Fachin, Patricia2019-09-252019-09-252016-12-1020101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160339"O interesse do animal em não sofrer e querer continuar a viver é tão fundamental e importante para ele o tanto quanto esses interesses o são para mim. Podemos viver semcarne e optar por comê-la constitui-se numa preferência, num capricho.” A afimaçãoé de Márcio Linck, ativista em defesa da libertação animal e da conscientização erespeito a todas as formas de vida. Vegetariano há mais de 20 anos, Linck argumentaque não consumir produtos de origem animal signifia preocupar-se com a “sustentabilidade do futuro do planeta”. Para ele, “a ética ambiental deve romper com o antropocentrismo e encarar os desafis para além do ambientalismo. (...) Se ética não atingir a dignidade e o respeito a todas as formas de vida, então ela é torpe e sem valor. Na atual conjuntura, não há como o discurso ambiental ser moralmente respeitado e aplicável e eticamente aceitável, se não incorporar a defesa do vegetarianismo e do veganismo”."porWith permission of the license/copyright holderEcofriendlyanimalsEnvironmentalistsrightslifetimePolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsEnvironmental ethicsAnimal ethicsA postura ecoveganista e os animais [Ecoveganist posture and animals]Article