Junges, Márcia2019-09-252019-09-252017-01-0920081981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161798"AIHU On-Lineseria uma nova forma de violência à memória e à história das vítimas”. Se-gundo ela, esse é um dos motivos para continuar o debate acerca dos anos dechumbo brasileiros, “até porque não podemos, num simples girar de ombros,ósofa Cecília P, que “não se deve confundir o perdão com o esquecimento, poisires é enfática ao dizer, na entrevista a seguir, por e-mail à apagar a dor dos que sofreram e os atos dos seus algozes”. Além disso, o debate deve prosseguir para que a sociedade compreenda o que houve, e para que isso não se repita. “Não é acobertando um passado que faremos nossa história melhor. Na realidade, isso incidiria de um modo mais forte, tal como uma doença não tratada ou tratada de modo secundário; volta a atingir o organismo pretensamente são. Funciona como efeito bumerangue, retorna a chicotear a face da nação um passado simplesmente olvidado e a democracia para se consolidar precisa se emancipar dos seus tempos sombrios"porWith permission of the license/copyright holderpardonviolenceVictims' memorydemocracyPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsMinority ethicsNão se deve confundir o perdão com o esquecimento [Do not confuse forgiveness with forgetting]Article