidade brasileira. In: SANTOS, B. S.; MENEZES, M. P. (Org.). Epistemologias do Sul. São Paulo: Cortez, 2010. p. 492-518.GONÇALVES, M. B. Boaventura de Sousa Santos e a Pós-Modernidade de Contestação: algumas notações marxistas. AURORA,ano V, n. 8, p. 1-17. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/aurora/article/view/1265/1125>. Acesso em: 19 out. 2012.LANE, H. L. Do deaf people have a disability? Sign Language Studies, Washington, v. 2, n. 4, p. 356-378, 2002.MAMA, Amina. Será ético estudar a África? Considerações preliminares sobre pesquisa acadêmica e liberdade. In: SANTOS, B. S. MENEZES, M. P. (Org.). Epistemologias do Sul.São Paulo: Cortez, 2010. p. 603-637.REZENDE, P. L. F.; REZENDE JR, F. F. Os surdos nos rastros da sua intelectualidade específica. In: QUADROS, R. M.; PERLIN, G. (Org.). Estudos Surdos.1. ed. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007. v. II, p. 190-211. Disponível em: <http://editora-arara-azul.com.br/ParteB.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2010.RIBEIRO, R. J. O cientista e o intelectual. In: NOVAES, A. (Org.). O silêncio dos intelectuais.São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 137-150.SANTOS, B. de S. Introdução a uma ciência pós-moderna. 3. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2000.SANTOS, B. S. Um discurso sobre as ciências. 13. ed. Porto: Afrontamento, 2005.TEIXEIRA, A. S. Educação e o mundo moderno. 2. ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1974.VILHALVA, S. Trajetória política dos surdos no Brasil: aprovação em concursos públicos e pós-graduação: Mestrado e Doutorado antes e depois da Lei 1.0436/2002 e do Decreto 5.626/2005. In:CONGRESSO INTERNACIONALDO INSTITUTO NACIONALDE EDUCAÇãO DE SURDOS, 11.; SEMINÁRIONACIONAL DO INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇãO DE SURDOS, 17. 2010. Rio de Janeiro.Anais do Congresso. Edição: Instituto Nacional de educação de Surdos, 2010. Disponível em: <www.ines.gov.br/cienciaetecnologia/arquivos/anais2010.pdf>. Acesso em: 12 ago. 2012.Data de registro: 25/04/2013Data de aceite: 20/11/2013
    • A CONCEPÇÃO CARTESIANA DE SUJEITO: A ALMA E O ANIMAL RACIONAL

      Forlin, Enéias; Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2015-04-27)
      A concepção cartesiana de subjetividade é frequentemente mal compreendida. Passados quatros séculos, e depois de milhares de estudos feitos sobre a filosofia de Descartes, ainda se faz uma imagem significativamente distorcida do sujeito cartesiano. Segundo meu ponto de vista, a concepção cartesiana de sujeito é alvo de quatro grandes equívocos de interpretação: o primeiro é que Descartes seria o inventor da distinção real entre a natureza do espírito e da matéria. O segundo é que ele teria feito isso orientando-se por uma intenção primordialmente espiritualista, de ranço teológico e mesmo cristão, de quem pretendia mostrar que a mente ou consciência – sendo de natureza puramente imaterial, feita à imagem e semelhança de Deus – consistia numa realidade mais nobre e elevada que a realidade corpórea. O terceiro é de que a vontade, ou livre arbítrio, seria mesmo a faculdade essencial da alma. Por fim, o quarto é de que a concepção cartesiana de alma ou espírito consiste fundamentalmente na concepção cartesiana de homem ou animal racional. Ora, pretendo mostrar, ao longo de minha exposição sobre a concepção cartesiana de subjetividade, que essas quatro crenças ou opiniões são falsas e, em alguns aspectos, até mesmo contrárias às intenções de Descartes, de modo que são incompatíveis com a concepção cartesiana de sujeito.
    • A concepção de subjtividade em Lèvinas: da solidão da hipóstase ao encontro com a alteridade

      Moreira, Jacqueline de Oliveira; Moro, SJ, Pe Ulpiano Vasquez (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2010-05-11)
      Introdução a Levinas a partir da discussão sobre a problemática da subjetividade.
    • A CONCEPÇÃO DE TRABALHO NA FILOSOFIA DE HEGEL E MARX

