Veritas (ISSN Print 0042-3955; Online 1984-6746; Qualis A2) is the first journal of PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), created in 1955, initially, Revista da Universidade, it became, as time went by, Revista do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Currently, it's the first journal of our Philosophy Graduate Program, grade 6 at CAPES evaluation, indexed in the main national and international systems, platforms and databases. The periodical is quadrimestral and receives collaborations (articles, translations or reviews) in the field of philosophy, according to the theme of the respective number or varia.

News

The Globethics.net library contains articles of Veritas as of vol. 50(2005) to current.

Recent Submissions

  • Motivation in Spinoza and rosenzweig or transgressing the boundaries of a rationally constructed self

    simon, jules (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2009-01-01)
    O artigo introduz uma distinção crítica na análise do fenômeno da motivação humana a partir das filosofias de Espinosa e Rosenzweig, através de uma leitura alternativa de suas respectivas concepções de motivação. O ensaio procura mostrar em que sentido o problema ético da motivação implica o conceito de transgressão nesses dois grandes pensadores
  • Giovanni Duns Scoto: una introduzione bibliografica

    Todescan, Franco (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    O presente texto oferece um panorama geral do pensamento ético e político de Duns Scotus. Temas jurídicos e econômicos recebem também consideração especial. A exposição desses domínios da filosofia de Scotus é precedida por apontamentos sobre o papel da vontade na fundamentação da ação moral e dos conceitos de indivíduo e pessoa
  • Fraqueza da vontade no voluntarismo?: investigações sobre João Duns Scotus

    Müller, Jörn (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Neste estudo, investiga-se a possibilidade de uma análise, por parte de Duns Scotus, do clássico problema de filosofia moral localizado na fraqueza da vontade. Argumentando de modo crítico para a identificação do tema na ética scotista, o autor acaba por expor, com isso, as premissas centrais de toda a metafísica da vontade e a ética da liberdade de Duns Scotus
  • Libertad divina, posibilidad y contingencia en Duns Escoto

    Pérez Estévez, Antonio (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    A vontade humana, em razão de sua indeterminação e da sua capacidade interna de produzir atos volitivos contrários e de querer objetos contrários, é aquilo que nos distingue como seres humanos em relação à natureza e nos faz semelhantes a Deus. A vontade divina, por ser infinitamente perfeita, pode, com um único ato volitivo, querer simultaneamente e produzir objetos contrários (a e -a). Portanto, Deus no mesmo instante da eternidade, pôde, com a sua potência absoluta, ter querido a e/ou -a, o que implica que pôde ter querido este mundo e/ou outro e outros mundos, que são lógica e realmente possíveis. Esta potência divina para, com um único ato volitivo, querer objetos contrários é a causa da contingência radical de todos os entes criados. <br> Human will, because of its indetermination and internal capacity for producing contrary volitive acts e for willing contrary objects, is that which makes us different from nature and similar to God. The divine will, since it is infinitely perfect, with a sole volitive act can will simultaneously and produce contrary objects (a and -a). Therefore, God could have willed in the same instant of eternity, with his absolute potency, a and/or -a, what implies that he could have willed this world and/or another and other worlds, which are logically and really possible. This divine potency for willing, with a sole volitive act, contrary objects is the cause of the radical contingency of all created beings.
  • Percorsi dell'infinito nel pensiero filosofico e teologico di Duns Scoto

    Ghisalberti, Alessandro (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Com base na metafísica dos transcendentais, quer-se mostrar a análise scotista do conceito de infinito como transcendental disjuntivo e como conceito filosófico adequado para a realidade de Deus. Pressuposição para uma função positiva do conceito de ente infinito na teologia filosófica de Scotus é, ademais, a teoria da univocidade do ente. <br> Based on Scotus’s metaphysics of transcendental concepts, this essay analyses the Scotist concept of the infinite as a disjunctive transcendental and as the most proper philosophical concept for the reality of God. Decisive presupposition to a positive function of the concept of infinite being in Scotus’s philosophical theology is, furthermore, the theory of the univocity of being.
  • Libertà e contingenza della fruizione beatifica nello scotismo del primo '300

