Santos, João Vitor2019-09-252019-09-252016-10-1120151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158154"ONG Justiça Global, é enfática: “o Estado Brasileiro, quando não é cúmplice, é omisso nas violações aos direitos dos povos indígenas”. Para ela, a legisla- ção nacional acerca da proteção aos povos originários é sufiiente para assegurar esse direito. “O país tem, sim, plenas condições de resolver seus confltos indígenas, mas precisa optar por isso, de fato, elegendo a questão indígena como uma prioridade”. Entretanto, percebe que o Estado age como se não houvesse proteção constitucional a esses direitos. O resultado são confltos entre projetos agrícolas e de infraestrutura que, além de remover os índios das terras originais, seguem empurrando esses povos para ocidentalização. O índio, com pouca voz, vê seus direitos violados e a vida ameaçada"porWith permission of the license/copyright holder Indianstategenocideculture of the original peoplesPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsQuando o Estado nega o índio [When the state denies the Indian]Article