Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2820111981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/160085"Em 24 de março de 1976 começavam os anos de chumbo na Argentina, mediante um golpe de estadomilitar, o sexto na história democrática daquele país. “Este golpe de Estado se caracterizou poruma nova metodologia: o terrorismo de Estado e o desaparecimento forçado e sistemático de pessoas”, denuncia a diretora do Parque da Memória – Monumento às Vítimas do Terrorismo de Estado.Indiscriminadamente, “os militares intervieram em todos os âmbitos da vida social do país”, proi- biram e queimaram inúmeros livros, perseguiram intelectuais, artistas, escritores e forçaram-nos ao exílio no exterior. Cerca de 10 mil presos políticos e mais de dois milhões de exilados, além de centenas de pessoas que eram jogadas de aviões sobre o Rio da Prata, são o saldo que “as botas” dos militares legaram à nação. Além do alijamento de uma geração inteira de intelectuais, a Argentina amargou um período de decadência econômica, com o aumento da dívida externa."porWith permission of the license/copyright holderState terrorismdictatorshipArgentinaMemory ParkPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsParque da Memória, um monumento para não esquecer o terrorismo de Estado [Memory Park, a monument not to forget State terrorism]Article