Fachin, Patricia2019-09-252019-09-252016-12-1420101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160656"Para o jornalista Bernardo Kucinski, a reorganização do capitalismo brasileiro é determinadamuito mais por fatores “externos ao país, do que por decisões políticas seja do Estado brasileiro seja do poder econômico”. Na opinião dele, alguns dos aspectos tornaram o Brasilatrativo para o capital estrangeiro: “a descoberta de grandes reservas de petróleo” e “aentrada da China nos mercados mundiais como grande compradora de matérias-primas efornecedora de bens manufaturados de baixo custo”. Na entrevista que segue, concedida, por e-mail, à IHU On-Line, Kucinski comenta a formação de grandes grupos econômicos nacionais com potencial de atuação internacional, fianciados pelo Estado através do BNDES. Segundo ele, eles estão “deslocados de um projeto nacional de desenvolvimento”. Para ele, o “BNDES tenta formular políticas de fomento e sustentação de cadeias produtivas em setoriais ameaçadas pela globalização.” Entretanto, como as regras são ditadas pelo grande capital, ele não vê outra alternativa no horizonte: “Ou isso é feito ou a empresa sucumbe no mercado global das megafusões."porWith permission of the license/copyright holdercapitalcapitalismeconomic powerStateSocial MovementsPolitical ethicsGovernance and ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsCommunity ethicsUm capital sem pátria e sem marca [Homeless and unbranded capital]Article