Vigar, Vivian2019-09-252019-09-252016-02-1320152359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233826"Este artigo investiga, pelo viés marxista, a função social do cinema e seu desenvolvimento técnico, procurando entender também as possibilidades de construção e identificação do espectador através da psicanálise. O desdobramento epistemológico desta pesquisa parte do crítico de arte francês do início do século XX Elie Faure; passa pelo trabalho teórico do cineasta soviético Sergei Eisenstein no livro A forma do filme (1936); examina algumas considerações do livro/entrevista Hitchcock/Truffaut (2004) e incide nas leituras lacanianas do sujeito e da sociedade em relação ao cinema, tanto através do filósofo contemporâneo Slavoj Zizek como do artigo do psicanalista João Angelo Fantini, no livro Semiótica psicanalítica (2014). Ao final, concatena a teoria apresentada com a produção cinematográfica recente de Pernambuco, a fim de validar a hipótese de que o modo de produção é correlato ao momento sociocultural, ou seja, do vínculo inerente entre forma e conteúdo."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Pernambuco CinemaideologyaestheticssubjectionCultural ethicsCultural/intercultural ethicsMethods of ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsFunção do cinema = técnica + ideologia [film Function = + technical ideology]Article