Santos, João Vitor2019-09-252019-09-252016-10-0820161981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158074"É, por exemplo, a atualização dessa perspectiva na relação com imigrantes, numa outra faceta racista. Isso porque são vistos como intrusos, quando na verdade quem os “recebe” é incapaz de assumir o drama do povo como também um drama seu. O professor africano Jean-Bosco Kakozi Kashindi olha para essas questões raciais desde os princípios do Ubuntu, que pode ser apreendido como uma metafísica africana. Para ele, entre as inúmeras defiições, Ubuntu pode ser compreendido como a humanidade do ser. Ou, como prefere, “a abstração das pessoas no conjunto de suas humanidades”. “É a ideia de que minha humanidade está ligada à sua. Logo, ‘eu sou porque somos’”, explica, ao mergulhar no princípio do reconhecimento do outro, tão forte na lógica do Ubuntu."porWith permission of the license/copyright holderracismUbuntuAfricaracial inequalityPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCultural ethicsCommunity ethicsUbuntu, uma perspectiva para superar o racismo [Ubuntu, a perspective to overcome racism]Article