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dc.contributor.authorJohn Markoff
dc.date.accessioned2019-10-25T19:41:39Z
dc.date.available2019-10-25T19:41:39Z
dc.date.created2017-09-28 23:19
dc.date.issued2013
dc.identifieroai:redalyc.org:86826041003
dc.identifierhttp://www.redalyc.org/articulo.oa?id=86826041003
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.12424/1490035
dc.description.abstractO campo conceitual das análises sobre a democracia, de um modo geral, tem sido delimitado territorialmente. Para a democracia antiga, o território foi aquele da cidade-estado; para a democracia moderna, um estado nacional. Ainda que, a partir do final do século 18, a democracia tenha se constituído em um conjunto de instituições e de práticas muito diferentes daquelas da democracia antiga, e embora a democracia moderna venha sofrendo contínuas e significativas mudanças, a noção de territorialidade delimitada persistiu como pressuposto central. No início do século 21, no entanto, há muitas razões para prever uma profunda mudança conceitual. A rede de conexões transnacionais, o desenvolvimento de estruturas transnacionais de tomada de decisão (da UE ao FMI) e a enorme disparidade de riqueza e poder entre os países estão colocando em questão a democracia dos estados nacionais. Embora a onda multicontinental de democratização do final do século 20 tenha produzido, em termos geográficos, a mais disseminada instituição de governos nacionais democráticos de toda a história, pesquisas de opinião em muitos países revelam uma grande insatisfação com a democracia praticada atualmente, não só nos países recentemente democratizados, mas também naqueles de maior tradição democrática. Há quem venha sugerindo a necessidade de democratização das estruturas transnacionais. Mas, faz sentido a existência de democracia em uma escala que ultrapasse a dos estados nacionais? Na esfera conceitual, há muitas razões para ceticismo. Entre as questões suscitadas estão: se a fraqueza das solidariedades e identidades transfronteiriças impediria uma democracia transfronteiriça; se estruturas administrativas de vasto alcance geográfico poderiam ser efetivamente submetidas ao escrutínio e controle cidadãos; e se os estados ricos e poderosos aceitariam estruturas maiores que limitassem sua autonomia.
dc.format.mediumapplication/pdf
dc.languagept
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Sul
dc.relation.ispartofhttp://www.redalyc.org/revista.oa?id=868
dc.rightsSociologias
dc.sourceSociologias (Brasil) Num.32 Vol.15
dc.subjectSociología
dc.subjectDemocracia
dc.subjectGlobalização
dc.subjectCidadania
dc.subjectDireitos
dc.subjectMovimentos sociais
dc.titleDemocracia: transformações passadas, desafios presentes e perspectivas futuras
dc.typeArtículo científico
ge.collectioncodeOAIDATA
ge.dataimportlabelOAI metadata object
ge.identifier.legacyglobethics:11549507
ge.identifier.permalinkhttps://www.globethics.net/gel/11549507
ge.lastmodificationdate2017-09-28 23:19
ge.lastmodificationuseradmin@pointsoftware.ch (import)
ge.submissions0
ge.oai.exportid149402
ge.oai.repositoryid3008
ge.oai.streamid2
ge.setnameGlobeEthicsLib
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