Masquetti, Maria Helena2019-09-252019-09-252015-06-1920071981-1810http://hdl.handle.net/20.500.12424/223582"Ao lado do prédio onde moro, havia uma escola infantil construída num terreno arborizado onde uma cerca viva, quase simbólica, separava o pátio de um pomar contíguo. Repleto de árvores frutíferas, pássaros multicores, gatos sem teto e um papagaio alucinado por burburinho de crianças, o pomar era protegido por dois cachorros vira-latas que há muito já haviam sido corrompidos pela farra de compartilhar com a molecada a aventura de subir nas árvores. Para brincarem de “selva” e roubarem as frutas. Os donos – um casal de professores baianos – pareciam fazer vista grossa àquela usurpação miúda do patrimônio comunitário com a alegação descarada de que ”O bom de tanta fruta caída é que a passarinhada aumenta cada vez mais...”porWith permission of the license/copyright holdercommunity heritagechildkindergartenPolitical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsSocial ethicsFamily ethicsEthnicity and ethicsQue bom ser criança, meu mundo é brincar [Good to be a child, my world is playing]Article