Lacerda, Bruno Amaro2019-09-252019-09-252016-02-2020111414-3917http://hdl.handle.net/20.500.12424/234414" Em um primeiro momento, pode parecer difícil aproximar arte e direito, realidades vistas como muito diversas. A arte é concebida como o plano da criação livre, da sensibilidade e da imaginação; o direito, diferentemente, é identificado com a ordem estabelecida, com as normas postas socialmente e com a aplicação “fria” de leis gerais, abstratas e impessoais. Poderíamos estabelecer uma oposição maior do que a que existe entre a criação artística e a aplicação distante e burocratizada dos textos legais?" [" Em um primeiro momento, pode parecer difícil aproximar arte e direito, realidades vistas como muito diversas. A arte é concebida como o plano da criação livre, da sensibilidade e da imaginação; o direito, diferentemente, é identificado com a ordem estabelecida, com as normas postas socialmente e com a aplicação “fria” de leis gerais, abstratas e impessoais. Poderíamos estabelecer uma oposição maior do que a que existe entre a criação artística e a aplicação distante e burocratizada dos textos legais?"]porWith permission of the license/copyright holderartlawimaginationRightPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsMethods of ethicsPhilosophical ethicsDireito e arte [Law and art]Article