Lezaola, Javier2019-09-252019-09-252017-02-202016http://hdl.handle.net/20.500.12424/163521"Assiti um vídeo em que uma espécie de vírus, composto pelos logotipos das multinacionais que possuem cotas nas principais bolsas de valores do mundo, ia devorando, sucessiva e implacavelmente, com um fundo musical composto por um zumbido preocupador, as bandeiras de uma série de nações, até que todas estas bandeiras se tornassem pretas. Junto a essa tela, outra mostrava um futuro preocupante em que todos os exércitos do mundo capitalista defendiam diretamente – e não só indiretamente, como hoje em dia – as grandes corporações empresariais. As forças armadas dos países foram substituídas pelo exército de certo banco ou de tal petroleira. Haviam passado do estágio de democracia dos mercados a uma futura ditadura das multinacionais. "porWith permission of the license/copyright holderstock marketDictatorship of multinationalsDominant elitesWage laborPolitical ethicsEthics of political systemsEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsTTIP: ditadura das multinacionais [TTIP: dictatorship of multinationals]Article