A Estudos Feministas é um periódico de publicação quadrimestral, indexado e interdisciplinar, de circulação nacional e internacional. A Revista Estudos Feministas aceita originais, em português e em espanhol, em forma de artigos, ensaios e resenhas, que podem ser tanto específicos a uma determinada disciplina quanto interdisciplinares em sua metodologia, teorização e bibliografia. Os textos publicados contribuem para o estudo das questões de gênero, sendo provenientes de diversas disciplinas: sociologia, antropologia, história, literatura, estudos culturais, ciência política, medicina, psicologia, teoria feminista, semiótica, demografia, comunicação, psicanálise, entre outras.

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The Globethics.net library contains articles of Revista Estudos Feministas as of vol. 9(2001) to current.

Recent Submissions

  • Política de interesses, política do desvelo: representação e "singularidade feminina"

    MIGUEL LUÍS FELIPE (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunica, 2001)
    O artigo discute diferentes estratégias de justificação da adoção de quotas eleitorais por sexo, com ênfase naquelas que reivindicam um estatuto moral diferenciado para as mulheres. Elas introduziriam um novo tipo de política, mais desinteressado e altruísta, reflexo do seu treinamento social como responsáveis pelo cuidado com os mais fracos (a começar pelas crianças). No entanto, essa "política do desvelo" ou "política maternal" termina por perpetuar a inserção subordinada das mulheres no mundo da política, na medida em que o cartão de ingresso é exatamente a negação da ação em defesa dos próprios interesses.
  • Trabajo social y estudios de género. Vindicando un espacio científico propio

    Romero,Belén Agrela; Villena,Amalia Morales (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2018-01-01)
    Resumen: Este artículo analiza, desde una perspectiva de género y feminista, el estatus científico-académico del Trabajo Social dentro de la jerarquía de saberes universitaria. Partimos de las consecuencias derivadas de la reforma universitaria que privilegia un modelo privatizado, androcéntrico y de mercantilización del conocimiento que limita las carreras profesionales de quienes investigan sobre temas sociales, aplicados y de género, con “otras” metodologías y desde “otros” espacios. Nos centramos en el contexto español y los vínculos del Trabajo Social con los estudios de género y feministas; ambos transitan “lugares comunes” como la feminización de sus miembros, las temáticas, las metodologías, y sus formas de hacer ciencia. Sin embargo, los saberes del Trabajo Social están considerados “de segunda”, tanto en Ciencias Sociales como en los Estudios de Género y Feministas. Concluimos vindicando el reconocimiento de sus aportes científicos y el espacio propio de la investigación en Trabajo Social.
  • O discurso cristão sobre a “ideologia de gênero”

    Machado,Maria das Dores Campos (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2018-01-01)
    Resumo: Este artigo realiza uma genealogia do discurso cristão sobre a “ideologia de gênero” que se difundiu em nossa sociedade nos últimos anos e tem pautado uma série de projetos de leis em tramitação nas diferentes instâncias do poder legislativo brasileiro. Neste sentido, revela-se que a formulação deste discurso por intelectuais católicas/os começou nos anos 90, como uma reação às iniciativas das feministas que conseguiram inserir a categoria gênero nos documentos das conferências sociais da ONU. Nas sessões seguintes, é analisada a disseminação deste discurso cristão na esfera política e na sociedade civil por parte de atores católicos e evangélicos que rejeitam a adoção da categoria de gênero nas políticas públicas. Nas considerações finais, são indicados os desafios a serem enfrentados pelos movimentos feministas e LGBTT nos próximos anos.
  • Gênero, trabalho e cidadania: função igual, tratamento salarial desigual

