• A Anomalia da Política de C&T e sua Atipicidade Periférica

      Renato Dagnino (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2016)
      As características da política de ciência e tecnologia (PCT) de países situados na periferia do capitalismo, como os da América Latina, resultam da composição de duas dinâmicas, uma inerente à PCT enquanto política pública e outra decorrente da sua condição periférica. A primeira, de natureza genérica, pode ser encontrada em estado puro minerando-a nos países avançados e é responsável pela anomalia (anormal, irregular) de sua PCT. Essa dinâmica faz com que a PCT apresente um desvio acentuado do padrão normal das políticas públicas, que se originam de um processo decisório no qual os atores envolvidos materializam seus projetos políticos nas agendas particulares com que nele participam. A anomalia se deve a que atores que participam em outras políticas defendendo agendas muitas vezes antagônicas, dado que resultantes de (ou condicionadas por) projetos políticos irreconciliáveis, concordam sistematicamente a respeito da orientação dada à PCT. Em consequência, por estar essa agenda decisória enviesada pela concepção da neutralidade e do determinismo da tecnociência, que entende a tecnociência (produzida pelas e para as empresas) como passível de ser usada para a materialização de qualquer projeto político, a PCT, ainda quando elaborada por governos de esquerda, tende a seguir a serviço dos valores e interesses do capital. A segunda dinâmica é específica de países que, como o Brasil, apresentam uma condição periférica. Aqui a PCT possui, por acréscimo, uma caraterística de atipicidade (particular, singular, inabitual). Os atores envolvidos na sua implementação, em função do contexto econômico-social e político periférico em que se inserem, manifestam comportamentos sistematicamente divergentes daqueles observados nos (e modelizados pelos) países avançados. Seus comportamentos, por essa razão, são distintos daqueles que deles se espera no momento de formulação da PCT.
    • A comunidade de pesquisa e a política de ciência e tecnologia: olhando para os países avançados

      Renato Dagnino (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2006)
      O trabalho trata da percepção dos pesquisadores dos países avançados que analisam as transformações pelas quais está passando o ambiente da pesquisa e do ensino superior acerca do papel da comunidade de pesquisa (vis-à-vis os burocratas e empresários) na elaboração da política concernente a este ambiente. Seu objetivo, além de proporcionar uma visão de conjunto mais ou menos compreensiva e atualizada sobre o tema a colegas latino-americanos, é mostrar que muitas das características de nossa comunidade parecem estar igualmente presentes, ainda que às vezes de forma atenuada, naqueles países. Espera-se assim contribuir para que essas características sejam consideradas nos processo de elaboração da política de ciência e tecnologia de nossos países.
    • A construção do Espaço Ibero-americano do Conhecimento, os estudos sobre ciência, tecnologia e sociedade e a política científica e tecnológica

      Renato Dagnino (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2009)
      A motivação deste trabalho é a idéia de que a construção de um espaço ibero-americano do conhecimento demanda a redução do hiato existente entre a orientação da Política Científica e Tecnológica (PCT) e a perspectiva dos ECTS. Três países - Argentina, Brasil e Espanha - são analisados visando a (1) explicar porque, sendo uma das finalidades dos ECTS a introdução de sua perspectiva na agenda da PCT, através do debate público e da formação de profissionais, isto não tem ocorrido; (2) argumentar que esse hiato vem se ampliando porque os fazedores da PCT estão influenciados pelo marco analítico-conceitual da Teoria da Inovação, acriticamente adotado na ibero-américa; (3) mostrar que a busca de convergência entre os ECTS e a PCT depende de um debate sobre ESCT no interior da comunidade de pesquisa e da concepção de estratégias de extensão, pesquisa, e docência em ECTS que levem à formação de uma nova geração de fazedores de política.
    • A mobilidade de investigadores em Portugal: uma abordagem de género