      CNPq; Semeraro, Giovanni (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2013-07-16)
      A influência da filosofia de G. W. F. Hegel foi muito marcante na estruturação do pensamento de K. Marx. Embora tenha posto em evidência aspectos questionáveis de seu mestre de juventude, Marx assimila substancialmente a “filosofia da história” e a concepção “dialética” de Hegel. Poucos, no entanto, sabem que o maior filósofo “idealista” chegou a inspirar também os elementos fundamentais do trabalho no idealizador do “materialismo histórico”. Nas páginas desse texto, enquanto se evidenciam os diferentes pontos de vista desses dois grandes pensadores, se destaca particularmente a revolucionária concepção de trabalho e de homem que emana dos seus escritos, apontando com isso horizontes que podem dar respostas à crise que assola profundamente o mundo atual. Palavras-chave: Trabalho – Filosofia – Hegel - MarxReferênciasARENDT , H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.BODEI , R. Macchine, astuzia, passione: para a gênese da sociedade civil em Hegel. In: CHIEREGHIN , F. (Ed.). Filosofia e sociedade civil em Hegel. Trento: Verifiche, 1977.ENGELS , F. Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã. In: Mar x, K.; ENGELS , F. Obras escolhidas. São Paulo: Omega, s/d.FINESCHI , R. Marx e Hegel. Contributi a una rilettura. Roma: Carocci, 2006.GOR Z, A. O imaterial. São Paulo: Annablume, 2005.GRAMSCI , A. Quaderni del carcere, 4 v. Editado por V. Gerratana. Torino: Einaudi, 1975.HEGEL , G. W. F. O Sistema de vida ética. Lisboa: Edições 70, 1991._______. Fenomenologia do espírito. 2 v. Petrópolis: Vozes, 1992._______. Filosofia dello spirito jenese, editado por Cantillo. Bari: Laterza, 1971._______. Lineamenti della Filosofia del Diritto. Diritto naturale e scienza dello Stato in compendio, editado por G. Marini. Roma-Bari: Laterza, 1996.INFRANCA , A., Trabajo, individuo, historia. El concepto de trabajo em Lukács. Buenos Aires: Herramienta, 2005.KOSIK , K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.LOSURDO , D. Contra-história do liberalismo. Aparecida: Idéias e Letras, 2006.LUKÁCS , G. Ontologia dell’essere sociale. Roma: Editori Riuniti, 1976._______. Il giovane Hegel e i problemi della società capitalistica. 2 v. Torino: Einaudi, 1975.MAR X, K. Il Capitale. Critica dell’economia politica. 3 v. Roma: Riuniti, 1984._______. Manoscritti economico-filosofici del 1844, editado por N. Bobbio, Torino: Einaudi, 1968._______. Lineamenti fondamentali di critica dell’economia politica. 2 v. Torino: Einaudi, 1976._______. Salario, prezzo e profitto. Roma: Riuniti, 1987._______. I risultati della dominazione britannica in India. In: ______. India, Roma: Riuniti, 1993._______. Questione ebraica. Roma: Riuniti, 1964.MAR X, K.; ENGELS , F. A Ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1998.MOULIER , Y.; BOUTANG , Dalla schiavitù al lavoro salariato. Roma: Manifestolibri, 2002.NEGRI , A.; HARDT , M. Il lavoro di Dioniso. Per la critica dello Stato postmoderno. Roma: Manifestolibri, 1995.SANTOS , J. E. Trabalho e riqueza na Fenomenologia do espírito de Hegel. São Paulo: Loyola, 1993.
    • A concepção de “trabalho” na filosofia de Hegel e Marx