    Lima,Camila Rodrigues Neves de Almeida (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2018-01-01)
    Resumo: Este estudo aborda a questão da (des)igualdade de gênero no trabalho, mais especificamente acerca da disparidade salarial entre homens e mulheres, à luz da igualdade e da premissa internacionalmente concertadas de trabalho igual, salário igual, objetivando problematizar como se apresenta contemporaneamente a demanda por paridade salarial como direito e como exercício de cidadania. Nesse compasso, ao analisar o ordenamento que veda discriminar (in)diretamente a mulher quando esta executa igual função ocupada por um homem e sublinhar a existência de uma aguda desigualdade sociolaboral, pretende-se refletir também sobre a persistência de uma ainda insuficiente compensação jurídica, proporcionada pela discriminação positiva. Constata-se que, apesar dos avanços verificados com uma maior inserção da mulher no mercado de trabalho, as determinações socioeconômicas, políticas e culturais que incidem sobre as relações de gênero dificultam a aplicabilidade dos instrumentos jurídicos disponíveis, entrelaçando essa questão com outras desigualdades próprias do modelo societário capitalista; porquanto permanece a igualdade salarial como uma demanda urgente e desafiadora da cidadania política, sobretudo em tempos de desmonte dos direitos sociais.
  • Discriminação de gênero em grandes empresas no Brasil

    Proni,Thaíssa Tamarindo da Rocha Weishaupt; Proni,Marcelo Weishaupt (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2018-01-01)
    Resumo: O problema da discriminação de gênero no trabalho também se manifesta em grandes empresas. Em geral, os homens recebem salários maiores que as mulheres, mesmo que exerçam a mesma função. É mais difícil para as mulheres alcançar posição hierárquica elevada por causa do “teto de vidro”. O combate à discriminação de gênero - propiciado pela evolução da legislação trabalhista e por políticas públicas - é essencial para valorizar a força de trabalho feminina, mas não é capaz de eliminar as diferenças em termos de ascensão na carreira e de remuneração entre homens e mulheres, mesmo em empresas líderes de mercado. As iniciativas de promoção da equidade de gênero no mundo corporativo, contempladas em programas de responsabilidade social empresarial, produzem avanços lentos e requerem uma mudança da cultura organizacional.
  • "La querelle des femmes" no final do século XX

    SCOTT,JOAN W. (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2001-01-01)
    O texto analisa o debate feminista sobre a representação política das mulheres a partir das lutas feministas pela paridade na década de 90 na França. Mostra como francesas/es e norte-americanas/os percebem de forma estereotipada posições teóricas e práticas feministas de ambos os países, e usam estes estereótipos como argumentos pró ou contra a luta pela paridade. Comparando o debate contemporâneo com debates históricos que remontam ao início da República na França, em torno da exclusão das mulheres da representação política, a autora centra seu olhar sobre duas grandes correntes, a do movimento pela paridade e a de seus diferentes críticos -- entre eles, um grupo significativo de teóricas/os feministas contemporâneas/os (algumas/ns identificadas/os com a esquerda e outras/os com pensamento liberal) -- mostrando como ambas utilizam-se de argumentos que remetem a oposições como "igualdade/diferença", "comunitarismo/universalidade"
  • Política de interesses, política do desvelo: representação e "singularidade feminina"

    MIGUEL,LUÍS FELIPE (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2001-01-01)
    O artigo discute diferentes estratégias de justificação da adoção de quotas eleitorais por sexo, com ênfase naquelas que reivindicam um estatuto moral diferenciado para as mulheres. Elas introduziriam um novo tipo de política, mais desinteressado e altruísta, reflexo do seu treinamento social como responsáveis pelo cuidado com os mais fracos (a começar pelas crianças). No entanto, essa "política do desvelo" ou "política maternal" termina por perpetuar a inserção subordinada das mulheres no mundo da política, na medida em que o cartão de ingresso é exatamente a negação da ação em defesa dos próprios interesses.
  • Do público e do privado: uma perspectiva de género sobre uma dicotomia moderna

