Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1720091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161093"E nquanto a violência viola, o poder seduz”, explicatrevista a seguir, concedida por e-mail àprisional sob a ótica deFoucault, Vsociedades disciplinares, ou seja, sociedades constituídas por sujeitos fabrica-eiga-Neto afi rmViga que esta é uma “obra que nosiar e punir, obra seminal do fiIHU On-LineAlfredo V. Analisando lómostra a gênese dassofo francês Micheleiga-Neto na en-o sistema dos e modelados por determinadas instituições modernas de sequestro”. Exemplo dessas institui- ções são as escolas, prisões, asilos, quartéis e fábricas, baseadas em “determinados ordenamentos espaciais e temporais dos indivíduos”. Quanto ao caso brasileiro, o pesquisador menciona que a prisão parece sempre estar associada à violência. “Gritar, bater, amarrar e torturar nada têm a ver com disciplinamento, mas sim com violência. E isso nada tem a ver com recuperação, com cidadania, com segurança social”, disse"porWith permission of the license/copyright holderViolencePowerCorrection "of the subjectethicPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCultural ethicsCommunity ethicsViolência e Poder. A violência viola, o poder seduz [Violence and Power. Violence violates, power seduces]Article