Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-0820161981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158028"Pelos resultados que alcança, deixa as competições de paratletismo e passa a disputar com atletas “normais”, não amputados. Não demorou, porém, para que suas próteses passassem a ser vistas como vantagem sobre os demais atletas. Essa história de Pistorius revela o momento em que o homem supera a barreira do tratamento e se inscreve no aprimoramento. É nesse instante que o fiósofo Marcelo de Araujo, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, insere sua reflxão. Assim como algumas drogas, as próteses surgem para corrigir, ou tratar, defiiências em seres humanos. Porém, logo se abre outro horizonte, o de aprimoramento. “‘Tratar’ uma pessoa signifia fazer com que ela tenha um rendimento físico ou cognitivo similar ao de uma pessoa normal. ‘Aprimorar’ signifia elevar o rendimento físico ou cognitivo de uma pessoa saudável a um nível superior ao considerado normal"porWith permission of the license/copyright holderhuman enhancementhuman capabilitiessocial pressuresocial differencesEconomic ethicsLabour/professional ethicsTechnology ethicsCultural ethicsSocial ethicsSports ethicsCommunity ethicsEntre o tratamento e o aprimoramento humano [Between treatment and human enhancement]Article