Ethic@ , uma publicação do Núcleo de Ética e Filosofia Política da UFSC , tem como objetivo principal publicar trabalhos (artigos, resenhas, entrevistas, etc.) de excelência e vanguarda na área de Filosofia Moral Moderna e Contemporânea. Com periodicidade semestral (junho e dezembro), a revista ficará disponível gratuitamente na versão eletrônica a cada número no endereço www.cfh.ufsc.br/ethic@ e, posteriormente, será editada no formato tradicional ou em CD-ROM para usos pessoais ou consultas em bibliotecas. ethic@ não possui orientação ideológica e publica artigos de quaisquer tradições ou linhas de pesquisa filosófica que satisfaçam os requisitos de excelência acadêmica. Os trabalhos podem versar tanto sobre questões meta-éticas quanto normativas e de ética aplicada. Neste último caso, a discussão deve ser claramente feita a partir de um ponto de vista filosófico.

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The Globethics.net library contains articles of ethic@ as of vol. 1(2002) to current.

Recent Submissions

  • Metaethical assumptions of philosophical anarchism

    Universidade Estadual de Londrina, Departamento de Filosofia; Faggion, Andrea Luisa Bucchile (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    As a positive thesis, philosophical anarchism claims that political authority is always at odds with practical rationality insomuch as authoritative directives are best analysed as content-independent reasons. The aim of this paper is to clarify the metaethical assumptions behind such a claim. Since philosophical anarchists reject as irrational the possibility that an agent can follow content-independent reasons issued by another agent, emphasising agents’ responsibility to assess the content of every directive before acting in conformity with it, it is safe to say that philosophical anarchists must be cognitivist in metaethics. At the very least, were there no right or wrong answers to questions such as “what does one have reason to do in these circumstances?”, answers such as “one should follow authoritative directives” would be as good as any other. However, philosophical anarchism requires much more than metaethical cognitivism; indeed, it requires a very specific (and ambitious) type of cognitivism. I intend to show which one.
  • A virtude da solidariedade na hermenêutica enquanto um jogo de fusão de horizontes

    CNPQ e FAPERGS; Rohden, Luiz (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    O objetivo deste paper é explicitar e fundamentar a virtude da solidariedade subjacente à teoria e à prática da Hermenêutica Filosófica de Hans-Georg Gadamer, a qual é imprescindível para alcançarmos nossa felicidade e criarmos um ethos de responsabilidade mútua. Embora Gadamer não tenha dito ou sustentado essa hipótese, mostrarei sua plausibilidade lógica bem como pertinência teórica e prática. Para tanto, mostrarei as relações íntimas entre Hermenêutica e Solidariedade enquanto jogos de fusão de horizontes regidos pelo pressuposto de que somos seres linguísticos que visamos, desde os primórdios da humanidade, de uma ou de outra forma, instituir um ethos de parceria, de harmonia e de cooperação mútua. Justificarei isso explicitando, inicialmente, significados e sentidos do termo Solidariedade em Gadamer, denominando-o um jogo com regras e finalidades próprias de uma virtude ética enquanto contenção de si e instituição do bem. Aprofundarei, a seguir, elos entre Hermenêutica e Solidariedade a partir dos temas da linguagem e da tradição enquanto exercícios de fusão de horizontes pautados pela instituição do acordo consigo mesmo e com os outros. Ao final, apontarei algumas implicações para nossa realização pessoal e social bem como para proteção da natureza.  
  • Ignorância moral e o papel das virtudes

    CNPq; Coitinho, Denis (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    O objetivo deste artigo é investigar o problema da ignorância moral, especificamente, quero saber em que medida uma ação errada cometida por um agente responsável pode ser apropriadamente censurada, considerando que a ação errada foi cometida por ignorância. Inicio com uma descrição do fenômeno da ignorância moral e uma definição. Posteriormente, investigo como a virtude epistêmica da autonomia e a virtude moral da justiça nos auxiliam a melhor lidar com o problema em questão a partir do escopo da responsabilidade coletiva. Por fim, ressalto os aspectos sociais deste tipo de ignorância, com destaque para os fenômenos do viés cognitivo e progresso moral. Proponho que a ignorância moral de um agente pode ser um alvo apropriado de censura apenas quando ele estiver justificado epistemicamente de forma moderada, mas não expressar as virtudes cidadãs da autonomia e justiça. 
  • In search of moral knowledge