    Aboim,Sofia (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2012-04-01)
    Neste texto propomos uma interpretação crítica da dicotomia histórica entre público e privado como dinâmica fundamental da modernidade. A partir de uma perspectiva de género, discutimos as fronteiras construídas entre espaço coletivo de cidadania e de sociabilidade e espaço individual de intimidade e desigualdade. Argumentamos a favor de uma relação de cumplicidade, ainda que tensa, entre as duas esferas, observando que a vida privada foi, em grande medida, moldada pelas mudanças operadas na vida pública. Recorrendo a diferentes definições de "público", notamos que, à medida que as sociabilidades tradicionais, essencialmente masculinas, estudadas entre outros por Ariès ou Sennett, sofriam uma erosão, crescia o sentimento de intimidade, aumentando igualmente a inclusão do privado no público através do alargamento da cidadania, em consequência das lutas travadas na esfera pública por vários movimentos de emancipação, como o operário ou o feminista. À medida que a pessoa era retirada da comunidade, do clã, do grupo de parentesco, em que eram "naturais" as desigualdades, no sentido aristotélico do termo, ia-se reencontrando progressivamente como indivíduo portador de cidadania. Se o espaço privado se tornou central na definição de uma identidade, ele é também crescentemente atravessado por mecanismos públicos de regulação. Nesse sentido, o movimento de ascensão do privado, que nas últimas décadas tem ocupado espaço de debate, deve ser cuidadosamente reinterpretado.
  • Presente y futuro de la igualdad con perspectiva de género en el Marco de la UE tras la Presidencia Española: un antes y un después del Plan de Trabajo 2006-2010

    Vilaplana,Belén Blázquez (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2011-12-01)
    España tuvo la Presidencia de la Unión Europea durante el primer semestre del año 2010. En ese tiempo, el gobierno, a través de su Ministerio de Igualdad y de manera transversal con otros organismos e instituciones, convirtió las políticas de igualdad en una de sus metas. Entre ellas, sobre todo, la lucha a nivel europeo contra la violencia de género, la trata de blancas y la búsqueda de esa igualdad real y no formal que aparece en Europa desde prácticamente sus primeros Tratados. En este artículo se pretende analizar en qué momento nos encontramos tanto en Europa como en España, sobre todo, a través del Plan de Trabajo 2006-2010 y de las últimas decisiones adoptadas por la Unión. El objetivo es ver si se ha llegado a conseguir algo, a implementar alguna decisión y a concretar medidas para luchar contra estas desigualdades que siguen existiendo.
  • Ética corporal y sexuación: plasticidad y fluidez en el sujeto del postfeminismo

    Balza,Isabel (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2011-04-01)
    La posición sexual analizada por Jacques Lacan en su Seminario XX (1973) muestra la estructura de la heterosexualidad normativa: un orden binario de los cuerpos sexuados que asumen dos modos excluyentes de la sexualidad. Esta economía sexual se cifra en la ecuación tener/ser el falo. Frente a esta ética corporal lacaniana, el pensamiento feminista ha planteado otras posiciones sexuales. Propongo analizar el feminismo radical de Monique Wittig, interpretando su El cuerpo lesbiano (1973) como un modo crítico de ser el falo lacaniano, y examinar la crítica de Judith Butler con su falo lesbiano (Cuerpos que importan, de 1993). Butler rompe la lógica binaria excluyente, abriendo la posibilidad a un cuerpo sexuado de ser y tener el falo al mismo tiempo. Por último, analizaré la propuesta de los dildos que Beatriz Preciado plantea en su Manifiesto contra-sexual (2002).
  • Proteção da autonomia reprodutiva dos transexuais

    Barboza,Heloisa Helena (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2012-08-01)
    A Constituição Brasileira assegura o direito ao planejamento familiar com fundamento nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável. Esse direito é reconhecido não só ao casal, como ao homem e à mulher, que podem constituir sozinhos uma comunidade familiar, denominada família monoparental, constitucionalmente amparada. O Conselho Federal de Medicina adotou normas éticas para a utilização das técnicas de reprodução assistida destinadas a todas as pessoas capazes, abrindo assim tal possibilidade para qualquer pessoa independentemente de sua orientação ou situação sexual. Indispensável, neste momento, analisar o caso dos transexuais, que podem ter sua capacidade de reproduzir comprometida pelo processo transexualizador, para que seus direitos reprodutivos sejam resguardados.
  • O aborto, uma condição para a emancipação feminina