      Emília Araújo; Margarida Fontes (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2013)
      O artigo apresenta os principais resultados de uma pesquisa realizada em Portugal sobre a relação entre a mobilidade científica e o género, com base em entrevistas e inquérito por questionário. Tomando como referência os estudos existentes sobre o papel da mobilidade e as problemáticas de género nos campos profissionais da ciência e da investigação, o artigo aponta para várias mudanças ao nível das relações sociais de sexo. O estudo empírico permite explicitar algumas das principais fontes dessas variações, dando relevo aos padrões culturais e aos contextos sociopolíticos nos quais as mulheres evidenciam mais dificuldades do que os homens em efetuar mobilidade, assim como em obter todas as vantagens que esta teoricamente propicia, apesar de algumas mudanças significativas nos comportamentos e atitudes masculinas, em especial em relação à valorização dos filhos e dos tempos familiares. Finalmente, a pesquisa evidencia que as transformações nas carreiras académicas e de investigação, cada vez mais associadas às lógicas do mercado internacional de trabalho e sujeitas a mecanismos de avaliação de desempenho que incluem a mobilidade como indicador de internacionalização, encobrem, sob um discurso fortemente valorizador do mérito e da iniciativa individuais, desigualdades de género que são de extrema relevância para pensar o futuro da investigação científica.
    • A questão da técnica e ciência em Jürgen Habermas

      Vicente Zatti (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2016)
      Habermas em seu diagnóstico da sociedade não faz uma crítica à razão técnica como tal, mas elabora uma crítica à sua universalização, à perda de um conceito mais compreensivo de razão em favor da validade excessiva do pensamento científico e tecnológico. Não se trata de preconizar a ruptura radical com a razão técnica, senão situar adequadamente esta dentro de uma teoria da compreensão da racionalidade. Para situar a questão da técnica e ciência dentro da teoria da racionalidade habermasiana, analisamos temas centrais da primeira fase do pensamento do filósofo alemão, como positivismo, tecnocracia, colonização do mundo da vida, suspeita à filosofia da consciência. A delimitação de um espaço legítimo para a técnica e ciência, reconhece sua importância para a reprodução material da sociedade, mas ao mesmo tempo, estabelece o mundo da vida como uma esfera inacessível à razão instrumental, pois legitimamente é regida pela razão comunicativa. A ação não distorcida da razão instrumental está restrita ao sistema. E sua legitimidade ética, política, estética, é estabelecida por algo externo a si, o mundo da vida.
    • A ubiquidade das atividades de software e serviços de TI: discussões metodológicas e uma análise qualitativa do caso brasileiro

      Antônio Carlos Diegues; José Eduardo Roselino; Renato Garcia (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2013)
      O objetivo deste trabalho é mensurar as atividades de software e serviços de TI realizadas fora da indústria brasileira de software e destacar a contribuição destas atividades para a dinâmica competitiva e inovativa em diversos setores. Para tal, utilizou-se como base a metodologia exposta por Diegues e Roselino (2011). Mostrou- se que tais atividades apresentam dimensão bastante significativa e que a quantidade de trabalhadores dedicados às atividades de software e serviços de TI fora da indústria de software é maior do que aqueles alocados na própria indústria. No que se refere aos setores, verificou-se uma concentração em áreas que são vistas como em TI, como serviços prestados às empresas, administração pública, intermediação financeira, entre outros. Já no que se refere às tendências do setor, verificou-se que as atividades de software e TI na dimensão secundária vem reduzindo sua importância como parcela da indústria brasileira de software e serviços, o que pode ser um indicador da elevação do grau de maturidade desta indústria. Estima-se quem em 2008 as atividades de software e serviço de TI realizadas fora da indústria de software apresentaram uma dimensão de R$ 34,5 bilhões. Neste mesmo ano, a Indústria Brasileira de Software e Serviços Relacionados apresentou uma receita operacional líquida de R$ 47,4 bilhões.
    • A un año de la muerte de Ulrich Beck. De la sociedad del riesgo a la metamorfosis del mundo.

