Santos, João Vitor2019-09-252019-09-252016-10-1120151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158166"Aquilo que o Norte global chama de “welfare state”, surgi- do em meados do século XX eque emergiu como um avanço nas garantias de dignidade de vida básica às populações, não somente se mostrou insufiiente para resolver os problemas que se propunha, como é menos sofiticado que a perspectiva do Bem-viver. “A ideia do bem-viver indígena, assim como a entendo, inclui de qualquer maneira um número maior de elementos que o “welfare state” e as políticas públicas que se desprendem dele e fundamentalmente uma relação diferente com o ambiente, uma defiição de bem-estar que inclui a relação com o ambiente e ao mesmo tempo concebe o ambiente como agente, e não simplesmente como um objeto ou variável quantifiável em um censo, cadastro ou estudo de impacto"porWith permission of the license/copyright holderGood living indigenouswelfare statelogical indigenousEuropean migrantscultures of indigenous peoplesPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsCultural/intercultural ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsBem-viver indígena, muito além do welfare state [Good living indigenous, far beyond the welfare state]Article