    CNPq; Bonella, Alcino Eduardo (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    In this article, after clarifying aspects of the claim to objectivity in the common moral judgments and general aspects of moral epistemology, I present and analyze the possibility of the existence and attainment of true moral beliefs, firstly, in skeptical positions contrary to this, as in the nihilistic perspective of error theory and in the subjectivist perspective of relativistic theories (social and individual), then, secondly, I present and analyze the traditional concept of moral knowledge in two favorable realist positions, the naturalist realism and the non-naturalist realism or intuitionism. A perspective normally considered contrary to obtaining true moral beliefs is the expressivist one, but I suggest and outline here how it, or at least some of its more sophisticated versions, can be epistemically friendly in the search for moral knowledge, in a more weak meaning of the concept. 
  • Respecting biographies all the way down: a conception of personhood best suitable for a person-centered healthcare of individuals with severe disorders of consciousness

    Bianca Andrade é Bolsista da Capes; Andrade, Bianca; Azevedo, Marco Antonio (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    Person-Centered Healthcare (PCH) is interested in persons, but for many philosophers (at least in traditional accounts) not all human beings should be considered (strictly) “persons.” Nevertheless, if PCH is interested in persons, and if persons are truly all that matters, then we need to rethink about these traditional accounts on the ontology of personhood. After all, in PCH, it is not solely individuals with mature rational selves that demand healthcare needs. Newborns, toddlers, children, the mentally handicapped, and the elderly with chronic or progressive conscious disorders, as well as people endowed with severe disorders of consciousness (SDC), are certainly also persons with rights to healthcare. So, in taking PCH seriously, it seems necessary that the concept of the person be extended in order to include those individuals with insipient or immature levels of consciousness as well as those who are severely and permanently mentally handicapped. After all, it seems plainly acceptable that in clinical practice those individuals also need appropriate care and should be cared for and respected in the same way we care and respect all non-mentally disabled individuals. In this chapter, we will depart from some well-known philosophical concepts of what it means to be a person and try to offer a broader and more inclusive meaning. In our ontology, persons are human beings with a socially recognized biography, which implies recognizing those individuals as bearers of not only necessities, but interests and claims. Sometimes, those interests and claims, besides necessities and wellbeing, are not expressed by them due to severe disabilities, as is the case of individuals with SDC. With a PCH approach in patients that suffer from SDC, it is not only care that matters, but also respect. Caregivers therefore should not only sympathetically care for the wellbeing of these people but also be concerned with respecting their interests and claims by interpreting them empathetically, in the light of their biographical story. Our conclusion is that, in order to be coherent, PCH must consider individuals with severe disorders of consciousness as persons, and we think that our revised concept of personhood fits with this requirement. 
  • Neurociência cognitiva e epistemologia moral: sobre a irredutibilidade do saber ao conhecimento

    CNPq; Dall'Agnol, Darlei (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    Trata-se, neste trabalho, de mostrar a irredutibilidade do saber, em especial do saber moral, ao conhecimento de tipo proposicional. A partir das contribuições da neurociência cognitiva para a epistemologia moral, argumenta-se que o saber-como (knowing-how) não pode ser completamente analisado em termos do saber-que (knowing-that). Critica-se, então, as tentativas recentes, em especial de Stanley, de mostrar que todo conhecimento é proposicional. Finalmente, o trabalho ilustra como o saber moral pode ser identificado em atitudes, por exemplo, saber-como cuidar de um indivíduo vulnerável, saber-como respeitar pessoas etc. A conclusão, então, é que o saber moral não é identificável com o conhecimento factual. 
  • A natureza do juízo moral em Hume

