Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1120101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160455"N o último dia 5 de agosto aconteceu na Unisinos o encontro dos coordenadores do Apostolado Social da Companhia de Jesus na América Latina e dos diretores dos Centros dePesquisa e Ação Social da Companhia de Jesus na América Latina. Jesuítas de diversospaíses latino-americanos estiveram presentes no intuito de refltir sobre a ação social daCompanhia de Jesus. Um deles foi o mexicano Gerónimo Hernández, mais conhecido comojXel. Este é seu nome indígena, escolhido com base no tseltal, idioma ameríndio. Há mais de 25 anos jXel vive na selva mexicana, entre os povos indígenas. E num dia de frio típico do Rio Grande do Sul, comum no mês de agosto, foi inevitável o choque com a pouca roupa e com os pés descalços de jXel. Mas ele explica que o frio está na cabeça e o calor no coração. Como o coração manda mais, ele não sente frio, não sabe nem o que é. Antes de iniciar a entrevista que segue à IHU On-Line, em que ele conta um pouco de sua experiência e sobre como é viver entre os índios, ele explica que a letra “j” na frente de Xel serve para indicar que se trata de um nome masculino. E Xel é Gerónimo na língua tseltal. Confia a entrevista."porWith permission of the license/copyright holderlifestyleIndigenous peoplesIndigenous worldviewCommunityCultural ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsEnvironmental ethicsResources ethicsO melhor da minha vida vivi com os índios [The best of my life I lived with the Indians]Article