Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1920081981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161437"Esta pergunta é recorrente, entretanto é com muito prazer que a enfrento. Meu pai, Josué de Castro, foi um homem intensamente dedicado ao seu trabalho, mas, sempre que lhe era possível, buscava o convívio familiar. Alimento, ainda hoje, passados muitos anos de seu falecimento, uma profunda e sentida sensação de tristeza, quando recordo o homem afetuoso com quem convivi e cientista incansável a quem admirei em razão de suas claras e entusiasmadas explanações feitas, quase todas as noites, em torno da mesa em que realizávamos nossas refeições. Discorria sobre suas descobertas, sobre suas propostas, que acreditava poderiam solucionar, se implementadas, parte dos problemas mais agudos da sociedade."porWith permission of the license/copyright holderhungrydenaturesensitivityeducationfeedingEconomic ethicsBioethicsCommunity ethicsEducation and ethicsMinority ethicsJosué de Castro desnaturalizou a fome [Josué de Castro denaturalized hunger]Article