    Universidade Federal de Santa Catarina - Campus Araranguá S.C; Lunardi, Giovani Mendonça (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    A interpretação padrão da teoria da motivação humeana considera que a mesma subscreveria um modelo conativista baseado em desejos (paixões), enquanto intrinsecamente motivadores, que nos comprometeriam com uma concepção de internalismo motivacional e, por conseguinte, com uma posição não-cognitivista. Basicamente, esta interpretação padrão de Hume, sustenta que os juízos morais são de natureza puramente conativa, fornecendo, assim, ao agente uma razão ou motivo intrínseco para agir (internalismo motivacional), não exprimindo, no entanto, nenhum conteúdo racional cognitivo (não-cognitivismo). Dada a aproximação entre verdade e conhecimento, os cognitivistas afirmam também a tese de que há autêntico conhecimento moral. Os juízos morais possuem conteúdo cognitivo e não apenas, como querem os não-cognitivistas, expressões de atitudes, de preferências, de desejos ou de prescrições. Desta forma, o contraste entre cognitivismo e não-cognitivismo gira primariamente em torno da questão sobre a natureza do juízo moral. E, na interpretação clássica de Hume, a natureza do juízo moral seria não-cognitiva. Com este trabalho exploro uma linha de argumentação alternativa, em defesa de uma posição que privilegia a possibilidade de um conhecimento moral, segundo a filosofia moral de Hume. Os fundamentos da moral em Hume examinam a exigência motivacional tendo como alvo, a ser criticado, não o conhecimento moral (cognitivismo) e sim o racionalismo moral. No entanto, essa linha alternativa, não representa uma adesão pura ao cognitivismo. A estratégia seguida por essa argumentação, consiste em apontar o aspecto “prático” dos juízos morais, ou seja, o seu papel na orientação e na motivação das ações morais, e, em seguida, argumentar que, dada essa função primordial dos juízos morais, repetindo, o seu caráter prático, orientador de ações, não exclui, também, um conhecimento moral. De certa forma, o argumento é que, segundo a teoria da motivação de Hume, a natureza do juízo moral teria uma dimensão objetiva e prática (aquilo que realmente nos move para a ação). 
  • Presentation

    Azevedo, Marco Antonio (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-05-20)
    Presentation to the ethic@'s issue: n. 01, v. 19, (2020).
  • Interpreting the Claim to Legitimate Authority: an Analysis of Joseph Raz's Objection Against Incorporating Moral Norms into Law

    Alfredo Carlos Storck, UFRGS, Departamento de Filosofia; Peres, Ramiro Ávila (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    From a critical review of the literature, we analyze the incompatibility between the possibility of incorporating moral principles to the law and its authoritative nature, as argued by exclusive positivists, such as J. Raz. After presenting his argument in second section, we argue in the third section that it is incompatible with commonly accepted (even by Raz)  premises of the theory of legal interpretation, or else it would lead to contradiction - unless one presupposes, within the premises, a strong version of the sources thesis (which is what Raz intends to prove). In conclusion, we return to the arguments presented, concluding with a possible difficulty for the adoption of exclusive positivism by people inside a legal practice. 
  • A questão da mulher em Rousseau e as críticas de Mary Wollstonecraft

    Paiva, Wilson Alves de (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    Rousseau foi um dos maiores expoentes da intelectualidade europeia do século XVIII e que, juntamente com os demais, não escapou de reproduzir em seus escritos a visão da família patriarcal, sobretudo no Emílio. Wollstonecraft foi uma escritora e filósofa inglesa, conhecida defensora dos direitos das mulheres, que criticou Rousseau. O presente texto procura discutir diferenças e aproximações entre os dois, buscando ressaltar que o filósofo genebrino contribuiu com o debate, mesmo sem ter discutido o tema diretamente. Também procura demonstrar que é um equívoco interpretá-lo como um antifeminista ou alguém que tenha sido contrário à educação da mulher, tal como o fez Wollstonecraft em seu livro A vindication of the rights of woman.
  • The Philosophical Tradition and the Paradox of the End of the Subject

