Santos, João Vitor2019-09-252019-09-252016-10-1120151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158148"Para a antropóloga Lucia Helena Rangel, a resposta tem raízes históricas, pois o índio sempre foi visto como mão de obra barata ou aquele que tem de sair da terra e dar espaço ao desenvolvimento. “O índio é aquele que tem que ceder, sempre. Seja para virar mão de obra ou entregar suas terras. Isso implicou numa relação de submissão”, pontua. Assim, entende que “essa relação por dominação acabou construindo uma falta de respeito da sociedade brasileira em relação aos povos nativos”. O problema é que, apesar de se tentar corrigir essa distorção histórica – a Constituição de 1988 é um instrumento disso –, a sociedade parece não querer aceitar, não entende a cultura do outro e apenas atualiza o pensamento colonial hegemônico."porWith permission of the license/copyright holderdisability politicsrightsGeneration of fearnative peoplesPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsInabilidade política e direitos que não se efetivam [politics and disability rights not become effective]Article