Cocco,Giuseppe2019-09-252019-09-252016-12-1620091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161002"A contradição estrutural que está na base da crise é aquela, classicamente mar-xista, entre desenvolvimento das forças produtivas e relações (capitalistas) deprodução”, escreve Giuseppe Cocco, em artigo que enviou para ser publicadona revistaaquelas de um trabalho mobilizado diretamente dentro da sociedade, sem passarIHU On-Line. Ele ainda constata que “as forças produtivas hoje são pela relação salarial formal”. Também, segundo ele, “o trabalho que constitui as forças produtivas contemporâneas, por um lado, é de tipo cognitivo, afetivo, linguístico, terciário e, por outro, precá- rio, não reconhecido, fl exível, formal e informal ao mesmo tempo”."porWith permission of the license/copyright holdercrisiscapitalismGlobalizationProductive forcesWorkEconomic ethicsBusiness ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsUma crise sistêmica do capitalismo fl exível, globalizado e financeirizado [A systemic crisis of fl exible, globalized and financialized capitalism]Article