    Alliney, Guido (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Este estudo tem como objeto a recepção da teoria scotista da vontade no início do século 14. Interesse precípuo é o modo como autores, sobretudo franciscanos, a partir das Universidades de Paris e de Oxford, discutiram sobre a possibilidade de uma escolha livre ou de um ato da própria vontade, por parte dos bem-aventurados, quando da visão de Deus. Para tanto, pressuposições gerais da teoria scotista da vontade são apresentadas, bem como as inovações dos filósofos influenciados por Scotus. <br> This study aims to analyse the reception of Scotus’s theory of will in the beginning of the 14th Century. The main interest is the way some authors, specially Franciscan thinkers, departing from the Universities of Paris and Oxford, discussed about the possibility for the blessed of a free choice or an act of the will itself concerning the vision of God. For this purpose, general pressupositions of Scotus’s theory of will shall be presented, as well as the innovations of those philosophers influenced by Scotus.
  • A vontade como perfeição pura e a nova concepção não-eudemonística do amor segundo Duns Scotus

    Seifert, Josef (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Este estudo tem por objetivo a filosofia scotista dos transcendentais, em especial a filosofia dos transcendentais como "perfeições puras". Isso levará a uma consideração particular da "liberdade" como uma perfeição pura, bem como a concepção de um novo conceito de amor, não presente no eudemonismo aristotélico-tomístico. <br> The object of this study is Scotus’s philosophy of the transcendentals, particularly the philosophy of the transcendentals as “pure perfections”. That will bring into a special consideration of “freedom” as a pure perfection, as well as into the formulation of a new concept of love, not to be found in the Aristotelian-Thomistic eudaimonism.
  • Ethics as a true revolution, another way to read Levinas or beyond = Ética como verdadeira revolução: outra maneira de ler Levinas ou além

    Ulate, Esteban J. Beltrán; Souza, Ricardo Timm de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2018-01-01)
    Este artigo critica a revolução social, concentrando-se na reconfiguração da noção de um ponto de vista ético. Está dividido em três seções: (i) a morte do irmão; (ii) Remova as sandálias; (iii) Serás tantas quantas são as estrelas. Cada seção contém o pensamento de Levinas como o eixo principal. Embora seja bem sabido que Levinas não desenvolve uma teoria da revolução, é possível encontrar uma análise frutífera à luz de suas meditações sobre política e ética
  • Ethics as a true revolution, another way to read Levinas or beyond = Ética como verdadeira revolução: outra maneira de ler Levinas ou além

    Ulate, Esteban J. Beltrán; Souza, Ricardo Timm de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2018-01-01)
    Este artigo critica a revolução social, concentrando-se na reconfiguração da noção de um ponto de vista ético. Está dividido em três seções: (i) a morte do irmão; (ii) Remova as sandálias; (iii) Serás tantas quantas são as estrelas. Cada seção contém o pensamento de Levinas como o eixo principal. Embora seja bem sabido que Levinas não desenvolve uma teoria da revolução, é possível encontrar uma análise frutífera à luz de suas meditações sobre política e ética
  • Deontologismo epistêmico: uma abordagem subjetivista

    Müller, Felipe de Matos (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Das coisas que podem ser ditas sobre a noção de justificação epistêmica, a melhor delas é que ela é uma condição necessária para a obtenção de conhecimento. Entretanto, há quem pense que, mesmo que o Deontologismo Epistêmico seja sustentável, o cumprimento de deveres epistêmicos não seria uma condição necessária para o conhecimento. Alguém poderia violar seus deveres epistêmicos e ter conhecimento. O meu propósito, neste ensaio, é investigar se o cumprimento de deveres epistêmicos é ou não uma condição necessária para o conhecimento
  • Razões para agir (ou como Lewis Carroll nos ajudou a entender também os raciocínios práticos)

