Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2620111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159858"“Talvez a loucura seja um tipo especial de normalidade”,e ambas estão imbricadas, amarradas, “uma brota e sealimenta da outra”. A reflxão é do fiósofo Celso Kraemer, na entrevista que concedeu, por e-mail, àLine. Segundo ele, a sociedade moderna “constitui-se aIHU On-- partir de padrões de normalidade e de processos políticos e educacionais de normalização. Dessa forma, para sustentar o referente da normalidade, nós precisamos fabricar a anormalidade, os intoleráveis em cada momento histó- rico, para servir de mecanismo regulador para nossos exercícios de poder”. Ao contrário de antigamente, hoje se internam menos pessoas em institui- ções psiquiátricas, mas cresce a medicalização em todas as faixas etárias. É algo alarmante, pondera. "porWith permission of the license/copyright holderForms of exclusionsocietymadnesspovertystigmaCultural ethicsBioethicsHealth ethicsCommunity ethicsMinority ethicsA fabricação da anormalidade [The fabrication of abnormality]Article