Streck, Danilo2019-09-252019-09-252017-01-1420071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162205"Parece que aquilo que aproxima uns e umas de Freire é o mesmo que afasta outros e outras. Para os primeiros, o encanto está na simplicidade das coisas que diz. Há uma obviedade inquietante em suas afirmações e que desafia a querer saber mais. Ele tinha consciência deste seu papel de peregrino do óbvio, como ele mesmo dizia. Mas esta simplicidade nada tem a ver com o fácil ou superficial. Uma vasculhada em sua biblioteca pessoal no Instituto Paulo Freire (em São Paulo) surpreende não apenas pela quantidade, diversidade e qualidade, mas também pelo número de anotações à margem das obras. Um exemplo deste óbvio é quando ele diz em Pedagogia do oprimido que nenhuma ordem autoritária sobreviveria se todos começassem a fazer esta pergunta básica: “Por quê?”. É simples, mas nada fácil. Já outros vêem nesse seu jeito de fazer pedagogia a necessária falta de rigor científico e acadêmico."porWith permission of the license/copyright holderPaulo FreireHomesocial movementsPedagogy of the oppressedPopular educationMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsMinority ethicsAlgumas lições do mestre [Some lessons from the master]Article