Veritas (ISSN Print 0042-3955; Online 1984-6746; Qualis A2) is the first journal of PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), created in 1955, initially, Revista da Universidade, it became, as time went by, Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Currently, it's the first journal of our Philosophy Graduate Program, grade 6 at CAPES evaluation, indexed in the main national and international systems, platforms and databases. The periodical is quadrimestral and receives collaborations (articles, translations or reviews) in the field of philosophy, according to the theme of the respective number or varia.

News

The Globethics.net library contains articles of Veritas as of vol. 50(2005) to current.

Recent Submissions

  • Dialectic and existence in Kierkegaard and Kant

    Oliveira Junior, Nythamar Hilario Fernandes de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Este artigo procura examinar em que medida a filosofia moral de Kierkegaard se apóia na crítica kantiana da razão dialética. Mostra-se que a rejeição kantiana da prova ontológica da existência de Deus significa um afastamento da incerteza objetiva em direção à certeza prática, enquanto a dialética kierkegaardiana da existência permite que a verdade seja tomada como sendo tanto pessoal quanto objetiva. Se a concepção kiergaardiana de existência não pode ser separada do Paradoxo Absoluto ou se nem sequer pressupõe a revelação divina parece guiar uma pré-compreensão da oposição luterana entre fé e razão que persiste nas concepções de natureza humana em Kant e Kierkegaard, com relação ao Todo-Outro
  • Acerca do (des)encontro: Husserl, Heidegger e Levinas

    Pelizzoli, Marcelo Luiz (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Este trabalho retoma as conclusões de minha tese acerca do sentido da subjetividade e da alteridade em Husserl, Heidegger e Levinas. Trata-se de uma síntese de cunho afirmativo, relativa ao confronto frutífero na linha que vai de Husserl passando por Heidegger em direção ao pensamento de Levinas, onde obras mestras estão como pano de fundo (Meditações cartesianas, Ser e tempo, Totalidade e infinito e Autrement qu'être. . . )
  • A troca transcendental: análise de um conceito central na teoria de Otfried Höffe

    Kesselring, Thomas (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Este artigo discute um dos pontos fundamentais da ética de Otfried Höffe: a questão da troca transcendental. O autor, após a reconstrução da argumentação de Höffe no tocante à fundamentação dos direitos humanos, procura relacionar essa questão com o debate sobre o comunitarismo. Sustenta a tese de que nem o liberalismo nem o comunitarismo servem de base para a fundamentação de tais direitos
  • A ética como dessacralização em Levinas

    Fabri, Marcelo (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    O artigo apresenta a ética levinasiana como uma forma de dessacralização. O ponto de partida é a reação de Levinas a dois tipos de violência: a violência ativa do processo cognoscitivo e a violência mística proveniente da experiência com o numinoso. Tenta-se demosntrar que a ética levinasiana é uma inteligibilidade que se mantém na fronteira destas duas formas de violência. Daí o seu caráter dessacralizante
  • Diskursethik, akt, oder normenethik?

    Kühlmann, Wolfgang (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Neste artigo, o autor procura mostrar por que o príncipio de universalização de Habermas (princípio U) não pode ser fundamentado reflexivamente, como o autor da Teoria do agir comunicativo sugere, nem pode ser considerado como um princípio central de uma filosofia moral
  • Sinnlichkeit und sittlichkeit

    Souza, Draiton Gonzaga de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    O presente artigo examina a relação entre a Nova Filosofia de Feuerbach e os seus escritos éticos tardios. Mostra-se-á que Feuerbach não consegue desenvolver uma Ética que possa ser considerada como uma realização coerente, no âmbito da filosofia prática, do seu projeto de uma filosofia da sensibilidade
  • Kant e Rawls: uma análise dos pressupostos morais do liberalismo político = Kant and Rawls: an analysis of the moral assumptions of political liberalism = Kant y Rawls: un análisis de los presupuestos morales del liberalismo político

    Orben, Douglas João (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2019-01-01)
    À luz das reformulações conceituais acerca dos pressupostos filosóficos aceitos por Rawls no desenvolvimento de sua teoria da justiça, o presente artigo objetiva questionar a ideia de autossustentabilidade do âmbito político, como exposto em Political Liberalism (1993), evidenciando alguns pressupostos morais não explicitados pelo autor. A partir de um acordo semântico proposto por Rainer Forst, o qual diferencia os âmbitos de aplicação do ético, do político e do moral, pretende-se demostrar que há uma fundamentação moral no liberalismo político, a qual, todavia, não deve ser entendida no sentido ético. Propõe-se que esse pressuposto moral se encontra na razão prática kantiana, pois é daí que Rawls parte para estruturar e fundamentar a sua concepção de justiça. Com isso, os princípios do liberalismo político rawlsiano, para que possam ser efetivos quando aplicados à estrutura básica da sociedade, devem ser analisados mediante os elementos morais da razão prática kantiana
  • A proposta de Virginia Held de uma defesa da prevalência do cuidado sobre os direitos humanos = Virginia Held’s propose of defense of the prevalence of care on human rights = La propuesta de Virginia Held de una defensa de la prevalencia del cuidado sobre los derechos humanos

