Bartolomé ruiz, Castor2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159633"Apelido pejorativo dado àqueles prisioneiros dos campos de concentração que, em função de suadebilidade física e mental, não passavam de “esqueletos ambulantes”, o muçulmano é o paradigmada biopolítica. “Nele a vida humana fia reduzida ao limiar de pura sobrevivência biológica. Erammeros corpos ambulantes. Em seu estado esquelético, como instinto último e metarracional desobrevivência, permaneciam longos períodos dobrados sobre os joelhos com a cabeça inclinada, a modo do muçulmano na sua oração diária"porWith permission of the license/copyright holderVictim of violenceincommunicableethicsjusticebiopoliticsEnvironmental ethicsA vítima da violência [The victim of violence]Article