    Almeida, Rogério Miranda de (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    These reflections aim at analyzing the question of the end of subject from the Western philosophical tradition. Thus, after a brief historical introduction beginning from Plato and passing through Aristotle, Augustine of Hippo and Thomas Aquinas, the text intends to examine the question of subject and subjectivity in the modern and, principally, in the contemporary philosophy: Schopenhauer and Nietzsche. From the Freudian and Lacanian perspective, it will be taken more explicitly into consideration the problematic of the end of subject, which essentially expresses itself through the paradox of an internal exclusion. Therefore, the philosophical and psychological subject is revalued, reinterpreted and surpassed, but from and throughout the same symbolic universe, in which it moves itself and from which it paradoxically excludes itself. 
  • Filosofia em (e contra) seu tempo

    Moraes, Felipe Moralles e (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    Nada claro é o sentido em que a filosofia se relaciona com seu próprio tempo e seu próprio presente. Da perspectiva da história do pensamento filosófico, vários modelos foram sugeridos, desde uma forte confiança na tradição, até a rejeição completa do presente e a demanda por uma “filosofia do futuro“; desde a suspeita de que a filosofia nada mais é do que uma ideologia entre outras, até a exigência de que ela se engaje nas lutas e conflitos de seu tempo a fim de se preparar para um futuro melhor. Este ensaio apresenta uma análise e uma problematização dessas abordagens e defende um ponto de vista que parte da relação precária, ambivalente e contingente da filosofia com seu tempo e sua contemporaneidade. Nem totalmente autônoma, nem inteiramente submetida ao seu próprio tempo, a filosofia pode ocupar uma posição instável na qual crítica e resistência são possíveis, mesmo que não garantidas derradeiramente.
  • Debate Between Sieyes and Tom Paine

    Consani, Cristina Foroni (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    This paper presents a translation of the debate between Emmanuel Sieyes and Thomas Paine on the modern concept of representative government. 
  • Transferring Non-Responsibility

    FAPESP; Merlussi, Pedro; Maruchi, Gabriel de Andrade (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    The Direct Argument argues for the claim that determinism and moral responsibility are incompatible. The most controversial assumption of the argument is the thought that "not being responsible for" transfers across conditionals: if no one is (even partially) morally responsible for the fact that p is true, and no one is (even partially) morally responsible for the fact that p ⸧ q is true, then no one is (even partially) morally responsible for the fact that q is true. Here we argue that the principle is true if one accepts a truth-maker account of the relationship between non-responsibility and propositions. While non-responsibility transfers across conditionals, one upshot of the truth-maker account is that it allows one to be responsible for necessary truths.
  • Partial Theory of Justice and Political Democratic Structure in Nussbaum’s Theory

    Diana Piroli, Universidade Federal de Santa Catarina, CAPES; Nunzio Ali, Universidade de São Paulo, FAPESP.; Ali, Nunzio; Piroli, Diana (Universidade Federal de Santa Catarina, 2019-12-31)
    Neste trabalho defendemos que o progresso da abordagem das capabilities está no desenvolvimento teórico da estrutura política democrática, para tanto, tomaremos como base o modelo normativo de Nussbaum. Primeiramente esta investigação classifica a teoria das capabilities em dois grupos: o modelo top down e o bottom up. Nussbaum tem um tipo de abordagem de “cima para baixo”, na qual inicia construindo uma teoria que parte de questões mais abstratas e somente depois desce para o nível de implementação institucional. Enquanto Amartya Sen, em contrapartida, possui um modelo “de baixo para cima”, iniciando das demandas de justiça que vem da esfera pública, depois subindo para questões normativas menos concretas (a sua “ideia de justiça”). No segundo momento, apresentamos a teoria parcial de justiça de Nussbaum  argumentando que ela é composta de quatro estágios: (a) primeiro, a elaboração da lista de capabilities, (b) segundo, o processo de validade normativa, (c) terceiro, a estabilidade de uma sociedade justa e (d) quarto, a implementação institucional do limiar básico de capabilities. Em relação a esse quarto estágio, no terceiro momento do artigo, desenvolvemos especificamente o papel da estrutura política como escopo teórico o qual a teoria das capabilities precisa investir como forma de progresso teórico. Em outras palavras, o futuro da teoria das capabilities está principalmente no entrelaçamento entre teoria das capabilities com uma forma de governo democrática. Finalmente, na última seção, propomos uma reelaboração do limiar básico de capabilities (a lista) de Nussbaum, de forma a torná-lo mais compatível com a estrutura política democrática.
  • Pressupostos metafísicos para a fundamentação da moral em Schopenhauer