    Sousa, José Elielton de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2019-01-01)
    Virginia Held nos propõe em seu capítulo “Care and Human Rights”, do livro Philosophical Foundations of Human Rights (2015), que utilizemos a perspectiva da ética do cuidado para pensar e efetivar as demandas que escolhemos tratar com a linguagem dos direitos humanos, na qual se priorizam tradicionalmente as questões da justiça. Ainda que reconheça a importância que os direitos humanos possuem em mobilizar forças tanto em âmbito internacional como na esfera nacional, no que diz respeito à efetivação de leis e de políticas voltadas para problemas que afetam seriamente as populações dos países, Held frisa que milhares de pessoas ainda escapam a esse alcance, inclusive crianças, que morrem em número alarmante por desnutrição ou por doenças tratáveis. Destaca, ainda, que nossa concepção de direitos humanos é herdeira de uma visão individualista e violenta da tradição liberal, na qual o sujeito solitário vai enfrentar sozinho as forças do mundo, incluindo aí a natureza e as outras pessoas. Uma ética do cuidado, pela sua característica de reconhecer nossa situação necessária de vulnerabilidade e de interdependência, propõe-se como uma alternativa mais eficiente, por focar na relação entre cuidador/a e cuidado/a, buscando-se afastar das abstrações tradicionais como as que ela entende serem as demais abordagens éticas como a kantiana e a utilitarista, ainda tributárias daquela tradição liberal
  • Justiça, liberdade e alteridade ética: sobre a questão da radicalidade da justiça desde o pensamento de E. Levinas

    Souza, Ricardo Timm de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    O objetivo deste texto é caracterizar o que consideramos serem algumas dimensões essenciais para a compreensão da questão da justiça desde a inspiração geral do pensamento da alteridade ética do filósofo lituano-francês Emmanuel Levinas(1906-1995)
  • Ética e justiça num mundo globalizado

    Oliveira, Manfredo Araújo de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2000-01-01)
    O autor examina o fenômeno da globalização, como expressão de grande valor para o diagnóstico de nossa época. Depois disso, ressalta que não é nos fatos empíricos que se encontrará a resposta sobre a validade dos motivos norteadores da ação humana, mas sim na reflexão do pensamento sobre si mesmo
  • Estabelecendo o debate na ética contemporânea

    Guariglia, Osvaldo (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2000-01-01)
    Neste artigo, o autor apresenta um balanço do debate ético contemporâneo, partindo da oposição central entre posições universalistas e visões particularistas
  • A teoria jurídica de Jürgen Habermas: entre funcionalismo e normativismo

    Pinzani, Alessandro (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    A teoria habermasiana do direito reinvidica uma terceira via entre a normatividade das teorias "abstratas" da justiça e o funcionalismo de teorias como a de Luhmann. Na verdade, a posição de Habermas é normativa num sentido forte e, apesar do funcionalismo de sua reivindicação, enfoca apenas o direito positivo moderno, na medida em que não distingue claramente entre direito e moralidade. Outrossim, termina por incorrer nesta aporia, culminando numa espécie de legalização da moralidade
  • Em defesa de um uiversalismo sóbrio

    Kersting, Wolfgang (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Em 1989, a era do realismo político chegou ao fim. As condições foram modificadas de forma a substituir o modelo hobbesiano de paz pela intimidação que prevalecia até então, por um modelo consideravelmente desafiador, o modelo kantiano de paz pelo direito. Se, todavia, o paradigma de Huntington das civilizações em conflito estivesse correto, teríamos de esquecer Kant e lembramo-nos de Hobbes. A racionalidade pé-no-chão, a desconfiança sadia, a luta pela acumulação do poder e todos os demais instrumentos da caixa realista de ferramentas da prudência política são muita adequados para facilitar a auto-afirmação política numa época de culturas violentamente conflitantes. No entanto um tal, desamparo não é bem fundamentado. Considerando-se que, desde seu início, o liberalismo é uma teoria do pluralismo religioso e ético, e que é bem testada no trato de problemas do multiculturalismo, é ao menos possível argumentar-se em favor de um universalismo liberal fraco que forneça fundamentos normativos para uma ordem global baseada na convivência pacífica. Naturalmente, modéstia conceitual e moral e crucial. Se a doutrina dos direitos humanos deseja defender sua alegação universal em face da diversidade cultural (que se define como sendo interpretações diferentes do que seja uma vida humana boa, verdadadeira e perfeita), ela terá de se restringir às condições pré-culturais e merante naturais do ser humano e da coexistência humana. Essas limitações dão fundamento a sua força normativa. Nem políticas nacionais, nem concepções culturais do que seja a vida próspera e a importância existencial podem ser aceitas se contradizem os imperativos e as condições fundamentais do funcionamento puramente biológico do ser humano
  • Consciência e liberdade = Consciousness and freedom = Consciencia y libertad