      Ana María Vara (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2016)
      La súbita muerte del sociólogo alemán Ulrich Beck, ocurrida el 1 de enero de 2015, representa una pérdida significativa para las ciencias sociales, no sólo por el alcance e impacto de una obra desarrollada a lo largo de cuatro décadas, sino porque estaba muy activo en dos líneas de acción: su trabajo teórico en sociología y su rol como intelectual comprometido con las discusiones públicas. Muchos teóricos participaron de intercambios productivos con Beck y un importante número de investigaciones empíricas se apoyaron en sus marcos teóricos. Aunque no trabajó específicamente en el campo de los estudios sociales de la ciencia y la tecnología, sus visiones complejas sobre la sociedad siempre incluyeron la ciencia y la tecnología, al igual que el ambiente, como componentes inseparables de la vida social en la modernidad tardía. Su mayor contribución al campo CTS es quizás la vinculación de varios de sus temas centrales al mainstream de la teoría social. En este obituario, nos proponemos analizar brevemente algunas nociones clave que desarrolló, así como sus aportes sobre producción de conocimiento y noconocimiento, sobre temas de género y familia, y sobre el impacto del cambio climático en la metamorfosis del mundo, su última contribución al pensamiento sociológico.
    • Acceso abierto a la producción científica de América Latina y el Caribe. Identificación de principales instituciones para estrategias de integración regional

      Dominique Babini (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2011)
      Los resultados de una década de iniciativas de acceso abierto en América Latina y el Caribe revelan que es mínima la presencia en esos servicios de producción científica publicada porAmérica Latina y el Caribe en revistas internacionales. El avance del movimiento internacional de acceso abierto, con mandatos que exigen el auto-archivo de la producción de los investigadores en repositorios institucionales, anticipa que en forma creciente gran parte de la producción científica publicada por América Latina y el Caribe en revistas internacionales estará también disponible en acceso abierto. Este artículo, luego de describir los principales servicios regionales de acceso abierto, analiza índices internacionales y regionales que permiten identificar cuáles son las principales instituciones de la región en cuanto a producción científica y visibilidad web de su producción, con el objetivo de que estén visibles para proyectos nacionales y regionales de acceso abierto al conjunto de la producción científica de un país y de la región. Los resultados muestran liderazgo de universidades de Brasil; una fuerte presencia de universidades de México, Colombia, Argentina, Chile y Venezuela; y presencia de universidades de Ecuador, Perú, Costa Rica, Cuba, Puerto Rico y Uruguay.
    • Acceso y procesamiento de información sobre problemas científicos con relevancia social: limitaciones en la alfabetización científica de los ciudadanos

      Víctor Jiménez; José Otero (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2012)
      Este artículo se centra en la interacción entre los ciudadanos y la información científica necesaria para la comprensión de problemas tecno-científicos con relevancia social. Se describe el proceso de búsqueda de información científica sobre estos problemas, y se analizan los obstáculos con los que se encuentra un ciudadano en esta búsqueda. Se concluye apuntando variables con posible influencia en las dificultades encontradas: las características de los sistemas de información, la naturaleza de la información científica, y las disposiciones y capacidades de los propios ciudadanos.
    • Acerca de la noción de marco epistémico del constructivismo. Una comparación con la noción de paradigma de Kuhn

      Gastón Becerra; José Antonio Castorina (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2016)
      Desde el constructivismo epistemológico inspirado en la obra de Piaget, se ha propuesto la noción de marco epistémico para el tratamiento del problema de la relación entre sociedad y conocimiento científico. En este trabajo buscamos brindar precisiones conceptuales sobre esta noción, delimitando sus alcances y poniendo de relieve sus particularidades. Para ello proponemos una comparación con la noción de paradigma de Thomas S. Kuhn.
    • Alcances y limitaciones de la noción de impacto social de la ciencia y la tecnología

      Mario Albornoz; María Elina Estébanez; Claudio Alfaraz (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2005)
      Este artículo presenta algunas aproximaciones a la noción de impacto social de la ciencia y la tecnología, acotando dimensiones con el propósito de definir de un modo operativo un fenómeno cuya medición es requerida para la evaluación de políticas en ciencia, tecnología e innovación. A tal fin, el texto se desarrolla en dos direcciones: una de naturaleza teórica y la otra más propiamente metodológica. En lo teórico se reseñan los principales problemas conceptuales que presenta la noción de impacto social, y se revisan algunas de las perspectivas existentes acerca de los modos y las dinámicas que adopta la producción y difusión del conocimiento científico y tecnológico. En cuanto a lo metodológico, el artículo expone algunas de las dimensiones sociales propuestas que debería contemplar el análisis de los procesos de impacto, y señala cuáles son los niveles de observación que admite un análisis de este tipo.
    • Algunos retos filosóficos de la política científica

