Junges, MárciaMachado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-1220151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158192"Disto decorre que a relação credordevedor, longe de ser uma mera operação econômica, trata-se de um processo ético e político capaz de criar um “novo” tipo de sujeito social: o endividado. “Dívida tem prioridade sobre a troca, ao se passar a entender que o capitalismo fianceiro e a economia da dívida neoliberal se baseiam e atuam por meio da produção moral de indiví- duos endividados. O neoliberalismo é o mecanismo de controle mais efiiente que, através de dívida, mantém sob controle a resistência por parte dos trabalhadores e estudantes”, pondera o professor. “A fianceirização é uma nova modalidade de subjetividade que cria normas e valores que estruturam a nossa vida diária. "porWith permission of the license/copyright holderfinancializationdemocracydebtdomesticationPolitical ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsCommunity ethicsFinanceirização, o ácido que corrói a democracia [Financialization, the acid that corrodes democracy]Article