Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1420091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160730"C rítico do monoteísmo, o professor e teólogo indiano Felix Wilfred considera que o mesmofunciona como aniquilador do pluralismo e da diversidade. Para ele, “a concepção de Deuscomo único tem grande inflência na forma de governar. Como há somente um único Deus,torna-se fácil concluir que toda a verdade e poder estão outorgados a uma única pessoa– um imperador, um papa, um bispo etc., excluindo-se práticas democráticas e formas participativas. Então, o monoteísmo poderia servir como uma base ideológica para o autoritarismo e a centralização”. Na entrevista que concedeu, por e-mail, à IHU On-Line, dias depois de retornar de sua visita à Unisinos, onde participou do Simpósio Internacional Narrar Deus numa Sociedade Pós-Metafísica. Possibilidades e Impossibilidades, promovido pelo IHU no último mês de setembro, o teólogo acredita que há uma tarefa comum para todas as religiões. “Elas não estão em um mercado competitivo, cada uma reivindicando ter a melhor ideia de Deus. Uma vez que sabemos que o misté- rio divino é muito maior e mais importante que qualquer símbolo religioso tenha tentado descrever, percebemos que todas elas precisam agir em conjunto para ajudar as pessoas a descobrir Deus"porWith permission of the license/copyright holdermonotheismUtoritarismCentralizationReligious warsInterreligious dialogueReligious ethicsComparative religion and interreligious dialogueIntercultural and contextual theologiesReligious pluralismO monoteísmo como base ideológica para o autoritarismo e a centralização [Monotheism as the ideological basis for authoritarianism and centralization]Article