Sbardelotto, Moisés2019-09-252019-09-252016-12-1520091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160802"As tensões e os confltos existentes entre muçulmanos enão muçulmanos são derivados de processos políticos”,aponta o antropólogo Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto.Para ele, discussões teológicas entre as religiões monoteístas não ajudam a resolver as divergências existentesentre elas e irão perdurar por décadas. “Se os processos políticos não forem resolvidos, os confltos irão continuar”, assegura. Em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line, Pinto ressalta que a valorização “excessiva das dimensões religiosas dos confltos do Oriente Médio é uma forma de ocultar os processos políticos sociais que existem”. Para ele, o Islamismo “foi eleito como sendo a alteridade da consciência euro-americana globalizada”. Além disso, enfatiza que religião e política, no caso do Islã, “produzem um discurso sobre a essência do Islamismo, quando o mesmo fenômeno não produz discursos semelhantes sobre o Cristianismo, o Judaísmo ou o Budismo"porWith permission of the license/copyright holderUniversal ReligionReligious systemsPlanetary peaceWorld ethicsInterreligious dialogueCommunity ethicsEcumenismComparative religion and interreligious dialogueReligious pluralismO Islã [Islam]Article