    CNPq (Bolsa de Produtividade em Pesquisa - categoria PQ-2); Dalcol, Mônica Saldanha; Alós, Anselmo Peres (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-01-29)
    A reflexão acerca da natureza da fundamentação da moral possui uma longa trajetória na filosofia. Uma das principais é proposta desenvolvida pelo filósofo alemão Arthur Schopenhauer, que fundamenta a moralidade a partir da compaixão. Nesse artigo, analisaremos quais são os pressupostos metafísicos necessários para a formulação de uma ética da compaixão.  
  • The Dualism of Practical Reason: The Profoundest Problem of ethics

    CAPES/print; Nahra, Cinara (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-01-29)
    The aim of this article is to discuss and revisit what Sidgwick called the profoundest problem of ethics: the dualism of practical reason. I argue that Crisp’s dual source view provides a good solution for the dualism via the small cost principle showing that we have to balance agent relative and agent neutral reason in a kind of a rational “negotiation” between our egoistic and our altruistic motivations. I suggest, however, that in order to justify his solution it is necessary to go beyond Sidgwick establishing a limit for the acceptance of egoism as a legitimate method of ethics. I propose also that the dualism is not only the profoundest problem of ethics, but also one of the more serious, it is the biggest contemporary ethical puzzle of humankind, and whose practical solution is of paramount importance for the future of life on earth.  
  • Variations on Heidegger´s Concept of Man

    CNPq; Santos, Eder Soares (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-01-29)
    The aim of this article is to explore the different moments of the understanding of the concept of man in Heidegger's work, taking into account what has come to be known as the first and second periods of his writings. In this sense, short reflections are made to first show what is meant by Dasein (being there) and by man in Being and Time, emphasizing that in that work, "man" is a concept of minor importance. After that, the reintroduction of the concept of man in Heidegger's philosophy is presented based on a phenomenological-hermeneutic approach and its developments. Next, we describe what kind of role the concept of man plays in his thinking about the truth of being after 'the turn' (Kehre). Eventually, we show how central this concept is for the reflection on the appropriative event of being (Ereignis).  
  • Inclusive Hermeneutics: Ethical Perspectives

    Junglos, Márcio (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-01-29)
    This article is concerned with inclusive hermeneutics. Six attitudes will be developed in order for a hermeneutics to be inclusive. In the first four attitudes, we are inspired by the resolutions of Husserl's paradoxes in his book The Crisis of European Sciences and Transcendental Phenomenology: An Introduction to Phenomenological Philosophy, discussed in the paragraphs 52-54. After this, the term reversibility, reworked by Merleau-Ponty, will be essential to broaden our conception of inclusiveness. Finally, the new perspectives on the concept of otherness/alienness in Waldenfels will support an inclusive ethical-practical interpretation. This inclusiveness will lead us within an authentic judgment, fostering a realization of the Law in the context of the recognition of the differences, through a constant process of Law itself.
  • Democracia e direitos humanos no contexto da reformulação da teoria do discurso

    Dias do Carmo, Luís Alexandre (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-01-29)
    Nessa pesquisa iremos tratar do projeto democrático de sociedade e os direitos humanos, no contexto da reformulação da teoria do discurso de Habermas em Direito e democracia (DD) e no seu ensaio O conceito de dignidade humana e a utopia realista dos direitos humanos (DH): as implicações da interpretação habermasiana da sua própria teoria dos direitos fundamentais (exposta em DD) à luz do conceito de dignidade humana (no ensaio DH). Conclusão: tal reformulação não é livre de problemas! Na fundamentação do direito enquanto tal, e especificamente dos direitos humanos, em DD, tal fundamentação não é posta de forma explícita e no outro texto, apresenta-se uma série de dificuldades, o que revela o caráter insatisfatório, do ponto de vista filosófico, de sua teoria do direito e dos direitos humanos. 

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