    Ferrand,Michèle (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2008-08-01)
    Na França, o atraso com relação a outros países ocidentais sobre a liberalização do controle de nascimentos se explica pela existência de um natalismo de Estado. A contracepção foi autorizada somente em 1967, com muitas restrições. Os eventos de maio de 68 e, sobretudo, a ascenção do feminismo conseguiram impor uma liberalização maior, que permitiu às mulheres, em 1975, o direito de solicitar um aborto nas primeiras dez semanas de gravidez. A autora, socióloga, participou ativamente do movimento de mulheres. Paralelamente, ela escolheu o aborto como tema de pesquisa. É sua trajetória, por meio das diferentes etapas da liberação, mas também os problemas sociológicos e políticos que ela pôde identificar objeto deste artigo, assim como a apresentação dos principais resultados de pesquisa.
  • As filhas de Eva: religião e relações de gênero na justiça medieval portuguesa

    Silva,Edlene Oliveira (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2011-04-01)
    Este artigo analisa as representações de mulheres presentes nas Ordenações Afonsinas, código jurídico português elaborado no século XV que definiu e classificou detalhadamente vários crimes considerados tipicamente femininos e estipulou punições rigorosas. Dentre esses delitos, trataremos de alguns aspectos do adultério, do concubinato e da alcovitagem. Informado pelas representações de gênero, o discurso jurídico do Estado monárquico luso legitimou a perseguição empreendida pela Igreja às mulheres "desviantes". O olhar da justiça era influenciado pelo imaginário religioso cristão e medieval, repleto de ideias patriarcais e misóginas que associavam o feminino ao arquétipo da Eva pecadora, a primeira mulher que se deixou seduzir pelos ardis malignos do demônio.
  • La iglesia católica y los encuentros nacionales de mujeres

    Tarducci,Mónica (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2005-08-01)
    La enorme influencia que tiene la Iglesia Católica en Argentina se pone de manifiesto de manera dramática cada vez que se intentan cambios legislativos que avancen en favor de los derechos humanos en general y de las mujeres en particular. Su tenaz oposición a la Ley Nacional de Salud Reproductiva, asi como a la Unión Civil o la Educación Sexual en las escuelas (estas últimas en el ámbito acotado de la ciudad de Buenos Aires), son algunos de los ejemplos más recientes. En tal situación, los Encuentros Nacionales de Mujeres se están transformando en el escenario de virulentas confrontaciones entre las mujeres enviadas por las paroquias con instrucciones precisas de imponer una visión fundamentalista en determinados temas y la inmensa mayoría de las participantes que, católicas o no, intentan debatir las prioridades del movimiento amplio de mujeres de Argentina.
  • Maternidade, cuidados do corpo e "civilização" na Pastoral da Criança

    Anjos,Gabriele dos (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2007-04-01)
    Este texto é uma análise de como a Pastoral da Criança, organismo da Igreja Católica, procura definir identidades femininas pela difusão de práticas relativas ao uso e cuidado do corpo. As técnicas de exame e cuidado do corpo presentes nos manuais da Pastoral da Criança são usadas para desenvolver uma auto-identificação como mãe entre as atendidas e uma identificação das 'líderes' com o papel de educadoras. Este trabalho possibilita à Pastoral da Criança apresentar uma ideologia contraposta aos feminismos e concorrer com estes em fóruns governamentais em que são definidas políticas relativas ao uso do corpo.
  • Igualdade de gênero e políticas macroeconômicas

