Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1320101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160570"N ão há desinteresse pelas eleições, mas sim um novo modo de levá-las adiante. “As organizaçõesda sociedade civil se tornam tão formidáveis como os partidos políticos, mas com uma diferença, o mais importante é o candidato que se destaca no âmbito local”, assinala o cientista socialEdson Passetti. Analisando as possibilidades da radicalização da democracia, convertendo-senuma democracia direta, o professor afima que esta é “inventiva, recoloca a possibilidade davida igualitária e libertária. Os anarquistas a experimentaram em acontecimentos como a Comuna de Paris, a Revolução espanhola, por breve tempo na Revolução russa e em situações de ‘paz’ em vários países, inclusive no Brasil, nas primeiras décadas do século passado”. Para Passetti, “a radicalização da democracia depende de gente inquieta”. O problema, declara, não se encontra nos limites da democracia, “mas em acompanhar sua expansão planetária. Não há Estado de Direito sem produção de miséria. Isso é capitalismo. E a miséria material ganha uma nova parceira: a miséria imaterial"porWith permission of the license/copyright holderThe radicalization of democracyMore egalitarian and libertarian lifeBiopowerBiopoliticsPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsA radicalização da democracia depende de gente inquieta [The radicalization of democracy depends on restless people]Article