    Azevedo, Marco Antônio Oliveira de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2007-01-01)
    Neste artigo, procuro extrair algumas conseqüências da lição de Lewis Carroll sobre a diferença entre premissas e regras de inferência no tocante aos raciocínios práticos. Meu questionamento dirige-se à clássica suposição formalista contida na famosa Lei de Hume, a saber, a regra formulada, dentre outros, por Richard Hare, de que é logicamente impossível derivar-se uma conclusão moral prática apenas de premissas fatuais. Na primeira parte deste artigo, proponho que o leitor imagine-se numa situação hipotética, na qual adota uma postura evasiva mesmo diante de razões prima facie suficientes para tomar uma certa decisão. A situação apresentada é uma versão do análogo prático, engenhosamente construído por G. F. Schueler, ao clássico paradoxo de Lewis Carroll, contido em sua conhecida e genial estória da disputa entre Aquiles e a Tartaruga, publicada originalmente na revista Mind, em 1895. Na segunda parte, relembro e brevemente analiso a fábula carrolliniana, comparando- a com a versão prática de Schueler, discutindo suas analogias e dessemelhanças. Na terceira parte, mostro como as duas estórias são capazes de nos ajudar a desvendar alguns malentendidos sobre o raciocínio prático e sobre suas imbricações com a ética, em especial, com a conhecida tese de que de fatos não derivamos normas. Pretendo mostrar como essa famosa tese é vítima do mesmo vício formalista denunciado por Lewis Carroll, a saber, que é fruto de entendimentos equívocos acerca dos papéis que podem ser desempenhados por uma norma em um raciocínio prático, isto é, que, primariamente, normas, na condição de regras práticas, não figuram propriamente como premissas, e sim como regras especiais ou materiais de inferência. Se minha tese for verdadeira, então a alegação de que não podemos derivar normas de fatos resulta, na verdade, de um mal-entendido Na última parte do artigo, destaco algumas outras confusões acerca do significado do termo dever tal como esse termo é empregado usualmente em conclusões de raciocínios práticos. Numa referência a Stanley Cavell, sustentarei que o termo dever serve-nos, nessa condição, de modo de apresentação do conteúdo das premissas que temos ou das razões que oferecemos para agir de uma certa maneira. Sendo assim, o termo dever, que usamos para apresentar a conclusão de um raciocínio prático, não pode ser interpretado, de maneira simplista (tal como fazem os defensores de visões kantianas sobre a ética), como tendo o mesmo sentido que o termo obrigação, cujo significado é mais estrito
  • Arte e educação, ético-política e religiosa na República de Platão

    Paviani, Jayme (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    Platão, na República, condena a arte. Essa condenação, inicialmente, é de natureza pedagógica e moral e não estética, no sentido moderno da teoria estética e, em segundo lugar, por motivos metafísicos. No contexto de uma reforma ético-política e de uma reforma educacional, podemos nos indagar se os argumentos de Platão atingiriam hoje a poesia de Fernando Pessoa e a pintura de Pablo Picasso. As acusações contra a arte fundam-se em dois tipos de argumentos. Nos livros II e III, Platão afirma e demonstra a incapacidade dos poetas gregos de atender as exigências das faculdades da alma. No livro X, a condenação da poesia e da pintura tem como base o fato de a arte ser puramente imitação, ilusão e, assim, opor-se à teoria das idéias
  • A amizade nos limites da simples moral: a concepção kantiana de amizade em relação à humanidade

    Merle, Jean-Christophe (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2006-01-01)
    A concepção kantiana de amizade representa um momento decisivo na história das teorias da amizade. Contra os atuais intérpretes de Kant, neste artigo tenta-se mostrar que Kant abandona a concepção tradicional de amizade como uma relação dentro de um grupo limitado de pessoas. Ao invés disso, Kant privilegia a concepção de amizade num grupo aberto, e o seu ideal é a amizade em relação a toda a humanidade. Para mostrar isso, é preciso diferenciar acuradamente os elementos psicológicos da amizade, que Kant assume das teorias de amizade anteriores e simplesmente desenvolve, dos elementos genuinamente morais da amizade, de cujo tratamento Kant é o pioneiro
  • O sentido ético das investigações filosóficas de Wittgenstein

    Dall'Agnol, Darlei (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2005-01-01)
    O objetivo central do presente trabalho é mostrar que o livro Investigações Filosóficas, de Ludwig Wittgenstein, a exemplo de seu Tractatus Logico-philosophicus, possui um sentido ético. A fim de atingir esse objetivo, sustentarei que o primeiro livro de Wittgenstein estabelece uma separação entre ciência e moralidade, proibindo a redução desta àquela. Tem, por essa razão, um sentido ético. Na segunda parte, mostrarei que a distinção entre diferentes jogos de linguagem, principalmente entre jogos descritivos e normativos, contém a tarefa principal do pensamento analítico e crítico, a saber, proibir a redução da moralidade à ciência. Portanto, as Investigações também têm sentido ético
  • Cuidado de si e escolha ética em Marco Aurélio

