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dc.contributor.authorMoromizato,Maíra Sandes
dc.contributor.authorFerreira,Danilo Bastos Bispo
dc.contributor.authorSouza,Lucas Santana Marques de
dc.contributor.authorLeite,Renata Franco
dc.contributor.authorMacedo,Fernanda Nunes
dc.contributor.authorPimentel,Déborah
dc.date.accessioned2019-09-23T12:51:48Z
dc.date.available2019-09-23T12:51:48Z
dc.date.created2018-01-11 14:49
dc.date.issued2017-12-01
dc.identifieroai:scielo:S0100-55022017000400497
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-55022017000400497
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.12424/7874
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A internet é uma ferramenta imprescindível na atualidade, pois possibilita acesso fácil e rápido às informações e a manutenção de laços afetivos por meio das redes sociais. Entretanto, quando se percebe um uso descontrolado e desadaptativo, ocorre a chamada adicção por internet (AI). Estudos prévios investigaram diversas comorbidades associadas a esse transtorno, gerando um importante conhecimento importante para a conduta clínica. Objetivo: Investigar a correlação entre indicadores do uso de internet e redes sociais e a presença de sintomas ansiosos e depressivos. Métodos: Estudo descritivo, transversal, quantitativo, com amostragem por conveniência, realizado com estudantes de Medicina no ano de 2015. Os sintomas ansiosos e depressivos foram analisados por meio do Inventário de Ansiedade de Beck (BAI) e do Inventário de Depressão de Beck (BDI), respectivamente. Além disso, utilizou-se um questionário confeccionado pelos pesquisadores com base no Internet Addiction Test (IAT). Resultados: Dos 169 estudantes que participaram da pesquisa, 98,8% (167) fazem uso diário de internet e/ou redes sociais. Foi avaliada a prevalência de diversos indícios do uso prejudicial da internet, bem como a concepção dos participantes sobre seu uso. Não foi encontrada associação estatística entre o tempo gasto na internet e a presença de sintomas ansiosos e depressivos com os escores BAI e BDI. Contudo, foram percebidas algumas associações estatisticamente significativas com os resultados dos escores BAI e BDI tanto com indicadores da necessidade de verificação da internet quanto com indicativos do uso desadaptativo da internet. Conclusão: O presente estudo ratifica achados prévios na literatura que apontam que a AI não está necessariamente relacionada com o tempo gasto na internet, mas com o padrão desadaptativo do uso. Os resultados aqui encontrados podem servir de base para futuras intervenções em instituições de ensino que busquem minimizar o prejuízo desse transtorno cada vez mais presente.
dc.format.mediumtext/html
dc.languagept
dc.language.isopor
dc.publisherAssociação Brasileira de Educação Médica
dc.relation.ispartof10.1590/1981-52712015v41n4rb20160118
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.sourceRevista Brasileira de Educação Médica v.41 n.4 2017
dc.subjectEstudantes de Medicina
dc.subjectInternet
dc.subjectRede Social
dc.subjectDependência
dc.subjectAnsiedade
dc.subjectDepressão
dc.titleO Uso de Internet e Redes Sociais e a Relação com Indícios de Ansiedade e Depressão em Estudantes de Medicina
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
ge.collectioncode0100-5502
ge.dataimportlabelOAI metadata object
ge.identifier.legacyglobethics:12401372
ge.identifier.permalinkhttps://www.globethics.net/gel/12401372
ge.lastmodificationdate2018-01-11 14:49
ge.lastmodificationuseradmin@pointsoftware.ch (import)
ge.submissions0
ge.oai.exportid149512
ge.oai.repositoryid1796
ge.oai.setnameRevista Brasileira de Educação Médica
ge.oai.setspec0100-5502
ge.oai.streamid2
ge.setnameGlobeEthicsLib
ge.setspecglobeethicslib
ge.linkhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-55022017000400497


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