      CNPq; Semeraro, Giovanni (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2013-07-16)
      *Doutor em Filosofia Política, com bolsa sanduíche, pela Università degli Studi di Padova. Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor Associado da Universidade Federal Fluminense, Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Filosofia Política e Educação (NUFIPE) e pesquisador do Cnpq.A concepção de “trabalho” na filosofia de Hegel e MarxResumo: A influência da filosofia de G. W. F. Hegel foi muito marcante na estruturação do pensamento de K. Marx. Embora tenha posto em evidência aspectos questionáveis de seu mestre de juventude, Marx assimila substancialmente a “filosofia da história” e a concepção “dialética” de Hegel. Poucos, no entanto, sabem que o maior filósofo “idealista” chegou a inspirar também os elementos fundamentais do trabalho no idealizador do “materialismo histórico”. Nas páginas desse texto, enquanto se evidenciam os diferentes pontos de vista desses dois grandes pensadores, se destaca particularmente a revolucionária concepção de trabalho e de homem que emana dos seus escritos, apontando com isso horizontes que podem dar respostas à crise que assola profundamente o mundo atual.Palavras-chave: Trabalho. Filosofia. Hegel. Marx.A concepção de “trabalho” na filosofia de Hegel e MarxAbstract: The influence of the philosophy of G.W.F. Hegel in the thought of Marx was very important. Although has brought to light questionable aspects of his young master, substantially Marx assimilates “philosophy of history” and the “dialectic” of Hegel. Few, however, know that the greatest philosopher “idealist” even inspires the key elements of labor in creator of “historical materialism”. In the pages of this text, are showed the different views of these two great thinkers, but are stand out particularly the revolutionary concept of work and man that emanate from his writing, pointing horizons that can provide answers to the deep crisis in the world current.Keywords: Work. Philosophy. Hegel. Marx.Data de registro:25/04/2012Data de aceite:25/01/2013Referências:ARENDT , H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.BODEI , R. Macchine, astuzia, passione: para a gênese da sociedade civil em Hegel. In: CHIEREGHIN , F. (Ed.). Filosofia e sociedade civil em Hegel. Trento: Verifiche, 1977.ENGELS , F. Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã. In: Mar x, K.; ENGELS , F. Obras escolhidas. São Paulo: Omega, s/d.FINESCHI , R. Marx e Hegel. Contributi a una rilettura. Roma: Carocci, 2006.GOR Z, A. O imaterial. São Paulo: Annablume, 2005.GRAMSCI , A. Quaderni del carcere, 4 v. Editado por V. Gerratana. Torino: Einaudi, 1975.HEGEL , G. W. F. O Sistema de vida ética. Lisboa: Edições 70, 1991._______. Fenomenologia do espírito. 2 v. Petrópolis: Vozes, 1992._______. Filosofia dello spirito jenese, editado por Cantillo. Bari: Laterza, 1971._______. Lineamenti della Filosofia del Diritto. Diritto naturale e scienza dello Stato in compendio, editado por G. Marini. Roma-Bari: Laterza, 1996.INFRANCA , A., Trabajo, individuo, historia. El concepto de trabajo em Lukács. Buenos Aires: Herramienta, 2005.KOSIK , K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.LOSURDO , D. Contra-história do liberalismo. Aparecida: Idéias e Letras, 2006.LUKÁCS , G. Ontologia dell’essere sociale. Roma: Editori Riuniti, 1976._______. Il giovane Hegel e i problemi della società capitalistica. 2 v. Torino: Einaudi, 1975.MAR X, K. Il Capitale. Critica dell’economia politica. 3 v. Roma: Riuniti, 1984._______. Manoscritti economico-filosofici del 1844, editado por N. Bobbio, Torino: Einaudi, 1968._______. Lineamenti fondamentali di critica dell’economia politica. 2 v. Torino: Einaudi, 1976._______. Salario, prezzo e profitto. Roma: Riuniti, 1987._______. I risultati della dominazione britannica in India. In: ______. India, Roma: Riuniti, 1993._______. Questione ebraica. Roma: Riuniti, 1964.MAR X, K.; ENGELS , F. A Ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1998.MOULIER , Y.; BOUTANG , Dalla schiavitù al lavoro salariato. Roma: Manifestolibri, 2002.NEGRI , A.; HARDT , M. Il lavoro di Dioniso. Per la critica dello Stato postmoderno. Roma: Manifestolibri, 1995.SANTOS , J. E. Trabalho e riqueza na Fenomenologia do espírito de Hegel. São Paulo: Loyola, 1993.
    • A CRIAÇÃO E A CONSOLIDACAO DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS SANTO TOMÁS DE AQUINO EM UBERABA, MINAS GERAIS: UMA EXPERIÊNCIA SINGULAR DA CONGREGAÇÃO DOMINICANA NO BRASIL (1948-1961)

      de Oliveira, Sebatião josé; Gatti Junior, Décio (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2010-11-19)
      Este trabalho visa apresentar os resultados de uma pesquisa sobre a gênese das licenciaturas em Uberaba, propiciadas por uma instituição de ensino superior, de carater confessional católico, dirigida pelas Irmãs Dominicanas.
    • A criança [pobre] em escola católica na cidade paroquial de Jardim do Seridó (Rio Grande do Norte, 1943-1951)

      de Araújo, Marta Maria (Edufu – Editora da Universidade Federal de Uberlândia, 2009-08-20)