    Gazolla, Rachel (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2004-01-01)
    Este estudo visa expor duas noções básicas do pensamento do estóico Marco Aurélio que nos falam ainda de perto na modernidade: o pertencimento a si mesmo e o cuidado de si. Elas estão intimamente relacionadas com a phýsis e a Ética estóicas. Pretende-se mostrar o aparente paradoxo da afirmação estóica sobre nossas ações éticas fundarem-se na determinação cósmica, ao mesmo tempo em que há uma abertura possível para deliberar particularmente a partir desta determinação universal
  • O princípio incondicionado da dialética no filebo de Platão

    Almeida, Custódio Luís Silva de (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2002-01-01)
    A partir do diálogo filebo, tentaremos mostrar, através da hermenêutica filosófica de Gadamer, como Platão funda sua ética pondo em movimento a suprema idéia do bem: princípio incondicionado, originário, mas não fixável; lugar onde se conciliam o ilimitado (ápeiron) e o limite (péras), o infinito e o finito, o não-ser e o ser, o sensível e o inteligível
  • Levinas et la médiation impensée

    Ciaramelli, Fabio (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2004-01-01)
    O texto investiga a constituição da subjetividade ética no pensamento de Levinas, com especial ênfase na estrutura de mediação que estrutura faticamente o sentido da irrupção da alteridade no universo auto-referente do "mesmo", em termos de uma "ética temporalizada"
  • Processo de participação coletiva na internet: uma ética para o ciberespaço = The process of collective participation on the internet: ethics to the cyberspace

    Parode, Fábio Pezzi; Zapata, Maximiliano; Bentz, Ione Maria Ghislene (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2015-01-01)
    Este ensaio tem como objetivo problematizar o papel da internet como agente de difusão de informação, ferramenta produtora de conhecimento e cultura. Os processos participativos em rede, as comunidades virtuais, colocam em evidência as tensões entre um antigo modelo calcado em estruturas de poderes centralizados, e a emergência de uma ordem dispersiva e fragmentária na dinâmica social. É nesse contexto que surgem as polêmicas em torno do Marco Civil da Internet, nosso objeto de estudo. A instauração do Marco Civil, deu lugar à concepção e busca de regulação da internet como patrimônio coletivo. Nosso objetivo é analisar o Marco Civil, no quadro das politicas de promoção do acesso à internet, através de um diálogo entre comunicação, ética e filosofia, questionando seus princípios fundamentais quanto ao pluralismo e a diversidade cultural, a fim de produzir uma reflexão fundamentada sobre os eixos reguladores deste projeto de Lei
  • Truthiness and consequences in the public use of reason: useful lies, a noble lie, and a supposed right to lie

    Edwards, Jeffrey (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2008-01-01)
    O artigo mostra que há boas razões para questionar se abordagens embasadas na virtude sobre a questão da justiça podem adequadamente dar conta dos usos sofistas da mentira política-especialmente quando o pensamento sosfista estende-se ao ponto culminante do ceticismo moral, ou para além do gritante niilismo moral e seus usos cínicos. A fim de refutar tais usos, recorre-se à mais influente discussão sobre a mentira em Kant, que se encontra em seu artigo de 1797 "Sobre o Suposto Dieito de Mentir por causa da Filantropia. " Embora mantenha que o particular argumento moral kantiano contra Constant seja deficiente, o artigo argumenta que a posição especificamente política no argumento jurídico genérico de Kant é defensável. Mostra-se, portanto, que o relato kantiano das condições para a possível conformidade da política com os principios do direito efetivamente estabelece que um ato de mentir é passivel de impeachment e categoricamente exige o impeachment e a devida execução jurídica de tal delito
  • O desenvolvimento crítico da vontade em Kant

    Fellini, Juliano (Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS), 2008-01-01)
    Segundo Kant, a possibilidade de a razão pura prática efetivamente determinar a vontade depende, inicialmente, de uma profunda investigação da faculdade de desejar na perspectiva de sua filosofia transcendental. A fim de demonstrar isso, apresentaremos neste artigo o desenvolvimento crítico desta faculdade e, com ele, as bases sobre as quais os conceitos de uma boa vontade e de uma razão pura prática se relacionam para a constituição da moralidade

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