sbardeLotto, Moisés2019-09-252019-09-252016-11-2220111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159599"P ara se entender a mística, é preciso partir da antropologia clássica e cristã: “Não bipartida emcorpo e alma, mas tripartida: corpo, alma, espírito”. Só assim podemos entendê-la como “experiência, experiência do espírito”, como “uma contínua e constante realidade de vida espiritual,que não consiste em ‘eventos’ particulares”.Por isso, defende Marco Vannini, um dos maiores estudiosos italianos de mística especulativa,- embora haja “modos de se relacionar com o divino psicologicamente diferentes por parte de uma mulher com relação aos de um homem”, no que concerne ao espírito, não há diferença de sexo, “como também não há distinções de caráter cultural, social, ambiental: ele é universal”. E brinca: “Falar de mística feminina tem tanto sentido como falar de matemática feminina"porWith permission of the license/copyright holderSpatio-temporal and gender distinctionsExperience of the spiritecclesiastical institutionMysteryspiritualityReligious ethicsSpirituality and ethicsCommunity ethicsSocial ethicsSexual orientation/genderDogmaticsA experiência do espírito vai muito além das distinções espaço-temporais e de gênero [The experience of the spirit goes far beyond the spatio-temporal and gender distinctions]Article