      Miguel Ángel Quintanilla Fisac (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2015)
      La ciencia es una parte importante del subsistema cultural de las sociedades más avanzadas. Y no está aislada: interacciona con el resto de la cultura, con la economía y con la política. En el campo de la política científica se plantean problemas conceptuales a los que los filósofos no suelen prestar mucha atención. Aquí se analizanalgunos de esos problemas, como la relación entre el poder político y la ciencia, la justificación del apoyo social a la investigación básica o la caracterización del contenido de relevancia y originalidad de los resultados de la investigación científica. Para ello se utiliza el marco conceptual de la filosofía de la ciencia y el realismo científico de Mario Bunge.
    • Algunos tópicos críticos acerca del periodismo científico en grandes medios gráficos. El rey sigue desnudo

      Héctor A. Palma (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2013)
      En este trabajo se analizan críticamente algunas características de los artículos científicos aparecidos en los últimos diez años en los grandes medios gráficos de la Argentina (aunque muchos de ellos son tomados de medios extranjeros), describiendo algunas categorías, formatos y vicios recurrentes. No se toman en consideración los reales o supuestos errores científicos que contienen, porque el objetivo es, más bien, llamar la atención sobre el tipo de imagen y representaciones de la ciencia que transmiten a los lectores. A unos lectores que no tienen ni la formación especializada ni recurren a las publicaciones que dieron origen a la noticia, sino que toman al artículo periodístico como única fuente. Se afirma finalmente que el periodismo científico no cumple con ninguno de los objetivos que suele invocar sobre la necesidad de la difusión de la ciencia: la ciencia es un bien público y factor de progreso para la humanidad; es necesaria para la vida cotidiana; ayuda a tomar decisiones vitales a las personas; y que, como la ciencia necesita cada vez más del apoyo de la población-incluido el económico-, debe mostrar y difundir sus logros y las posibilidades futuras.
    • Ambos son una cultura

      Ángel Martín Municio (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2003)
      El lenguaje, sistema de comunicación simbólica humana, es la base para la creación de conceptos y para la curiosidad humana primigenia por la naturaleza y el pasado. Estos son también los elementos que posibilitan la comunicación y transmisión de pensamientos a otros hombres, con lo cual se inicia la información y la cultura. Por tales motivos, este artículo sostiene que el mundo del lenguaje involucra a toda la comunicación, incluyendo ciencia y literatura. Estas dos últimas, en apariencia tan disímiles, participan de una base común dentro de la historia cultural y social, al recurrir al lenguaje, si bien de manera diferente. Se sostiene que, entonces, pierde sentido establecer una línea de demarcación lingüística entre lo literario y lo científico: arte y ciencia comparten la creatividad y la expresión de un contenido semántico. En cambio, se debería potenciar la idea de que el único modelo válido es el de la simultaneidad y el intercambio. La emergencia, en los últimos años, de una intelectualidad científica que investiga y difunde con solvencia diferentes cuestiones y conecta con el público directamente y con estilo literario, es una prueba de esto.
    • América Latina en la geopolítica internacional del conocimiento

      José Joaquín Brunner (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2014)
      La educación superior o terciaria ocupa un lugar central en la ideología de las sociedades contemporáneas; en efecto, se le adjudican una serie de beneficios y oportunidades clave para el desarrollo y buen funcionamiento de los países. Esta ideología sostiene que los flujos de conocimiento, información e ideas a nivel global presuponen oportunidades y mejoras para la productividad de las empresas y la competitividad de las economías; incrementan el capital humano y el uso de las nuevas tecnologías y favorecen la movilidad social, la modernización de los gobiernos y la convergencia en los niveles de desarrollo de los países. De allí también que se justificaría invertir continuamente más recursos en la educación terciaria, institucionalmente representada por la universidad como modelo ideal. Cabe preguntarse, sin embargo, si acaso este mundo de información y conocimiento es realmente más igualitario, si los flujos de ideas y publicaciones se están volviendo más simétricos, si las instituciones de rango mundial están realmente al alcance de todos los países. Solo entonces podremos avizorar qué papel jugará América Latina de cara a la sociedad global del conocimiento.
    • Análise das políticas de informação: sociedade da informação com foco na inclusão digital do global ao local

