Incontri, Dora2019-09-252019-09-252016-02-1320142359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233868"Em tempos de relações líquidas (BAUMAN, 2004), de nadificação do ser nas “máquinas desejantes” (FERRY; RENAUT, 1988), da descartabilidade dos objetos de consumo, tanto quanto da descartabilidade do humano, qualquer corrente que proponha uma vivência de espiritualidade indicará o caminho do que é eterno, permanente, essencial – e portanto invisível – para que o ser reencontre seu próprio eixo e reassuma valores mais sólidos. Para que retome sentido existencial. A solidez está justamente no atemporal, no que não se vê. Porque, como bem avisou Platão, o que vemos são sombras. E o real está fora da caverna."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Spiritualist pedagogyvaluessocietyconsumptioneducationReligious ethicsSpirituality and ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsPedagogia Espírita [Spiritualist pedagogy]Article