    Sorj,Bila (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2016-08-01)
    Resumo: O presente artigo tem como objetivo realizar uma leitura crítica do relatório da ONU-Mulher intitulado Progress of the World's Women 2015-2016. Transforming Economies, Realizing Rights. Após argumentar que o documento se distingue por ter como referência analítica as ricas contribuições dos estudos feministas na discussão das desigualdades de gênero, procura-se identificar algumas lacunas no documento, notadamente, a ausência de debate sobre as migrações internacionais e a mobilidade urbana que incidem sobre as desigualdades de classe e gênero.
  • Sexualidade e religião: o caso das mulheres muçulmanas na França

    Mossuz-Lavau,Janine (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2005-08-01)
    O texto apresenta dados de uma pesquisa realizada com mulheres migrantes que vivem na França. O foco da pesquisa é a relação entre sexualidade e religião, no caso de mulheres vivendo em situação de precariedade. As informações sobre essa população foram recolhidas utilizando-se o método de histórias de vida. O artigo salienta a relação negativa para as mulheres entre prescrições religiosas e exercício da sexualidade, especialmente para as muçulmanas.
  • O pensamento de Emmanuel Lévinas: uma filosofia aberta ao feminino

    Menezes,Magali Mendes de (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2008-04-01)
    O presente texto tem como objetivo percorrer três importantes obras do filósofo Emmanuel Lévinas - Da existência ao existente, O tempo e o outro, Totalidade e infinito - no intuito de compreender de que forma o conceito de feminino vai surgindo em suas reflexões e que significação assume diante do sujeito (compreendido por Lévinas como masculino), da subjetividade e do pensamento sobre a ética, considerada aqui como filosofia primeira.
  • Feminismo, Iglesia Católica y derechos sexuales y reproductivos en el Chile post-dictatorial

    Morán Faúndes,José Manuel (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2013-08-01)
    La sexualidad y la reproducción se han tornado en las últimas décadas campos de disputas entre sectores antagónicos, generando una dinámica regional de avances y regresiones en la agenda de derechos sexuales y reproductivos. Chile no ha sido la excepción, y muchas reformas en estas materias han sido frenadas por la oposición ejercida por los sectores más conservadores, mientras otras simplemente no han llegado siquiera a abrirse a discusión pública. La literatura suele destacar la existencia de dos grandes causas que pueden explicar los obstáculos para el reconocimiento de estos derechos en el país: la influencia que ha tenido la jerarquía católica en el delineamiento de políticas sexuales, y el debilitamiento de los movimientos feministas y de mujeres en el período post-dictatorial. El presente artículo analiza ciertos factores que buscan iluminar las causas de estos dos procesos. En el caso de la Iglesia Católica, se consideran dos factores que explicarían la influencia de esta institución en el delineamiento de las políticas sexuales de la post-dictadura: la autoridad moral conferida a la misma por su rol social y político desempeñado durante el siglo XX, y el rol otorgado por las elites a la iglesia en la búsqueda del consenso político durante los noventa. Para el caso del feminismo, se analizan en tanto los procesos de normalización del discurso, la devaluación de la militancia y la institucionalización del movimiento como factores explicativos de su debilitamiento en la capacidad para incidir en las políticas sexuales.
  • Desafios e tendências das políticas de igualdade de mulheres e homens em Portugal

    Monteiro,Rosa Filomena Brás Lopes (Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, 2013-08-01)
    Neste trabalho exponho algumas das conclusões acerca do "feminismo de Estado" em Portugal, tema pouco estudado no país e objeto central da minha investigação de doutoramento em Sociologia do Estado, Direito e Administração (FEUC/CES). Na pesquisa interroguei a ação do Estado português na promoção da igualdade de mulheres e homens desde 1970, concretamente o papel que a atualmente designada Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) como mecanismo oficial para a igualdade tem vindo a desempenhar em articulação com os movimentos de mulheres na promoção de políticas públicas de igualdade. Explicito, aqui, os principais desafios com que se confrontam a Comissão e as associações de mulheres, designadamente, o do mainstreaming de género, da politicização da área, da nova gestão pública, da adoção da linguagem de "género", da alteração da relação com as ONGs e da inclusão de novos representantes e novos eixos de desigualdade.

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