    Dutra, Luiz Henrique de Araújo (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2019-01-01)
    Este artigo apresenta um modelo do agente livre compatível com as teorias evolutivas e neurofisiológicas da mente e com base especificamente nas noções de liberdade em situação, de Sartre, e de racionalidade limitada, de Simon. Além disso, a noção de agência de controle de Skinner é generalizada, sendo aplicada também ao caso de estruturas cerebrais. O agente livre é descrito como o indivíduo humano cujo eu consciente escolhe e decide no contexto de múltiplas determinações tanto ambientais quanto neurofisiológicas. A autonomia do agente humano é resultado dos processos que levam à aquisição das modalidades da consciência existencial, inclusive a consciência moral. O agente livre é alguém que alcança o autocontrole
  • Autonomia, sentimento de respeito e direito

    Heck, José Nicolau (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    O trabalho apresenta o encaminhamento dado ao fato kantiano da razão em dois artigos recentes e retoma, a seguir, a discussão em torno do sentimento do respeito pela lei moral para concluir que a concepção fichteana de razão prática configura o primeiro mal-entendido do Faktum
  • Ética de mínimos e ética de máximos: a superação do procedimentalismo habermasiano

    Pizzi, Jovino (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2003-01-01)
    Afirmar que a ética habermasiana se limita a um formalismo significa negar suas contribuições. Todavia, só é possível compreender a proposta de uma ética de mínimos e uma ética de máximos desde uma crítica aos possíveis limites do procedimentalismo de Habermas
  • Emoção, juízo moral e razão: Damásio e a crítica do racionalismo ético = Emotion, moral judgment and reason: Damasio and the critical of ethical rationalism = Emoción, juicio moral y la razón: Damásio y la crítica del racionalismo ético

    Lima, Francisco Jozivan Guedes de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2019-01-01)
    Trata-se de mostrar, à luz da teoria das emoções de António Damásio, em que sentido “o erro de Descartes” traduz um equívoco do racionalismo ético na medida em que despreza o papel do corpo, da matéria e das paixões para a aquisição e o florescer de uma vida virtuosa no campo da filosofia moral ou mesmo para um conhecimento indubitável no campo epistemológico
  • Reivindicación de las lecciones y reflexiones como fuente de la filosofía moral Kantiana

    Herceg, José Santos (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    O presente artigo pretende mostrar que, apesar dos problemas relacionados com o trabalho com as reflexões e prelações sobre filosofia moral de Kant, esses textos são não somente perfeitamente utilizáveis no estudo do pensamento moral kantiano, como também são indispensáveis para a análise da evolução de suas doutrinas
  • Direito e eticidade

    Jaeschke, Walter (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2003-01-01)
    Neste trabalho, o autor apresenta dois conceitos centrais da filosofia do espirito objetivo de Hegel: direito e eticidade. Apesar da relação recíproca desses conceitos, são muito dessemelhantes, necessitando, por isso, de uma abordagem distinta. O conceito do direito é de uso geral e não precisa ser explanado. O conceito de eticidade origina-se da linguagem particular hegeliana; é artificial e precisa ser esclarecido
  • Estética e ética na terceira crítica

    Oliveira Junior, Nythamar Hilario Fernandes de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2001-01-01)
    Trata-se de reexaminar a relação entre estética e ética na terceira crítica, partindo de uma análise crítica do livro de Donald Crawford sobre a teoria estética de Kant, com o intuito de evitar o que seria uma "leitura reducionista" da filosofia kantiana. Assim como fora reduzida a uma erkenntnistheorie pelos adeptos da escola neokantiana de Marburg, parece-nos igualmente infundada uma leitura da filosofia prática de Kant que reduza o sistema do idealismo transcendental a um moralismo ou que venha a subvertê-lo num esteticismo (pós-moderno). Ao retornar a teoria kantiana das representações, procuro responder aos problemas levantados pela leitura esteticista da crítica do juízo, particularmente, a concepção do belo enquanto símbolo fundante da moralidade, a luz do debate entre Donald Crawford e Paul Guyer, de forma a mostrar em que sentido a "estética" (lato sensu) pode compreender um sentido "epistemológico" e "estético propriamente dito" (stricto sensu) sem incorrer numa forma de esteticismo

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