      Barbara Coelho Neves (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2010)
      Trata-se de um artigo que procura discutir, à luz da literatura sobre políticas públicas e política de informação, a questão da sociedade da informação. Tem como objeto de análise a Sociedade da Informação, enquanto ação política, no contexto global, regional, nacional e local. O foco é a participação por meio da inclusão digital. A metodologia utilizada contou com a observação de sítios institucionais, de notícia e a literatura do campo. Esta análise também apresenta algumas definições sobre o tema políticas públicas, atores políticos, novos agentes e instrumentos envolvidos na agenda global da Sociedade da Informação.
    • Análisis de criterios de evaluación para la calidad de los materiales didácticos digitales

      Irene Aguilar Juárez; Joel Ayala De la Vega; Oziel Lugo Espinosa; Alfonso Zarco Hidalgo (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2014)
      Las tendencias nacionales e internacionales sobre la evaluación de los sistemas educativos indican su consolidación y expansión en todos los ámbitos del proceso de enseñanza-aprendizaje, ya que una evaluación objetiva facilita la implementación de mecanismos de mejora continua en beneficio de las instituciones. En este artículo se analizan algunos criterios de evaluación para los materiales didácticos digitales, con la finalidad de analizar los distintos enfoques, las divergencias y convergencias conceptuales o metodológicas, y sobre todo identificar los retos vigentes sobre el tema.
    • Análisis de la cooperación tecnológica España - Argentina mediante indicadores de patentes

      Luis Manuel Plaza; Esther García-Carpintero (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2010)
      Este trabajo tiene el propósito de analizar las actividades de cooperación en el ámbito tecnológico entre España y Argentina, a la luz del análisis de las patentes argentinas y, entre ellas, las que surgen de la colaboración con España. El análisis se encuadra, así, en el marco más amplio del estudio de las políticas de ciencia, tecnología e innovación de ambos países, así como de los vínculos de cooperación entre ellos. Para tal fin, se han consultado las bases de datos de la United States Patents & Trademark Office (USPTO) y la European Patent Database (EPO), recabando información para el período 2000-2009. Los resultados del estudio revelan que, pese a que existe cooperación científica entre Argentina y España, las acciones bilaterales con posible proyección de mercado que se han emprendido en los últimos años no han redundado en la generación de patentes. Sin embargo, esos lazos de cooperación pueden servir para la identificación futura de espacios de actuación y la puesta en marcha de iniciativas de carácter tecnológico-empresarial de interés común.
    • Análisis de los aspectos epistemológicos y sociales presentes en el discurso tecno-científico referido a los organismos genéticamente modificados (OGM) cultivados en la Argentina

      Guillermo Folguera; Erica Carrizo; Alicia Massarini (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2014)
      En este trabajo se analizan los principales ejes argumentales del discurso tecnocientífico referido al cultivo de organismos genéticamente modificados (OGM) en la Argentina, tanto en relación con los supuestos epistemológicos subyacentes, como en cuanto a los vínculos entre la tecno-ciencia y la sociedad. En particular, nuestro análisis se centra en dos aspectos complementarios: los factores epistemológicos relativos al origen y al creciente prestigio de la genética molecular y la argumentación utilizada en la revista Ciencia Hoy por científicos y tecnócratas, que constituirían un pilar significativo en la construcción de la legitimidad social de la introducción y creciente expansión de cultivos GM durante los últimos quince años en la Argentina.
    • Aportes para pensar las dimensiones internacionales de la investigación en América Latina

      María Paz López (Centro de Estudios sobre Ciencia, Desarrollo y Educación Superior, 2015)
      El presente artículo se propone indagar y organizar los aportes realizados por el campo de la ciencia, la tecnología y la sociedad a la temática de las dimensiones internacionales de la investigación en América Latina. Para ello, se presentan tres ejes. El primero de ellos refiere a los factores dinamizadores de la internacionalización científica en el contexto actual. El segundo analiza las particularidades de las dimensiones internacionales en tres actividades fundamentales de la investigación: la publicación científica, el desarrollo de proyectos de investigación y la formación de recursos humanos. El tercer eje se centra en el papel de las disciplinas y de las políticas científicas en la internacionalización de la investigación. Finalmente, se presentan las reflexiones trasversales a los distintos ejes seleccionados para ordenar la bibliografía analizada.